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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Resumo da lição número um da Escola Sabatina

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Título: “Adoração em Gênesis: Duas Classes de Adoradores”

Texto-chave
“Na verdade, o Senhor está neste lugar, e eu não sabia. E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a casa de Deus, a porta dos Céus.” (Gn 28:16, 17).

Objetivos
1. Conhecer as duas classes de adoradores representadas por Abel e Caim;

2. Sentir a diferença de atitude entre os adoradores que valorizam o que Deus oferece e aqueles cuja adoração está centralizada no que eles trazem ao altar de Deus;

3. Adorar a Deus, honrando o sacrifício de Seu Filho Jesus, oferecido para nossa salvação.

Verdade Central
Os verdadeiros adoradores de Gênesis centralizavam suas atividades devocionais no que Deus havia provido para livrá-los do pecado.

Domingo: Adoração no Éden

A existência humana só encontra plenitude de sentido e propósito quando está em íntimo relacionamento com o Criador. Adão e Eva puderam experimentar isto, no Éden, antes da queda. O que aconteceu após o primeiro pecado? (Gên. 3:8-10; Isa. 59:2)

1. Quando pecamos, um intransponível abismo entre Deus e nós é formado. Sentimentos como, culpa, medo e vergonha bombardeiam nossos mais íntimos pensamentos.

2. Antes da queda de Adão e Eva, a adoração no Éden era um sinal de gratidão pela criação. Após o pecado dos nossos primeiros pais, a adoração teria um motivo adicional, não apenas a criação, mas a redenção provida pelo próprio Deus (Gên. 3:15, 21).

3. De maneira maravilhosamente simples, o sábado nos lembra destes dois aspectos. Em Êxodo 20:8-11, o motivo para santificar o sábado é a criação (Gên 2:1-3). Já em Deuteronômio 5:12-15, a libertação dos grilhões da escravidão do Egito é a motivação para celebrar o sétimo dia da semana. Criação e libertação da escravidão do pecado são elementos fundamentais no ato de adorar ao Criador.

Segunda-feira: Adoração fora do Éden

Leia Gênesis 4:1-7. Por que a oferta de Caim foi rejeitada, enquanto que a de Abel foi aceita?

1. "Caim veio perante Deus com íntima murmuração e incredulidade, com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua dádiva não exprimia arrependimento de pecado. Apresentou sua oferta como um favor feito a Deus, pelo qual esperava obter a aprovação divina. Caim obedeceu ao construir um altar, obedeceu ao trazer um sacrifício, prestou, porém, apenas uma obediência parcial. A parte essencial, o reconhecimento da necessidade de um Redentor, ficou excluída" (Patriarcas e Profetas, p. 72).

2. Uma curiosidade: Onde esse sacrifício foi realizado? A “porta” de Gênesis 4:7, é uma referência à porta do Jardim do Éden: "À porta do Paraíso, guardada pelos querubins, revelava-se a glória divina. Ali compareciam Adão, Eva e seus filhos a fim de adorarem a Deus. Ali renovaram seus votos de obediência àquela lei cuja transgressão os havia banido do Éden" (Patriarcas e Profetas, p. 63). No mesmo verso é-nos dito que o “pecado jaz à porta”. A palavra hebraica hatt’at, pode significar tanto “pecado”, como “oferta pelo pecado”. Gênesis 4:7 está sugerindo que uma oferta/sacrifício apropriada para a adoração de Caim estava disponível na porta do Jardim do Éden. (Veja mais em: Joaquim Azevedo. "À Porta Do Paraíso. Uma Interpretação Contextual De Gn 4:7." Hermenêutica 3 (2003): 3-22).

3. A história de Caim e Abel representa dois grupos de adoradores. Como C. S. Lewis, o famoso escritor irlandês, certa vez escreveu: “Existem dois grupos de pessoas. Aqueles que dizem a Deus, ‘Que Tua vontade seja feita’. E Aqueles a quem Deus diz: ‘Que sua vontade seja feita’”. Na história destes dois personagens, percebe-se quem foi e quem não foi aprovado por Deus.

Terça-feira: Duas Classes de Adoradores

A linhagem de Caim ficou conhecida como “filhos dos homens”, enquanto que a linhagem de Sete, o terceiro filho de Adão e Eva, passou a ser identificada como “filhos de Deus”. São estes os dois grupos, adoradores fiéis e infiéis, que encontramos em Gênesis 6:2. É impossível viver sem influenciar. E nesse caso, os adoradores verdadeiros foram influenciados pelos falsos. No final das contas, Deus tinha apenas uma família com oito pessoas que ainda o adoravam verdadeiramente.


1. Um detalhe interessante que destaca a importância dos fiéis adoradores de Deus pode ser visto nas genealogias dos familiares de Sete, em Gênesis 5. Lá se menciona não simplesmente o nome de cada membro desta família de adoradores, mas também o tempo de vida de cada um. Em contrapartida, em Gênesis 4, na lista da descendência de Caim, nota-se apenas os nomes dos seus descendentes, sem qualquer menção ao tempo de vida. Com isso o autor bíblico estava querendo nos demonstrar uma atenção especial de Deus para aqueles que fazem a sua vontade.

2. Deus estendeu amplas oportunidades para os “filhos dos homens” voltarem para os caminhos da verdadeira adoração, 120 anos! (Gên. 6:3) Mas o dilúvio se tornou inevitável diante das insistentes negações do apelo divino.

3. Após o dilúvio, Noé construiu um altar ao Senhor. Essa foi sua primeira atitude após sair da arca. Noé nos lembra da famosa declaração de Jesus: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mat. 6:33) Noé e Jesus nos ensinaram, em suas vidas, qual deve ser nossa maior prioridade.

Quarta-feira: A Fé demonstrada por Abraão

Assim como um pai deve dar um bom exemplo para seus filho(a)s, Abraão nos proporciona diversos exemplos relacionados a adoração. Abrão, posteriormente Abraão, foi chamado para sair de sua terra (Gên. 12:1), a cidade de Ur dos Caldeus. Na época, por volta do ano 2 mil a.C., tal cidade tinha aproximadamente 24 mil habitantes. Era um grande centro econômico, e também religioso. A principal divindade era o deus lua Nanna. Seu templo, conhecido como ziggurat, é uma das construções mais antigas e bem preservadas de todos os tempos. Por que Deus pediu para Abrãao abandonar uma cidade tão próspera para se viver?

1. Saindo de Ur dos Caldeus, um território nas proximidades de Babilônia, Abraão nos faz lembrar do último convite divino para aqueles que insistem na associação com uma adoração falsa: “Retirai-vos dela [da Babilônia espiritual], povo meu!” (Apoc. 18:4). Verdade e erro não se misturam, e, portanto, Deus necessita retirar os Seus fiéis adoradores de onde o erro e o engano espiritual reinam.

