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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Trabalhar demais duplica chances de depressão

Você trabalha longas horas no dia? Se sim, pense em uma maneira de diminuir a carga de trabalho: um novo estudo mostra que trabalhar demais pode aumentar substancialmente o risco de uma pessoa de tornar deprimida, independentemente do quão estressante é o trabalho.

Um novo estudo acompanhou 2.123 funcionários públicos britânicos durante seis anos, e constatou que as pessoas que trabalham pelo menos 11 horas por dia em escritório tinham cerca de duas vezes mais chances de desenvolver depressão do que os colegas que trabalham sete ou oito horas diárias.

A ligação entre longas jornadas de trabalho e depressão permaneceu a mesma depois dos pesquisadores levaram em conta fatores como a tensão no trabalho, o nível de apoio no local, uso de álcool, tabagismo e doenças físicas crônicas.

Pessoas mais sobrecarregadas no trabalho parecem mais propensas à depressão do que empregados em cargos superiores. A duração da jornada de trabalho não teve um impacto perceptível sobre a saúde mental dos funcionários mais bem pagos e de nível superior, como secretários de gabinete, diretores, líderes de equipe e gestores de políticas. Isso porque eles têm mais controle sobre o trabalho, e muitas vezes têm mais escolhas.

Para quem está em níveis inferiores de trabalho, longas horas de jornada podem contribuir para a depressão de várias maneiras, criando conflitos familiares ou de relacionamentos, por exemplo, ou aumentando os níveis de estresse. Insegurança no emprego e privação de sono também pode ajudar a explicar o aumento do risco de depressão. (Hype Science - Foto CNN)

Nota: Equilíbrio deve ser a nota tônica de todos. A Bíblia afirma categoricamente que deve haver tempo para tudo."Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu" Eclesiastes 3:1. E Ellen White escreveu que "Alguns se tornam doentes por excesso de trabalho. Para esses, o descanso, a libertação do cuidado e um regime reduzido são essenciais à restauração da saúde. Para os que estão mentalmente fatigados e nervosos devido a trabalho contínuo e restrita limitação de ambiente, uma visita ao campo, onde podem viver uma vida simples, livre de cuidado, pondo-se em íntimo contato com as coisas da natureza, será muito salutar. Vagar pelos campos e matas, apanhando flores, escutando os cânticos dos pássaros, fará por seu restabelecimento incomparavelmente mais que qualquer outro meio." A Ciência do Bom Viver, 237. - Pr. Evandro Fávero

domingo, 29 de janeiro de 2012

Cinco Razões porque não vou ao Cinema!

Como um adventista que nasceu na igreja, vejo estampado no rosto dos nossos jovens hoje, o mesmo drama e conflito que vivi. É pecado ir ao cinema ou não? A igreja parece impotente para dar respostas convincentes, e os nossos jovens exigem uma que esteja escrita na Bíblia ou no Espírito de Profecia. No tempo de Ellen White não havia cinema, mas havia teatro e ela foi claramente contra. A igreja, no intuito de preservar os nossos jovens da influência do mundanismo, estabeleceu o estigma de que ir ao cinema é pecado. O cinema em si pode não ser ruim, contudo, a tradição religiosa da igreja diz que isso é pecado (tanto no Brasil, como nos Estados Unidos, para minha surpresa). Na realidade, o motivo da proibição , era impedir os nossos jovens de assistir aos filmes, e não de ir ao cinema em si.

Com o advento do viodeocassete, a igreja foi traída pela sua proibição, e agora todo mundo assiste em casa, e a polêmica definitivamente se estabeleceu. Ir ou não ir? Pode ou não pode?

Em primeiro lugar, temos que lembrar que para a pessoa que está realmente determinada a ir ao cinema, nada vai convencê-la do contrário. Contudo, as cinco razões que apresento aqui pode ajudar aqueles que são sinceros, e que, na dúvida, estão orando a Deus, querendo fazer a Sua vontade.

A Primeira Razão:

Vou usar como primeiro argumento aquilo que muitos jovens acham elementar. Se hoje você vai ao cinema e alguém o vê indo, essa pessoa pode ficar escandalizada, e isso é pecado.
Se o seu comportamento escandaliza o seu irmão, o princípio é claro ao dizer que é melhor não fazer. A Bíblia fala fortemente sobre esse princípio em I Coríntios 8. Paulo fala que alguns, não tendo conhecimento profundo da verdade, têm uma consciência fraca. No verso 9, Paulo estabelece o princípio quando diz: “vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos.”

