terça-feira, 1 de maio de 2012

Reacendendo a esperança da volta de Jesus

O escritor e pregador Vance Havner diz que “os primeiros cristãos não aguardavam um acontecimento, mas aguardavam Alguém chegar. Aguardar o trem chegar é uma coisa, mas aguardar chegar alguém que amamos é bem diferente”. Como pessoas que aguardam a segunda vinda de Cristo, devemos centralizar nossa atenção mais sobre Jesus do que sobre os eventos que antecedem Sua vinda.

Jesus colocou diante de Seus discípulos o panorama político, os fenômenos naturais e a condição social e espiritual dos últimos dias. Os sinais que deixou como prenúncio de Sua vinda sempre estiveram presentes em todas as gerações, mas não podemos escapar à realidade de que houve um crescimento exponencial de todos os desastres naturais.

Também por estarmos interligados através da internet e da mídia, temos acesso imediato ao que acontece em todo o mundo, produzindo a impressão de que tudo está pior do que de fato está.

Jesus falou de fome e pestilência. No entanto, nunca se produziu tanto alimento no mundo como agora. Mas a fome continua sendo parte persistente da história da humanidade. Tome também como exemplo os terremotos. Alguns ocasionam perdas de vida e grandes prejuízos materiais, como os que aconteceram no ano passado: um em janeiro, no Haiti, e outro em fevereiro, no Chile.

As notícias, igualmente, salientam o aumento de desastres naturais: elevação da temperatura dos oceanos, derretimento das geleiras, desaparecimento das florestas tropicais... O que vamos fazer com essa quantidade de informações? Elas devem nos levar a esperar a volta de Jesus de maneira saudável. Se elas trazem medo e incerteza, quem sabe não é porque estamos lendo os sinais de Sua vinda de maneira incorreta?

Cada um dos sinais deve ser uma lembrança da promessa que Ele fez: “Virei outra vez.” “A brevidade do tempo é salientada como incentivo para procurar a justiça e fazer de Cristo nosso amigo. Esse não é o grande motivo? Será que é necessário que os terrores do dia de Deus sejam postos diante de nós para nos levar através do medo para a ação correta? Não deve ser assim. Jesus Se propõe a ser nosso amigo e andar conosco através das dificuldades da vida” (Ellen G. White, The Advent Review and Sabbath Herald, 2 de agosto de 1881).

Pr. Jair Góes 
Ministerial - UCO

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