2. “Onde quer que armasse a tenda, junto erigia o altar convocando todos os que faziam parte de seu acampamento para o sacrifício da manhã e da tarde. Quando a tenda era removida, o altar ficava. Nos anos subsequentes, houve os que entre os cananeus errantes receberam instrução de Abraão; e, quando quer que um desses vinha àquele altar, sabia quem havia estado ali antes; e depois de armar a tenda, reparava o altar, e ali adorava o Deus vivo” (E. G. White, Patriarcas e Profetas, p. 122-123).

3. Será que seus vizinhos, colegas de trabalho e outros familiares conseguem reconhecer em você e em sua família adoradores do Deus vivo, como Abraão? Como está o seu altar da família?

Quinta-feira: Betel, a Casa de Deus

A Bíblia chama Esaú de “perito caçador” (Gên 25:27), a mesma descrição dada a Nimrode, o fundador de Babilônia, como lemos em Gênesis 10:9-10. Não foi mera coincidência que o autor de Gênesis identificou ambos da mesma forma. Esaú não tinha interesse em assuntos espirituais, fato este confirmado no abandono de sua primogênitura, que trazia consigo funções sacerdotais (Gên. 25:29-34). Em contrapartida, em Gênesis 28, seu irmão Jacó, apesar das suas inúmeras imperfeições de caráter, nos ensina várias lições da verdadeira adoração:

1. Verdadeira adoração deve ser caracterizada por um temor, que não tem a ver simplesmente com respeito, mas também com medo da Majestade de Deus. Esse foi o sentimento de Jacó ao descobrir que Deus estava no mesmo lugar onde ele se achava. (Gên. 28:17). Tal postura deve ser imitada por nós que aguardamos a volta do Senhor (Apoc. 14:7).

2. Verdadeira adoração está centralizada na revelação do próprio Deus e não em sentimentos oscilantes. O apóstolo Paulo sugere que nosso culto seja “racional” (Rom. 12:1), e não simplesmente emocional.

3. Verdadeira adoração leva o adorador a tomar decisões sérias e permanentes. Diante da grandeza da Divindade, Jacó fez um pacto/compromisso com Deus. Se Este o abençoasse em sua jornada, ele seria fiel em seu dízimo, a décima parte de tudo que ele viesse a adquirir (Gên 28:22).

Conclusão

1. Adoramos a Deus como gratidão pela Sua Criação e pela nossa Redenção.

2. A adoração deve ser feita de acordo com a vontade de Deus, não de acordo com nossa.

3. Nossa maior prioridade deve ser adorar ao Criador, como exemplificado na vida de Noé.

4. Assim como Abraão, precisamos “construir” diariamente um altar ao Senhor em nossas casas.

5. A verdadeira adoração deve ser racional, e deve levar o adorador a temer a Deus, e a tomar uma decisão sincera e duradora.

Pr. Luiz Gustavo S. Assis
Distrital em Caxias do Sul/RS

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Servidores da USB participam de seminário no Catre

Programa incentivou a participação nas 40 madrugadas e busca pelo Espírito Santo.

Administradores, líderes de departamentos e servidores da União Sul-Brasileira da Igreja Adventista participaram no último final de semana de um Seminário de Enriquecimento Espiritual. As atividades aconteceram no Centro Adventista de Treinamento e Recreação (Catre) em Governador Celso Ramos (SC). O evento incentivou os servidores adventistas a terem uma experiência profunda com Deus na primeira hora do dia, seguindo como sugestão o programa das 40 madrugadas, cuja ideia é dedicar tempo para a oração intercessora e estudo da Bíblia. Cada colaborador do escritório recebeu apostilas e outros materiais auxiliares para a prática da atividade espiritual.

Ao longo do evento, foram mostrados exemplos práticos de como a oração faz a diferença na vida do indivíduo e de pessoas que o cercam. Na vida de Cleverson Maciel, a transformação foi radical. Ele já foi do mundo do crime, pagou o preço pelos erros cometidos, e foi resgatado pelo evangelho. Hoje é evangelista e já trouxe para a igreja pessoas como Carlos Aberto dos Santos, personagem com história semelhante. Ambos são fruto de um programa de oração intercessora em Santa Catarina que já levou 56 pessoas ao batismo.

Dona Mafalda Lehmkuhl, de Balneário Camboriú (SC), outra convidada, é uma mulher de oração. Uma de suas vizinhas pediu oração e dona Mafalda propôs que orassem não apenas um único dia, mas ao longo de quarenta madrugadas. O encontro de oração acontece sempre às 5h30 da manhã. "Só quem passa por uma experiência assim sabe como é", garante. O período de oração já terminou e a catarinense comemora o fato de que a vizinha já participou até de reuniões na Igreja Adventista na cidade. Agora, elas querem começar um novo ciclo de oração, fazendo dessa prática um hábito, conforme o objetivo do projeto.

Roger Marquardt, programador na USB, e a esposa Laila, estão no grupo dos que começaram as madrugadas de oração. Ele acredita que participar do programa com a esposa vai unir ainda mais a família. Roger também destaca a necessidade dessa iniciativa para quem trabalha nos escritórios da organização. "Buscar a Deus nas primeiras horas de cada dia é essencial para a sobrevivência espiritual, principalmente pra gente que trabalha nos escritórios da igreja. A responsabilidade e a necessidade de comunhão são ainda maiores", argumenta.

Busca pelo Espírito Santo

A agenda do evento oportunizou também a abordagem de assuntos tratados como prioritários pela Igreja Adventista, num contexto em que se trabalha por um reavivamento e reforma espiritual.

Um destes itens explorados foi a função e a pessoa do Espírito Santo. O pastor e coordenador do curso de Teologia do Iaene (Instituto Adventista de Ensino do Nordeste), Demóstenes Neves, é um estudioso do assunto e foi o convidado especial da programação. Segundo Neves, que também é doutorando pela Universidade Federal da Bahia, a igreja precisa falar e orar mais pelo Espírito Santo. "Ao falar, ao orar, ao ter o Espírito Santo, aqueles que atuam em nossas instituições serão não apenas um grupo que se reúne para trabalhar, mas será um grupo que se úne nos vínculos espirituais produzidos pelo Espírito Santo. Isso vai impactar na qualidade do trabalho, na satisfação e nos resultados, para a glória de Deus e para apressar a Volta de Jesus", conclui o professor.

Márcio Tonetti
Assessor de Imprensa

sábado, 25 de junho de 2011

Sê forte, não temas

"Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares." Josué 1:9

Era uma decisão difícil, o que fazer? Estava diante de uma campanha de colheita em uma igreja que por meses se havia preparado e também de uma notícia que nos causou grande choque: minha filha, no oitavo mês de gestação, apresentou problemas cardíacos e o diagnóstico era que talvez não sobrevivesse ao parto. Realmente estávamos angustiados.