Em I Coríntios 10:23 3 32, Paulo diz que “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm”. “não vos torneis causa de tropeço... para a igreja de Deus.” E o que mais me impressiona é a declaração do capítulo 8:12 quando Paulo diz: “E deste modo (referindo-se ao pecado do escândalo), pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais.” Se ao ir ao cinema, escandalizo a minha igreja ou o meu irmão, estou pecando contra Cristo, diz a Bíblia.

Segunda Razão:

Um princípio elementar, mas que não deixa de ser uma razão, é que ali é a “roda dos
escarnecedores”. Bem, você pode dizer que a “roda dos escarnecedores” está em todo lugar, no metrô, no ônibus, etc. Contudo, a “roda dos escarnecedores” do cinema é específica. O grupo que ali está, não está por uma necessidade, mas porque querem ir espontaneamente para satisfazer a si próprios e entreter o seu ego. Vão lá porque gostam e querem assistir ao filme, mas existe algo mais que o filme: como o ambiente, o escurinho, o silêncio, o som e o tamanho da tela. Tudo isso é planejado de uma maneira, não para fazer você assistir ao filme, mas para você entrar no filme.

Concordo com o salmista no Salmo 1:1, quando ele diz: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”. Creio que o cinema é uma roda específica de escarnecedores, que estão buscando um tipo de prazer que só lá dentro alcançarão. Será que ao ir ao cinema não estou me detendo no caminho dos pecadores?

Terceira Razão:

A escuridão do ambiente afeta tremendamente o ouvinte. Engraçado é que ninguém percebe e acha normal. E é aí que a gente vê como o diabo é sutil. O ambiente escuro é para ninguém ver ninguém, e para tentar colocar na sua cabeça que aquela imagem é uma realidade só sua, feita para você; ainda que seja só naquele momento. Seu subconsciente consegue captar mensagens que podem afetar profundamente sua maneira de ver, pensar e agir, baseado em imagens que muitas vezes nem sequer fazem parte do nosso mundo real.

Normalmente, não gostamos da escuridão. Temos medo. E tão logo entramos em um ambiente escuro, procuramos uma luz para acender. Entretanto, no cinema, as trevas têm por objetivo captar a sua mente, levando você a uma fantasia que não é a sua realidade. Pode parecer que não, mas ver o filme no escuro do cinema, e ver no claro na sala de estar da sua casa, faz uma grande diferença quanto à influência que você recebe. E às vezes, essa influência é involuntária, você nem a percebe, mas ela está lá. Ao escrever esta declaração, não estou defendendo a liberação de qualquer filme em casa, mas tentando mostrar que, definitivamente, o cinema não é um lugar para cristãos.

Quarta Razão:

O tamanho da tela gera uma imagem muito realística, que associada com o escuro, exerce um poder fascinante, transportando você da sua realidade para dentro de um mundo imaginário no filme. Como todo mundo nesta vida de pecado tem sonhos, os filmes não são outra coisa senão os sonhos dos seres humanos se tornando realidade. Daí porque o mundo está fascinado com Hollywood. Jamais a tela de um televisor, por maior que seja, vai exercer sobre você um poder tão fascinante como dentro do cinema. Se fizermos uma pesquisa com duas pessoas, sendo que uma assiste a dez filmes em casa, e depois dermos um questionário para elas responderem, buscando ver o efeito dos filmes no subconsciente, compreenderemos o poder do cinema, e por que a igreja está certa em dizer que ele é pecado.

Quinta Razão:

O último motivo pelo qual o cristão não deve ir ao cinema é simples. Eu até diria elementar, mas de uma sabedoria fantástica: “Na dúvida, não ultrapasse.” Por que correr o risco, se o assunto é polêmico? Será que jesus entraria com você no cinema? A mesma pergunta podeser feita quanto à escolha que você faz dos seus filmes. Será que ele sentaria com você napoltrona da sua casa e assistiria aos filmes que você está assistindo? acho que, na dúvida, não é bom ultrapassar. Que sabe esse último princípio, ainda que simples, possa salvar jovens que ainda não têm fé suficiente para compreender os quatro princípios anteriores. Talvez você não esteja convencido de que não deve ir, mas se a dúvida está no seu coração, é mais seguro não ir. Para aqueles que não têm dúvida, e que se sentem confortáveis em ir, achando que não há nada de mais, eu diria que a sua consciência não é um guia seguro. Você pode até estar sendo sincero no que faz, mas se caminhar na direção errada, perderá o jogo da vida eterna.