Nessa ocasião eu trabalhava como capelão do Colégio Adventista de Chepén (Peru) e não contávamos com nenhum familiar que nos pudesse ajudar. Minha esposa foi internada no hospital regional de Chiclayo. Eu deveria pregar o evangelho ou cuidar de minha esposa? Pensei que o melhor seria estar com ela nestes momentos difíceis e lhe disse:

- Vou pedir ao pastor distrital que envie outra pessoa e eu ficarei com você.

A resposta dela me surpreendeu:
- Você não deve renunciar agora. Se você for fiel a Deus, Ele também lhe será fiel. Cumpra a sua missão e Deus cuidará de nós duas.

Senti que Deus me estava falando por intermédio dela e fui inspirado a seguir em frente.

Essa foi uma semana muito difícil para mim, mas a cada passo sentia que Deus estava comigo. As palavras de Josué 1:9 ressoavam em minha mente o tempo todo e as orações da igreja nos sustentaram e nos animaram grandemente.

Todas as manhãs eu ia ao hospital para ver minha esposa. Durante o período da tarde visitava os interessados e à noite pregava. Então, pegava minha filha maior que ficava aos cuidados de uma irmã e ia para casa para dormir, pensando se algo teria ocorrido na minha ausência.

Minha esposa deve ter sentido minha incerteza, pois na quinta-feira me disse:

- Não se preocupe quanto à sua filha nascer enquanto não estiver aqui. Você irá realizar o batismo no sábado de manhã e ela irá nascer no sábado à noite (os médicos ainda não haviam determinado a data para o parto e, a despeito de nossas orações, os exames não mostravam bons resultados) e será uma criança sadia, você verá.

A fé de minha esposa me deixou comovido e fortaleceu-me a fé.

Aquele sábado foi inesquecível! Vinte e três pessoas se entregaram a Jesus. Deus nos dera a vitória! E a Milca Berenice chegou a este mundo (sábado à noite) sem qualquer enfermidade. Seu nome significa “Rainha que traz a vitória” e ela nos é um lembrete constante de que Deus nos dá a vitória se formos fiéis. Ele nos pede para nos esforçarmos e nos afirma a certeza de Sua presença.

Pr Roberto Alcántara Acuña
Asociación Nor Pacífico Del Peru - UPN

11º Seminário “A Filosofia das Origens”

Já estão abertas as inscrições para o 11º Seminário “A Filosofia das Origens”, que sertá realizado em Curitiba, entre 19 e 21 de agosto de 2011. O evento vai tecer considerações sobre as origens na perspectiva criacionista. O seminário é realizado pela Sociedade Criacionista Brasileira e conta com o apoio do Departamento de Educação da União Sul-Brasileira. Na relação de palestrantes estão nomes como Eduardo Lütz, pós-graduado em Física pela Universidade Friedrich-Alexander, Erlangen, Alemanha; Marcos Natal de Souza Costa, doutor em Geologia pela USP; Marcus Vinicius Coimbra, doutor em Microbiologia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Medical College of Virginia (Estados Unidos) e membro titular da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, a CTNBIO; Queila de Souza Garcia, doutora na área de Ecofisiologia Vegetal pela Unicamp; Márcia Oliveira de Paula, doutora em Microbiologia pela USP; Nahor Neves de Souza Júnior, doutor em Geologia pela USP e coordenador do Geoscience Research Institute no Brasil; Tarcísio da Silva Vieira, mestre em Química Orgânica pela Universidade de Brasília e professor no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Tocantins; Enézio de Almeida Filho, mestre em História da Ciência pela PUC-SP e coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente.

Eles vão explorar eixos temáticos como “Origem do Magnetismo Terrestre”, “Origem das Mutações”, “Origem dos Fósseis”, “Origem da Vida”, “Origem do Universo”, “Origem das Plantas” e “Origem das Formações Geológicas”. Ao longo do seminário também serão lançadas publicações da SCB sobre assuntos afins.

As vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas pela internet, no site www.scb.org.br ou na página www.filosofiadasorigens.com.br. A programação terá lugar no auditório do Colégio Curitibano Adventista Bom Retiro, situado à rua Nilo Peçanha, 501.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Resumo da Lição 13 da Escola Sabatina

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Título: “Revestidos de Cristo”

Texto-chave
“Pelo contrário, revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne.” (Rm. 13: 14, NVI)

Objetivos

1. Entender que é preciso estarmos revestidos de Cristo.

2. Compreender que deve haver, inevitavelmente, a morte da natureza terrena, se queremos as novas vestes de Cristo.

3. Saber que, por meio da fé, Cristo tira de nós as veste sujas – símbolo de pecado e da condição do homem sem Deus - e nos veste de roupas limpas – símbolo de Sua justiça e de Seu caráter, condição do homem com Deus.

4. Aceitar ser despojado da antiga natureza (vestes sujas) e ser revestido da justiça de Cristo.

Verdade Central
Só Jesus Cristo é nossa garantia de vida imortal futura.

Lição de domingo: Herdeiros conforme a promessa

De que promessa nos tornamos herdeiros? Que implicações práticas isso tem para nossa vida hoje? (Gl. 3: 26-29)

1. Quando entregamos nossa vida a Cristo, automaticamente nos tornamos descendentes de Abraão e herdeiros da promessa. (Gl. 3: 29)

2. Se aceitamos o dom divino da salvação, Deus nos reveste de Sua justiça por meio de Cristo e podemos reclamar Suas promessas como se fossem nossas. (Gl. 3: 27)

3. No reino celestial, todos recebem a mesma vestimenta de Cristo pela fé.

Lição de segunda-feira: Nenhuma provisão para a carne

Por que é tão importante não haver qualquer provisão para a natureza carnal? De que forma ela pode continuar sendo alimentada na vida dos que professam a fé em Cristo? (Rm. 13: 14)

1. É preciso haver a morte diária do EU, isto é, o cristão precisa deixar de ser o senhor da própria vida.

2. O coração dos problemas humanos é o problema do coração.

3. Em nosso viver diário, o Senhor prepara diversas situações com o objetivo de negarmos a nós mesmos. É preciso, pois, estarmos atentos a esses sinais.

Lição de terça-feira: Despir e Vestir

De que é consequência a morte espiritual de que fala Paulo? Em outras palavras, como ela é possível? (Cl. 3-1-4)

1. A natureza carnal está em clara oposição à natureza espiritual, renovada. (Cl. 3: 9)

2. Paulo propõe, por meio de um imperativo (“Pensai”), que nossos pensamentos estejam naquilo que agrada a Deus. (Cl. 3: 2)

3. A morte para o pecado implica rompimento total de laços com ele e uma nova vida de entrega a Cristo e de comunhão com Deus. (Cl. 3: 5-10)

Lição de quarta-feira: Num piscar de olhos

Paulo afirma que nosso corpo será revestido da incorruptibilidade e da imortalidade. Como essa bendita promessa afeta nossa forma de agir em relação a tudo aquilo que é corruptível e mortal? (I Co. 15: 49-55)

1. Mais uma vez, Cristo nos reveste, dá-nos um corpo novo, glorioso, definitivamente incorruptível e imortal.

2. A bendita esperança da restauração total em Cristo renova nossa fé diária.

3. Nossa esperança de restauração está em Cristo, por isso jamais devemos nos apartar dele.

Lição de quinta-feira: Nossa habitação celestial

Que importância temos dado àquilo que Deus tem preparado, ou seja, às provisões que ele tem feito, para aqueles que O amam? Como devemos proceder hoje a fim de sermos revestidos de incorruptibilidade? (I Co. 5: 1-5)

1. Paulo contrasta o corpo terrestre – corruptível e mortal – com o novo corpo, revestido de glória e de imortalidade. (2 Co. 5: 1)

2. Há uma condição para que nosso corpo mortal seja revestido da imortalidade: sermos encontrados por Deus vestidos, e não nus. (2 Co. 5: 2 e 3)

3. Na metáfora do “gemer de angústia”, Paulo alude à importância de não estarmos conformados a este mundo e destaca a necessidade de nosso corpo mortal ser absorvido pela vida. (2 Co. 5: 4)

Conclusão

1. Só há uma maneira de recuperarmos a vida eterna perdida no Éden, vida que foi perdida por causa da entrada do pecado: entregando o EU para ser morto por amor a Cristo e ao evangelho.

2. Com a morte da natureza terrena, somos revestidos de Cristo e habilitados a adotar seus princípios, a imitar Seu exemplo, a aceitar sua direção em nossa vida.

3. É necessária a morte espiritual do corpo corruptível, que é resultado de uma entrega completa da vontade humana a Deus mediante a fé em Cristo, a fim de sermos revestidos da imortalidade.

4. Revestidos de Cristo, renovados nEle, a vida do cristão se torna inseparável da de Cristo; passamos a ser um com Ele.

Pr. Amauri Alves
Distrital de Rolante - ASR

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Faça silêncio e escute

“De manhã ouves a minha voz; quando o sol nasce, eu faço a minha oração e espero a tua resposta”. Salmo 53

Acabara o tempo de preparação. O professor distribuiu as provas, uma a uma. Lentamente, enquanto ele se aproximava de mim com a temida prova na mão, eu era incapaz de persuadir minhas pernas a pararem de tremer. Para dizer a verdade, não havia dormido bem na noite anterior tentando fazer com que a informação entrasse gota a gota no meu cérebro pantanoso. O professor tomou assento e a prova começou.

Diante de mim a folha parecia estar escrita em alemão antigo. Não entendia nada. Na sala havia um silencio sepulcral. Transcorriam os minutos e os enigmas apresentados faziam com que minha concentração chegasse ao clímax... Então, de súbito, ouviu-se um ruído estrepitoso e tremelicante que fez com que trinta alunos, em coro, prendessem a respiração, deixassem cair a caneta e erguessem a cabeça. O culpado do som desconcertante se encontrava placidamente sentado do outro lado da mesa, e com um sorriso malicioso no rosto confessou:

– Eu tive de aplaudir. Ocorre que não tolero o silêncio – sentenciou entre risos o idoso professor.

Por definição, o silêncio é a ausência de som. É também uma espécie em extinção, um bem raro em nosso mundo. Porém, ele é fundamental quando anelamos pela saúde espiritual. As Sagradas Escrituras afirmam: “Descansa no SENHOR e espera nele”. Salmo 37:7.

Assim sendo, o silêncio é uma característica importante para entrar em comunhão com Deus. O silêncio deixa a alma desnudada diante do Criador. Ele dá a oportunidade do diálogo com Jesus. Sem que o toque do celular o desperte informando que você tem uma chamada ou mensagem; sem que a música no rádio leve a sua mente a se perder na letra que está sendo cantada; sem que as notícias o distraiam com um acontecimento que você acabará vendo e ouvindo inúmeras vezes durante o dia.

Por que muitas vezes em nossa agenda o silêncio é algo tão difícil? Quando foi a última vez que você esteve a sós com Deus, apenas meditando o silêncio entre ambos? Quando foi a última vez que você desligou tudo o que pudesse interferir em sua devoção pessoal para desfrutar momentos de intimidade com Ele?

Encontre um lugar onde você possa estar tranquilo em sua casa, em uma praça, no campo, no quintal... Peque a Bíblia, que é a fonte das respostas Divinas às ansiedades humanas e... “Faça silêncio e escute” Dt 27:9, NVI. ... o que Deus tem para lhe dizer.

Pr. Fabricio Kos
Capellán Instituto Adventista de Rosario - UA

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Resumo da lição 12 da Escola Sabatina

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Título: “Mais Imagens de Vestes”

Texto-chave
“Porque, dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada...”. Marcos 5:28

Objetivos:

1. Conhecer o significado associado às roupas nas diversas situações em que Jesus esteve envolvido.

2. Identificar-se com o contexto emocional das histórias e como essas emoções destacam o ser, humano e divino, da natureza de Cristo.

3. Seguir o exemplo de serviço humilde e desinteressado de Cristo.

Verdade Central:

Vestes (roupas) não falam, mostram. Jesus como ser humano, usava roupas. Ao ser Ele despido foi colocado em uma posição inferior e de humilhação. Embora fosse nosso Criador e Rei do Universo suportou a humilhação, o escárnio e os insultos, para mostrar Seu amor redentor pela humanidade.

Lição de domingo: “Quem Me tocou nas vestes?”

Por que Jesus teria desejado saber quem havia tocado Suas vestes? Marcos 5.30-34.

1. Jesus queria deixar claro que não havia nenhum poder mágico em Suas vestes, capaz de produzir uma cura. Mas o poder de Deus havia operado, na mulher, através de seu ato de fé.

2. Cristo queria usar o testemunho da mulher curada para mostrar que por mais precária e embaraçosa que seja a situação do ser humano, só o poder de Deus pode devolver a saúde plena.

3. Todo aquele que se achega a Cristo, consciente da sua própria impotência e necessidade, será curado.

Lição de segunda-feira: Ele “tirou as vestes”

Jesus “tirou as vestes” e ocupou o papel de um servo, ao lavar os pés dos discípulos. Quão “baixo” você está disposto a ir pelo bem de outras pessoas? Qual foi a última vez que “tirou as vestimentas” para ministrar às necessidades dos outros? João 13:1-16.

1. Enquanto o ser humano luta por poder e reconhecimento terreais, o que ele necessita é viver dependente da graça salvadora de Cristo.

2. O fato de que o Filho de Deus Se curvasse para fazer o trabalho humilhante de um servo, envergonhou os discípulos que estavam à procura de supremacia.

3. Cristo “tirou a vestimenta de cima” mostrando Sua boa vontade para Se humilhar e descer a qualquer nível necessário para alcançar os Seus amados.

Lição de terça-feira: “Nem rasgará as suas vestes”

Em que sentido podemos ser apanhados em nosso senso de justiça própria, de superioridade moral e espiritual, que nos tornamos cegos para verdades que o Senhor deseja que aprendamos? Levíticos 21:10.