Certa vez, li uma história em que a Coca-Cola resolveu fazer um teste de marketing para testar o poder da imagem sobre o subconsciente das pessoas. Na produção de um filme para o cinema, eles incluíram várias vezes, no meio da projeção, rápidas imagens de uma garrafa de Coca-Cola . Os flashes eram rápidos como um relâmpago e, embora as pessoas vissem aquele rápido flash na tela, elas não conseguiam identificar a imagem. Na saída do cinema, eles colocaram bancas de Coca-Cola para vender e, à porta ,eles perguntavam às pessoas se elas podiam dizer o que viram na imagem dos flashes. Ninguém conseguiu dizer o que tinha visto na imagem, mas todos perceberam o flash rápido. Apesar de não terem notado a imagem da garrafa de Coca-Cola, 70% daqueles que assistiram ao filme, comprararm uma garrafa de Coca-Cola para beber, na saída do cinema. Os outros 30% não compraram, mas confessaram que estavam com vontade de beber. Essa experiência mostra que o poder do subconsciente de captar as imagens é muito grande. Somos afetados sem perceber, e aí reside o perigo.

Em minha opinião, a igreja está certa quanto a não ir ao cinema. Se bem que também devemos cuidar muito com o que assistimos em casa.

Hollywood está determinando o comportamento da sociedade moderna e criando filmes que, em lugar de entreter as pessoas, as levam a ficarem insatisfeitas com a sua vida, porque elas vêem nos filmes um mundo de sonhos e cores. A comparação é uma arma de Satanás para nos conduzir ao pecado. Ele fez isso no Éden, tentando comparar o homem a Deus. E hoje ele usa os meios mais sofisticados para levá-lo a comparar a realidade da sua vida com a imagem fantasiosa dos filmes. Se a sociedade pudesse imaginar o que existe por trás dessas produções, e como se situa o mundo artístico, talvez nem assistisse aos filmes que por eles são produzidos.

O critério para provar se um filme é bom ou não? Faça a pergunta: Poderia Jesus assistir comigo? Sim ou não? Lembre-se de que lá no Céu não existe o mundo imaginário dos filmes e das superproduções. Lá, sim, nos encontraremos com a verdadeira realidade dos nossos sonhos, e a tela, seja do cinema ou da TV, já não terá mais poder sobre nós, e nem existirá, porque Aquele que é real, nos transformará para as realidades eternas.

(Postado também por Pr. Dilson Bezerra em Advento Blog e por Vinicius A. Miranda em Blog Ação)

sábado, 28 de janeiro de 2012

A importância da amizade

“Em todo o tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.” Provérbios 17:17

Sociabilidade (amizade) é o principal fator, entre muitos, que leva uma pessoa a se tornar membro de uma igreja e a permanecer nela. Não se pode manufaturar crises na vida das pessoas e nem mesmo manipular famílias, pressionando-as a levar pessoas à igreja. Mas o fator social pode ser a maneira de levantar a consciência dos membros e levá-los a ter uma atmosfera amigável dentro da igreja.

Harris Poll realizou uma entrevista entre os americanos para saber qual era a principal prioridade na vida deles. Eis o resultado:

1) Relacionamento (56 %);
2) Fé e religião (21 %);
3) Fazer do mundo um lugar melhor (12 %);
4) Realização profissional (5 %);
5) Dinheiro (5 %).

Não importa qual seja o segmento da sociedade, o aumento da importância do relacionamento é visível. Ellen White também defendeu a importância desse relacionamento na vida da igreja:

“Os que se encerram em si mesmos, que são avessos a se desdobrarem para beneficiar os outros mediante amigável convívio, perdem muitas bênçãos; pois mediante o contato mútuo os espíritos são polidos e refinados; por meio do intercâmbio social, formam-se relações e amizades que dão em resultado certa unidade de coração e uma atmosfera de amor que agradam ao Céu” (Conselhos sobre Educação, 158).

O simples fato de começar a fazer parte de uma congregação significa também a possibilidade de fazer novos amigos. A igreja não é um Country Club, mas certamente necessita ter vida social. Quando uma pessoa aceita a Jesus e passa a fazer parte do Seu corpo, com muita freqüência muda os hábitos sociais e consequentemente os amigos. Então, a igreja tem por obrigação suprir estas lacunas.

A vida social na igreja deve ser uma oportunidade de compartilhar, dar e receber. Esse companheirismo é experimentado quando pessoas são ajudadas em suas dificuldades. Não importa qual seja a necessidade (financeira, espiritual ou emocional) sempre haverá pessoas movidas pelo sentimento de ajuda e companheirismo.