1. A lei mosaica proibia ao sumo sacerdote rasgar suas vestes clericais, porque elas simbolizavam a perfeição do caráter de Deus. Rasgá-las era o mesmo que profanar o caráter de Deus e desfigurar Sua perfeição.

2. O gesto de rasgar as vestes sacerdotais tornou-se um simbolismo do começo do fim de todo o sistema terrestre de sacerdócio e sacrifício, dando passo a um novo e melhor sistema, tendo a Cristo como Sumo Sacerdote no santuário celestial.

3. É possível ficar cego às verdades da salvação e da vida eterna, quando o “eu” está no controle do coração humano.

Lição de quarta-feira: Vestes de zombaria

O texto de Mateus 27:27-29 relata o escárnio que Jesus sofreu. O que isso nos diz sobre a ignorância, insensatez e crueldade humana? Será que o mundo hoje ainda trata Seu Redentor da mesma forma?

1. Enquanto a zombaria do sacerdote consistia de um ataque à autoridade espiritual de Jesus, a dos soldados atacava Sua soberania política.

2. Cristo aceitou ser vestido com “vestes de zombaria” para oferecer ao mundo pecaminoso Suas vestes de justiça e perfeição.

3. Seguindo o exemplo de Jesus, como um cristão deveria responder ao ser tratado injustamente?

Lição de quinta-feira: “Repartiram entre si as Minhas vestes”

Qual o significado profético dos soldados repartirem as vestes de Jesus perto da cruz e como isto é importante para todos nós? João 19:23, 24.

1. Sentindo, Jesus, o peso dos pecados de todo o mundo caindo sobre Ele e a separação do Pai O esmagando, foi encorajado a suportar esses terríveis sofrimentos, ao ver o cumprimento da profecia de Salmos 22:18.

2. Toda vez que passamos por tempos de necessidades e sofrimentos, as profecias que já se cumpriram reafirmam nossa fé no cumprimento das promessas de Deus e a verdade se fortalece em nosso coração.

Conclusão:


1. As “vestes” humanas são precárias e embaraçosas como a situação da mulher com hemorragia. Por isso, somente a veste da graça de Cristo pode mudar essa situação.

2. Ao ver o cumprimento da profecia de Salmos 22:18, Jesus foi encorajado a suportar os terríveis sofrimentos causados pelo peso dos pecados do mundo caindo sobre Ele e o esmagador sentimento de separação do Pai.

3. Deus providenciou o plano da salvação, derrotando o inimigo por meio de Cristo. Com isto podemos ser elevados da condição de mendigos espirituais que vestem trapos de imundícia, para a condição de filhos de Deus, justificados e vestidos com a roupa da justiça de Cristo.

4. Todo filho de Deus refletirá o caráter manso e humilde de Cristo em qualquer situação da vida.

Pr. Maxell Jesus Arias Justiniano
Distrital de Garcia, Blumenau/SC

terça-feira, 14 de junho de 2011

Sonegar ou não, eis a questão!

No dia 15 de junho começa a devolução do Imposto de Renda àqueles que fizeram a sua declaração DIRPF, relativa ao ano anterior e somente nos casos em que o imposto retido foi maior que o imposto devido. A cada ano ouvimos e comprovamos que a Receita Federal tem apertado o cerco para que nada passe despercebido aos olhos do Governo no que tange o aumento da arrecadação de impostos federais.

Bem, e o que isso tudo tem a ver conosco? Tem muito a ver! Pergunte-se: Fiz a minha declaração de imposto de renda de tal forma que demonstrei corretamente toda a minha movimentação financeira? Fui honesto com todas as informações fornecidas? Até que ponto procurei um “jeitinho” de não pagar impostos? Ou, o que dizer de importar e não declarar? ou, comprar artigos pirateados? ou, fazer cópias de músicas ou filmes sem o devido direito de propriedade? São tantos “ou isso ou aquilo” que até ficamos confusos se estamos envolvidos nisso tudo!

Acontece que não é de hoje e nem vai terminar amanhã, em que assistimos nos noticiários nacionais os desvios de verbas públicas, as malas de dinheiro, os subornos e compra de apoio políticos em nosso país. Sei que existem governantes e políticos honestos e sérios, mas há um grupo que ainda denigre essa classe de representantes do povo.

Não isento as autoridades públicas pelos erros e fraudes que defraudam a honra e o orgulho nacional de cada brasileiro, mas faço uma pergunta: Isso que ocorre em nosso país nos dá liberdade ou até ameniza nossa consciência em relação ao tributar corretamente? Sejamos diretos: A desonestidade de alguns é motivo para que não tenhamos um caráter genuíno, incorruptível, sendo cumpridores de nosso dever tributário como cidadãos?

Segundo o apóstolo Paulo, pagar devidamente nossos impostos é uma obrigação, mesmo que não concordemos com a aplicação dos mesmos. Em Romanos 13:6,7 lemos: “Por este motivo, também pagai tributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente a este serviço. Deem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”.

Jesus Cristo foi inquirido a devolver imposto. O relato consta em Mateus 17: 24 a 27. Jesus não concordou com a proposta, mas para não “escandalizar” os cobradores, ele ordenou a Pedro que lançasse um anzol na água. O primeiro peixe que foi fisgado, tirado da sua boca foi uma moeda capaz de ser entregue e pago o imposto.

Noutro momento, Jesus foi induzido a cair numa cilada que envolvia definir se era adequado devolver impostos a César. Sem vacilar, Jesus orientou: “...Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” Lucas 20:25. Aqui, mais uma vez, Jesus dá o exemplo na prática da honestidade.

A Bíblia ensina que “todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por Ele instituídas”. Romanos 13:1.

Amigo, comentar o que a Bíblia declara é desnecessário. Mensagens claras, precisas e objetivas. Fazer o certo sempre vale a pena! Tribute!

Por Elton Bueno
em Mente Pensante

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Dietas da moda são enganosas

É comum que haja na mídia uma linha de dietas criando tendência. São os regimes sendo seguidos por celebridades e que prometem perda de peso rápida com pouco esforço. Mas quando a maioria das pessoas decide fazer a “dieta da moda”, não leva em conta que o emagrecimento duradouro só acontece com mudanças de hábito e estilo de vida. Além disso, cada pessoa tem necessidades particulares, que podem não se encaixar no método.

“Você pode fazer dieta até ficar com o rosto azul, mas se você não é fisicamente ativo ou não desenvolve hábitos duradouros, como tomar café da manhã, ou planejar melhor as suas refeições, (a perda de peso) não vai durar”, afirma a nutricionista Katherine Tallmadge. Ela aconselha que para que um regime funcione de forma permanente, a dieta deve ser feita especialmente para o indivíduo, acomodando suas preferências alimentares.

“Dietas não funcionam de verdade, para ser honesta. A perda de peso deveria ser realmente o resultado de uma mudança de estilo de vida”, diz Katherine. (Blog Boa Saúde)

Nota: Não se deve cuidar da saúde apenas pela moda ou opinião pública. Cuidar da saúde deve ser um estilo de vida de todo filho de Deus. Faça a você mesmo estas perguntas: "'Estou praticando a verdadeira temperança em todas as coisas?' 'É o meu regime de molde a colocar-me na posição em que eu possa realizar a maior soma de bem?' Se não podemos responder afirmativamente a essas perguntas, permanecemos em condenação diante de Deus, pois Ele nos fará inteiramente responsáveis pela luz que fez brilhar em nosso caminho. Deus releva o tempo de ignorância, mas tão logo a luz brilhe sobre nós, Ele requer que mudemos os hábitos destruidores da saúde, e que nos relacionemos devidamente com as leis físicas. A saúde é um tesouro. É de todas as posses temporais a mais preciosa. Riqueza, cultura e honra são adquiridas ao elevado preço da perda do vigor da saúde. Nada disso pode assegurar felicidade, se falta a saúde. Terrível pecado é o abuso da saúde que Deus nos deu; tais abusos nos debilitam por toda a vida, e nos tornam perdedores mesmo que ganhemos por esse meio qualquer soma de educação." Conselhos Sobre Regime Alimentar, 19,20. Pense nisto!

Pr. Evandro Fávero

Harold Camping e o fim do mundo

Harold Camping diz já saber nova data para o fim do mundo. Depois de causar pânico na população, dizendo que o mundo acabaria no último dia 21 de maio e falhar em suas previsões pela segunda vez, o pastor norte-americano Harold Camping, líder da denominação evangélica Family Radio, se refugiou em um motel com a esposa. E só reapareceu dois dias depois para se desculpar. O religioso diz ter se retirado para refazer os cálculos do fim dos tempos, esfriar a cabeça, e remarcar uma nova data.

Nos Estados Unidos, a carreira do profeta caiu em descrédito em 6 de setembro de 1994, data anunciada por ele para a volta do Messias à Terra. À época, um grupo se reuniu na Califórnia à espera do filho de Deus, mas nada aconteceu, para a frustração de seus seguidores.

O grupo se baseia na interpretação que o líder Camping, antigo engenheiro civil de 89 anos, faz de passagens bíblicas e de fatos recentes. E tem na fundação do Estado de Israel, em 1948, o sinal de Deus para afirmar que o dia do julgamento da humanidade está próximo.

Segundo o pastor, o juízo final começaria 7 mil anos depois do grande dilúvio, que teria acontecido em 4.990 a.C. Harold Camping diz ter encontrado a chave do mistério escondida entre versículos bíblicos, que procura explicar numa linha cronológica, que é detalhada no site www.ebiblefellowship.com, disponível também em português.

A crença do juízo final é seguida por centenas de seguidores do pastor apocalíptico. Nestes últimos meses, o grupo iniciou uma campanha de marketing internacional para anunciar o fim do mundo. O segmento evangélico acredita que breve acontecerá o Arrebatamento da Igreja de Jesus Cristo, que é o momento da subida aos céus das boas almas. Nesse contexto, os "maus" ficarão na Terra para sofrerem um período de grande tormento até o juízo final.

No Brasil, o grupo fincou sede no bairro de Nova Gameleira, em Belo Horizonte. Mas as palavras apocalípticas de Camping se espalham pelos grandes centros do País. Para a maioria dos católicos e evangélicos, tudo não passa de um blefe. Acreditam que só Deus sabe o dia e a hora do juízo final.

Se depender dos religiosos norte-americanos, o aprendiz de profeta deve colocar a barba de molho devido às suas sucessivas falhas. Camping explicou, porém, que o planeta passou no último dia 21 por um julgamento espiritual. "O arrebatamento só ocorrerá mesmo em 21 de outubro deste ano", avisa Camping.

Muitos de seus seguidores estão em situação difícil. No Twitter, alguns abriram seus corações, fazendo confissões de pecados, momentos antes da hora final prevista. Além disso, houve quem pedisse demissão do emprego e vendesse o que tinha para aguardar em paz o fim dos tempos. Como nada aconteceu, precisaram retomar a vida, mas estão desacreditados, desempregados e com as finanças combalidas. Para eles, realmente parece o fim do mundo. (AdonaiNews)

Nota: "A Bíblia deixa claro o ensinamento de que Jesus irá voltar. Porém é enfática ao afirmar que ninguém pode marcar o dia e a hora de Sua volta. "Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai." Mateus 24:36.

A Bíblia também ensina que aqueles que marcam uma data para a volta de Jesus devem ser considerados falsos profetas. "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis." Mateus 24:24-26

Jesus voltará. Ele deixou sinais que indicam o tempo do fim, mas o dia e a hora não podemos saber. É por isso Ele exortou a estar sempre preparados. "Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá." Mateus 24:42-44

Pr. Evandro Fávero

Leia também:
Ele vai voltar
A Noiva estava linda
Só na volta

sábado, 11 de junho de 2011

Deus não muda

“Eu sou o Senhor e não mudo.” Malaquias 3:6 (BLH).

Conta-se que dois teólogos conversavam sobre os atributos de Deus, quando um deles perguntou: “Você já imaginou se Deus, por um minuto, perdesse Sua imutabilidade?” Refletindo, o outro respondeu: “O Universo se transformaria num caos”.

Vivemos hoje numa época de muitas mudanças, de contradições e até injustiças. As descobertas científicas produzem grandes mudanças. A indústria e o comércio criam novos hábitos. A síndrome do consumismo cria o homem “papel-carbono” que se mantém em constante mudança.

Ao contrário a tudo isto, a imutabilidade divina é segurança para cada um de nós. É a nossa garantia que Deus é amor, e sempre será. É a garantia que a justiça é base de Seu governo. Ele continua sendo justo, mesmo quando não o somos. É a garantia que Suas promessas nunca falharão. É a garantia de que Sua Palavra é confiável.

Todos nós infelizmente, já assistimos cortejos fúnebres muitas vezes. Como pastor já dirigi pessoalmente muitos funerais. E, sempre tenho em mente a promessa de Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida” Jo 11:25. Nesta promessa Jesus nos garante que iremos reencontrar nossos queridos na ressurreição.

Outro ponto que nos dá alento, ao pensarmos que Deus não muda é a promessa que podemos e devemos ser transformados em novas criaturas, pelo poder que há em Cristo Jesus. O fato de que Deus não muda reafirma sempre o Seu propósito de nos recriar a imagem divina. Recriar-nos para a vida eterna. Se Deus não pudesse honrar Suas promessas, permaneceríamos sem esperança!

Mas, em meio a tantas mudanças, enquanto muitos podem perguntar: “Será que Deus não mudou?” A resposta que nos tranqüiliza vem da própria boca do Altíssimo: “Porque eu o Senhor não mudo”.