Pr. José dos Santos Filho

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Resumo da lição número 4 da Escola Sabatina

CLIQUE NA IMAGEM ACIMA PARA BAIXAR O POWER POINT

Título: O Deus da Graça e do Juízo


Texto-chave

“Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mau”. Ec 12:14, NVI.

Objetivos

1. Saber que o mesmo Deus que julga é o Deus que oferece Graça e Salvação, estando disposto, antes, a oferecer esta última!

2. Sentir que em Adão estamos todos condenados, porém no segundo Adão, Jesus Cristo todos temos acesso a Graça e Salvação. Esta promessa está disponível mesmo antes de Cristo morrer, ou seja, desde que existiu pecado.

3. Fazer um propósito de, pela graça, sermos mais submissos e obedientes a Deus para não temermos o dia do juízo!

Verdade Central

A nossa salvação vem unicamente pela fé na graça de Deus em Cristo Jesus. Não seremos condenados por nossos pecados no dia do juízo a menos que, em tempo oportuno, não os confessemos e não apelemos à graça divina!

Domingo: O dia do juízo

A justiça e a graça (juízo e salvação) de Deus são complementares e perfeitamente equilibradas como a dureza do aço e a maciez do veludo.
As doutrinas do juízo e da salvação são incompatíveis?

 Não: pois o assunto do juízo aparece mais frequentemente no NT do que no AT evidenciando desta forma que o conceito do juízo não é contrário à nova aliança da graça de Deus por meio de Cristo!

 Não: pois colocar uma contra a outra equivale a não entender ou aceitar os ensinos dos evangelhos.

 Na prática, os atributos de justiça e graça divina é que vão culminar na condenação dos ímpios e absolvição dos justos.

Segunda-feira: Juízo e graça no Éden

No Éden não havia pecado, portanto, não necessitava dos elementos da graça ou juízo.
A partir de quando e, em que contexto surgiu a graça e o juízo, respectivamente? Que importância ou impacto isso tem em sua vida?
 Quando surgiu o pecado, imediatamente surgiu a graça! As primeiras palavras de Deus, depois da queda, foram “onde estás?”. Estas palavras foram um convite do Criador para que nossos primeiros pais fossem até Ele, onde havia solução (graça).

 Em Gênesis 3:15 temos o evangelho em miniatura. Ali o Senhor pronuncia: 1) Seu juízo contra a serpente; 2) Sua graça e salvação ao casal (raça humana); 3) Finalmente, pronuncia seus juízos ao casal (humanidade). Aqui se percebe o juízo sendo aplicado sobre a base da graça!

 Lembremo-nos que “onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus” (Romanos 5:20).

Terça-feira: O Dilúvio

Quantas oportunidades de graça e salvação Deus tem oferecido a você a cada dia.
Em que momento na história do dilúvio podemos perceber o juízo e a graça divina em ação?
 O anúncio do juízo divino descrito em Gênesis 6:5-7. Não por iniciativa de Deus, mas como uma resposta à “maldade do homem”.

 Logo no verso 8 é apresentada a graça de Deus a Noé, sua família e a todos os que a aceitassem!

 Os 120 anos dispensados em construir a arca, foram anos de oportunidade de graça e salvação oferecidos àquela geração.

Quarta-feira: Condenação e graça

Embora em João 3:16 encontremos uma mensagem de graça, é preciso compreender, pelo contexto imediato que não se trata de “graça barata”. Se não crermos e obedecermos no salvador, a condenação jaz às portas!
No capítulo 3 de João, como graça e juízo para condenação estão ligados?
 Em João 3:16 e 17 lemos uma mensagem de graça à toda a humanidade, aos que aceitarem a Cristo!

 Na sequência, verso 18, percebemos um esclarecimento com ampliação do exposto nos versos anteriores. Juízo para os que não crêem nEle e absolvição aos que nEle crerem!

 Primeiro, todos estão condenados (ver também, Romanos 3:23); depois, todos estão justificados (Romanos 3:24). Com isso, mais uma vez nesta semana se comprova que juízo e graça estão interligados. Se não houvesse a possibilidade do juízo (condenação), não haveria a necessidade de graça.

Quinta-feira: A hora do Seu juízo

Em Mateus 10:26 nos é dito que para Deus “Não há nada escondido que não venha a ser revelado”. Esta afirmação te deixa tranquilo ou preocupado?