Confie e alegre-se nas promessas de amor, conforto, perdão e salvação. São promessas dAquele que nunca falhou e nunca falhará: Cristo Jesus!

Feliz semana!

Pr. Thomas Kloppe
Pastor Distrital em Araquari – SC.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Resumo da Lição 11 da Escola Sabatina

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Título: “As Vestes Nupciais”

Texto-chave
“Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8:1 RC).

Objetivos
1. Mostrar que a parábola revela aspectos importantes do juízo investigativo.

2. Mostrar os resultados de: aceitar ou rejeitar as vestes nupciais da Justiça de Cristo.

3. Mostrar que o casamento entre Cristo e o seu povo está próximo.

Verdade Central
Somente revestidos com a Justiça de Cristo seremos absolvidos no Juízo.

Lição de domingo: Dias de fervor

Para Reflexão
1. Na parábola, quem é você: o que aceita o convite, o que rejeita, ou quem maltrata os servos?

2. Como e quando rejeitamos as vestes de Cristo como os judeus que desprezaram as bênçãos e os privilégios da aliança?

Lição de segunda-feira: O convite do rei

Para Reflexão
1. Qual o convite que Cristo faz hoje para a Sua Igreja e para você?

2. Quais razões o fazem rejeitar o convite de Deus para entrar em suas bodas? [em seu reino]

Lição de terça-feira: Os que foram ao banquete

Para Reflexão
1. Na parábola existe uma correlação entre os que foram à festa e você? O que lhes assemelha e o que lhes diferencia?

2. Diante daqueles que foram às bodas, como devemos encarar a questão de julgar os outros? Como isso afeta diretamente a mim e a você?

3. Como se traduz o juízo investigativo nessa parábola?

Lição de quarta-feira: Sem a veste nupcial

Para Reflexão
1. Aponte duas razões que o fazem estar certo de que você é revestido com as vestes da Justiça de Cristo.

2. Quais os elementos que revelam o preparo de um convidado para as bodas?

3. Como a obtenção desses elementos influenciam a minha casa, meu trabalho, meus relacionamentos e a minha missão na terra?

Lição de quinta-feira: A investigação

Para Reflexão
1. Deus julgará todas as coisas, sejam boas ou más. Como você encara o fato de que todas as coisas serão passadas a limpo por Deus? Como isso afeta seu relacionamento com Ele hoje?

2. Considere três afirmações que o fazem ter certeza de que você entrará nas bodas com Cristo quando Ele voltar.

Conclusão

1. Todos têm oportunidade.
2. Todos serão julgados.
3. Cada um receberá o resultado da sentença de acordo com a sua escolha.
4. Você é responsável pela sua perdição ou salvação, Cristo já fez e está fazendo a parte dEle. E a sua, como está?

Pr. Alex Palmeira
Departamental de Escola Sabatina da ASP

terça-feira, 7 de junho de 2011

Empresário oferta 39% dos lucros de sua empresa

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sete erros de comunicação que os casais cometem

Existem alguns casais que podem viver brigando com freqüência, apesar de orar, de ler a Bíblia e de se amarem. Facilmente por qualquer bobagem se desentendem. E assim, podem chegar ao ponto de se agredirem mutuamente por meio de palavras proferidas com raiva e ressentimentos.

O apóstolo Paulo faz a seguinte advertência: “Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.” – Gálatas 5:15.

À luz da Bíblia pode-se afirmar que é possível discordar sem brigar, discutir sem se ferir, falar a verdade sem magoar.

Portanto é necessário que o casal reconheça que possui maus hábitos na maneira de conversar (às vezes, herdados imperceptivelmente de outras pessoas) e comece um processo espiritual de colocar em prática algumas dicas bíblicas de comunicação em sua vida conjugal.

1) NÃO FALAR O QUE ESTÁ ACONTECENDO CONSIGO

“Então, lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui e vigiai comigo.” – Mateus 26:38.

O exemplo de Cristo em comunicar Seus mais íntimos sentimentos elucida a importância psicoemocional do diálogo sincero e aberto em nossos relacionamentos. No tocante ao casamento, entendemos que a comunicação pode fluir de forma íntima e verdadeira se houver entre o casal uma base sólida de companheirismo, compreensão, cumplicidade e confiança a ponto de poder expor para o outro, sem ter medo, o que está acontecendo em sua mente e coração. Esse é o nível mais íntimo de comunicação que um casal pode atingir em seu relacionamento: A revelação do que está acontecendo consigo. Essa liberdade de expressão é fundamental para se saber como fazer o outro feliz.

Ao comemorar as bodas de ouro, certo casal foi entrevistado por um repórter que desejava saber o segredo de um casamento tão duradouro. Então, sentindo-se orgulhoso, o marido respondeu:

- Você conhece o pão-bengala? A parte da qual mais gosto é o bico desse pão, mas desde que nos casamos, eu o corto e dou para minha mulher. Essa atitude simboliza um princípio do amor que sigo: primeiro ela.

Por sua vez, a esposa respondeu: Eu não sabia disso. Eu não gosto dessa parte do pão, e durante cinqüenta anos tenho comido por amor a ele. Agora que estamos sabendo, finalmente, vamos comer a parte da qual mais gostamos do pão.

2) VIVER MENTINDO E RECLAMANDO

“Deixando, pois, toda malícia, e todo engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações.” – 1 Pedro 2:1.

O amor, a confiança e a verdade geram intimidade. Isso é um princípio: Não existe intimidade num casamento sem verdade. Quando um dos cônjuges começa a mentir e enganar o outro, às vezes, por medo de ofendê-lo, pouco a pouco vai se metendo em situações cada vez mais difíceis. Por isso, Ralph W. Emerson disse: “Aquele que profere uma mentira não pode avaliar em que enrascada se meteu, pois precisará inventar mais vinte mentiras para encobrir a primeira.” E assim, transformará sua vida conjugal em uma teia de mentiras, a qual mais cedo ou mais tarde se romperá de forma dolorosa.

O casal que não vive reclamando, e nem esconde nada um do outro atinge um excelente nível de segurança e satisfação no relacionamento. Pois, a liberdade de falar a verdade, com amor, proporcionará ao casal uma comunicação plena e saudável.

3) NÃO PARAR PARA OUVIR

“Todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.” – Tiago 1:19.

Quando temos pouca disposição para ouvir nosso cônjuge transmitimos a impressão de que o que ele pensa e sente não são tão importantes para nós. E assim, quem não quer ouvir se aborrece e quem quer falar se sente desvalorizado e rejeitado. Se isso acontece com você, use um cronômetro mental e procure investir mais tempo para ouvir seu cônjuge de duas formas: Por meio dos ouvidos (você ouve o que ele está dizendo) e pelo coração (o que ele está sentindo). Desenvolva a habilidade de ouvir seu cônjuge com interesse. Pare o que está fazendo e preste atenção no que ele está dizendo, ainda que você esteja assistindo a uma partida de futebol na televisão, ou seu seriado predileto (risos). Demonstre atenção por meio dos olhos e da expressão facial e corporal. Ele vai se sentir amado, valorizado, compreendido, aceito e apoiado. Essa atitude, ouvir mais e falar menos, vale por mil “eu te amo!”. Se, de repente, não for possível ouvir o outro naquele momento, diga-lhe: “Eu sinto muito não poder dar a atenção que você merece agora, mas a gente pode conversar melhor tal hora.”