 Se Deus olhasse somente para as nossas falhas, defeitos e pecados, todos estaríamos perdidos!

 Assim como em Gênesis 3, que vimos nesta semana, também em Apocalipse 14:6 e 7, a Palavra de Deus começa proclamando o evangelho da salvação para depois falar de juízo e condenação.

 Felizmente para nós nossa mensagem tem o “evangelho eterno como fundamento”! Desta forma podemos ficar tranquilos, confiados na graça e misericórdia de Deus (veja Romanos 8:1).

Conclusão

1. Desde o Éden, onde surgiu o pecado, a graça e misericórdias do Senhor passaram a ser franqueadas a todos os pecadores que queiram. Note a relação entre esta mensagem e a do último capítulo da Bíblia, Apocalipse 22:17.

2. Embora tenhamos visto nesta semana “o Deus da graça e do juízo”, Ele está muito mais interessado em nos dar sua graça e salvação do que juízo e condenação! (veja I Pedro 3:9).

3. “Jesus não lhes justifica os pecados, mas apresenta seu arrependimento e fé, e, reclamando o perdão para eles, ergue as mãos feridas perante o Pai e os santos anjos, dizendo: ‘Conheço-os pelo nome. Gravei-os na palma de Minhas mãos’" (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 484).


Pr. Dinei Moreira Carriel
Pastor em Guarapuava Norte (ACP)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Recapitulando com sucesso - Lição 4

Clique abaixo em "Leia Mais" ou no título para assistir o vídeo "Recapitulando Com Sucesso", que oferece recursos didáticos para professores da Escola Sabatina.

A ferramenta oferece suporte aos docentes em itens como contextualização dos temas e sugestão de atividades que envolvam a classe, tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico e levando o aluno a tomar uma decisão ao final de cada estudo.

As 8 maiores religiões do mundo

Com tantas doutrinas espalhadas pelo mundo, é até difícil adivinhar quais têm os maiores números de seguidores. Por exemplo, uma delas tem seu principal núcleo de praticantes no Brasil. Você sabe qual é?

Abaixo uma lista preparada pela Super com as principais religiões do mundo:

8. Espiritismo (aprox. 13 milhões de adeptos)

Espiritismo não é exatamente uma religião, mas também entra na lista. A sobrevivência do espírito após a morte e a reencarnação são as bases dessa doutrina, que surgiu na França e se expandiu pelo mundo a partir da publicação de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec (1857). É no Brasil que se encontra a maior comunidade espírita do mundo: 1,3% da população do país é espírita.

7. Judaísmo (aprox. 15 milhões de adeptos)

Atualmente, a maior parte dos judeus do mundo vive em Israel e nos Estados Unidos, para onde migraram fugindo da perseguição nazista. Mesmo assim, os judeus representam somente 1,7% da população norte-americana. Enquanto isso, na Argentina, nossos hermanos judeus são 2% da população.

6. Sikhismo (aprox. 20 milhões de adeptos)

Embora pouco difundido, o Sikhismo é a sexta maior religião do mundo. A doutrina monoteísta foi fundada no século 16 por Guru Nanak e se baseia em seus ensinamentos. O sikhismo nasceu na província de Punjab, na Índia, e grande parte de seus seguidores ainda vivem na região. Eles representam 1,9% da população da Índia e 0,3% de Fiji.

5. Budismo (aprox. 376 milhões de adeptos)

A doutrina baseada nos ensinamentos de Siddharta Gautama, o Buda (600 a.C.), busca a realização plena da natureza humana. A existência é um ciclo contínuo de morte e renascimento, no qual vidas presentes e passadas estão interligadas. Como era de se esperar, essa religião oriental é a principal doutrina em vários países do sudeste asiático, como Camboja, Laos, Birmânia e Tailândia. No Japão, é a segunda maior religião do país: 71,4% da população é praticante.

4. Religião tradicional chinesa (aprox. 400 milhões de adeptos)

“Religião tradicional chinesa” é um termo usado para descrever uma complexa interação entre as diferentes religiões e tradições filosóficas praticadas na China. Os adeptos da religião tradicional chinesa misturam credos e práticas de diferentes doutrinas, como o Confucionismo, o Taoísmo, o Budismo e outras religiões menores. Com mais de 400 milhões de praticantes, eles representam cerca de 6% da população mundial.

3. Hinduísmo (aprox. 900 milhões de adeptos)

Baseado nos textos Vedas, o hinduísmo abrange seitas e variações monoteístas e politeístas, sem um corpo único de doutrinas ou escrituras. Os hindus representam mais de 80% da população na Índia e no Nepal. Mesmo com tamanha variedade, são apenas a terceira maior religião do mundo. Porém, ostentam um título mais original: o maior monumento religioso do planeta. Trata-se do templo Angkor Wat – depois convertido em mosteiro budista –, que tem cerca de 40 quilômetros quadrados e foi construído no Camboja no século XII.

2. Islamismo (aprox. 1,6 bilhões de adeptos)

A medalha de prata na lista das religiões é dos muçulmanos. Segundo projeções, daqui vinte anos, eles serão mais de um quarto da população mundial. Se esse cenário se concretizar, o número de muçulmanos nos Estados Unidos vai mais do que dobrar e um quarto da população israelense será praticante do islamismo. Além disso, França e Bélgica se tornarão mais de 10% islâmicas.

1. Cristianismo (aprox. 2,2 bilhões de adeptos)

Mesmo com o crescimento de outras religiões, o cristianismo continua sendo a doutrina com mais adeptos no mundo todo. Porém, seus seguidores têm mudado de perfil. Há um século, dois terços dos cristãos viviam na Europa. Hoje, os europeus representam apenas um quarto dos cristãos. Mas, o interessante mesmo é apontar onde o cristianismo mais cresceu no último século: na África Subsaariana. De 1910 para cá, a população cristã da região saltou de 9 para 516 milhões de adeptos. (Carolina Vilaverde na Super)

Nota: Neste emaranhado de religiões, isso sem falar das milhares de denominações dentro do cristianismo, podemos fazer a pergunta que Pilatos fez a Jesus: "Que é a verdade?" João 18:38. A única maneira saber a resposta e conhecer a verdade, por que existem tantas religiões, de onde viemos, porque vivemos e para onde vamos é estudando a Bíblia. Convido você a estudá-la.

Clique aqui para estudar a Bíblia. Desvende o maravilhoso universo do passado, presente e futuro delineado por Deus. - Pr. Evandro Fávero

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O BBB e o “estupro consentido” dos brasileiros

A revista Veja desta semana (com uma capa pra lá de apelativa) reclama da baixaria que vem tomando conta da TV. No editorial, publicaram: “O beijo mais casto já foi considerado imoral no cinema nos anos 30 e hoje a nudez parcial e as cenas que evocam o ato sexual são comuns nas telas.” É a mídia contribuindo para, aos poucos, romper toda barreira que ainda persiste na tentativa de conter a avalanche de imoralidade que toma conta do mundo. Mesmo sob a suspeita de que um dos participantes do reality teria estuprado uma colega adormecida (ou entorpecida pelo álcool), Pedro Bial disse: “O amor é lindo.” Além de distorcer o significado da palavra amor (na verdade, o que houve, possivelmente, tenha sido abuso – ou, que seja, fornicação indecente e voyeurística), o jornalista ajuda a esconder os fatos – o que a própria Globo fez, ao retirar da internet os vídeos suspeitos. Depois, Bial simplesmente justificou a saída do rapaz dizendo que o que ele havia feito se tratava de “comportamento inadequado”. Só isso? Possibilidade de estupro (crime), então, seria apenas “comportamento inadequado”?

As redes sociais fervilharam. A TV Record aproveitou a polêmica e martelou o “escândalo BBB” durante todo aquele dia. E a Veja, sem poupar críticas, escreveu: “Santa ironia: a emissora dos bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, lar do assistencialismo apelativo de Gugu Liberato, do sensacionalismo do Domingo Espetacular e das peladonas de A Fazenda, desancava o baixo nível da líder de audiência. Logo quem.” Pois é, Edir, o sujo não pode falar do mal lavado. Toma!

Voltando ao BBB da Globo, o que esse programa chulo tem promovido? O consumo de álcool, o comportamento irresponsável e o sexo livre. E o que a mesma emissora hipocritamente combate ou noticia com espanto, de vez em quando? Os malefícios do álcool (famílias desfeitas, crimes e mortes no trânsito, por exemplo) e o aumento do número de mães adolescentes solteiras. Além disso, tenta combater a disseminação de doenças como a aids (com campanhas igualmente apelativas). Ou seja: morde e assopra.

Infelizmente, é a lei, os valores, os princípios morais e a mente dos brasileiros que vêm sendo estuprados diariamente por essa programação rasteira. Passou dos limites? Sim, mas a audiência continua nas alturas... E uma vez consentido, o abuso deixa de ser abuso.

Michelson Borges
Criacionismo.com.br

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