Mulheres, para evitar falar com as paredes, lembrem-se dessa dica: De acordo com o terapeuta de casais Steve Stephens, geralmente a atenção de um homem dura três minutos, depois disso é aconselhável fazer-lhe perguntas e tocar nele com carinho, a fim de que ele mantenha a atenção no que você diz.

4) FALAR COM RAIVA

“Irai-vos e não pequeis; não se ponha o Sol sobre a vossa ira.” – Efésios 4:26.

A única forma de não pecar por causa da ira que está sentindo é estabelecer como hábito a prática espiritual de nunca falar ou fazer alguma coisa com raiva. Pois, 99,99% das vezes que falamos ou fazemos qualquer coisa com raiva erramos. Por isso, dê sempre um tempo, pois a ira vem, mas passa se você não alimentá-la em seu coração por meio de pensamentos e palavras. Lembre-se do que a Bíblia afirma: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” – Provérbios 15:1. Suscita a ira tanto no coração de quem ouve como de quem fala.

Conta-se que depois de muitos anos de economia, certo rapaz comprou seu primeiro carro. Ele cuidava daquele carrinho “velho-novo” com muita dedicação. Um dia, ele foi passar o final de semana na casa da namorada que morava em outra região do país. Quando retornou viu que seu carro não estava como ele havia estacionado, e mais, havia um arranhão numa das portas e o pneu estava baixo. Ficou mais irado ainda, quando descobriu a causa de tudo: seu irmão havia usado o carro, escondido. A fúria foi tão grande que ele decidiu ir ao encontro do irmão que estava na faculdade. Ao tomar conhecimento, seu avô o chamou à parte e lhe disse: Você se lembra quando pegou o sapato emprestado de seu irmão e o sujou todo de lama? Você queria lavá-lo imediatamente, mas eu recomendei que esperasse o barro secar, pois assim ficaria mais fácil limpá-lo? Então, espere a raiva secar e depois vá falar com seu irmão. Dessa forma evitaremos briga em família. E as brigas, meu querido neto, muitas vezes não resolvem os problemas, agrava-os ainda mais.

5) FALAR OU RESPONDER COM RISPIDEZ E AGRESSIVIDADE

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.” – Colossenses 4:6.

Em qualquer situação esse é o princípio que deve reger nossa comunicação na vida a dois. A maneira como falamos ou respondemos ao nosso cônjuge é mais importante do que o que e como ele fala. Se a sua palavra ou resposta sempre for agradável e temperada com pitadas de sal de sabedoria, de compreensão e mansidão dificilmente haverá retaliação, feridas emocionais e ódio. Por isso, sempre prefira falar ou reagir com sabedoria e delicadeza, ao invés de rispidez e agressividade.

Certo dia, o Sol e o vento estavam discutindo diante da natureza sobre qual deles era o mais forte. De repente, surgiu um velhinho que estava caminhando em direção a sua casa. O vento decidiu desafiar o Sol dizendo:

- Aposto que consigo tirar o casaco daquele velhinho mais depressa do que você.

A natureza pegou o cronômetro e o Sol se escondeu por trás de uma nuvem. Então, o vento começou a soprar e quanto mais forte soprava, mais o velhinho se encolhia embrulhando-se no casaco. Quando o vento quase ia se transformando em furacão a natureza disse: - Basta! Assim você vai matar o velhinho.

Por sua vez, o Sol saiu, olhou e sorriu para o velhinho. E este foi logo tirando o casaco e enxugando o suor da testa com o lenço. Assim não só ficou provado que o Sol é mais forte do que o vento, mas que a delicadeza é melhor do que a fúria.

6)FALAR SEM AVALIAR PRIMEIRO O QUE VAI DIZER

“As pessoas sábias pensam antes de responder, as pessoas más respondem logo, porém as suas palavras causam problemas.” – Provérbios 15:28 (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).

Não se precipite! Exerça domínio próprio a ponto de ouvir, com equilíbrio emocional, tudo o que seu cônjuge tem para lhe dizer. Não cometa o erro de interrompê-lo porque isso poderá deixá-lo irritado. Não peça, impaciente, que ele fale com calma porque isso é uma incoerência. Avalie sempre o que vai dizer. Não use o silêncio como resposta porque isso poderá fazer com que ele pense que está certo, ou que você o está menosprezando. É necessário falar, mas é importante avaliar primeiro sobre o impacto que suas palavras irão causar no coração dele. Por isso, o apóstolo Paulo aconselha: “Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam...” – Efésios 4:29 (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).

6) AMEAÇAR, CENSURAR, CRITICAR E CONDENAR QUANDO O OUTRO ERRA

“Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vós, que sois espirituais corrigi-o, com o espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado.” – Gálatas 6:1.

Quando um dos cônjuges erra, não precisa que o outro lance contra ele as pedras da crítica, censura, condenação e ameaças porque sua própria consciência já o apedreja. Por isso, corrija-o, espiritualmente, com a brandura da sabedoria e do perdão, a fim de que ele se sinta encorajado, por amor, a vencer seu erro. Experimente essa fórmula bíblica, e você verá que ao plantar uma flor de brandura no coração de seu cônjuge, surgirá um jardim de paz no seu casamento.

Creio que estas dicas funcionam, no entanto, faz-se necessário que vocês:

Orem. O salmista afirma: “Ainda a palavra me não chegou à língua, e Tu, Senhor, já a conheces toda.” – Salmo 139:4. Uma vez que é assim, clame do íntimo de seu coração, quando sentir-se tentado a falar de uma forma que não deveria; “põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios.” – Salmo 141:3.
Memorizem e recitem: “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.” – Provérbios 25:1.

Pratiquem. Pois, a Bíblia afirma o seguinte: “Se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes, engana o seu coração, a religião desse é vã.” – Tiago 1:26.

Por Ibson Roosevelt
(Fonte: Vida a Dois)

domingo, 5 de junho de 2011

Treinamento via-satélite reforça espírito de fidelidade


Histórias como a de Silvério Mendes, empresário da cidade de Gravatal, no sul de Santa Catarina, serviram de inspiração para os milhares de fieis que receberam pelo canal executivo da TV Novo Tempo o treinamento realizado pelo departamento de Mordomia Cristã da sede da Igreja Adventista para o Sul do País na última sexta-feira, 03.

Silvério tem uma empresa de móveis e decidiu fazer uma sociedade com Deus. Além de devolver regularmente o dízimo, ele planejou doações sistemáticas, que foram aumentando gradativamente ao longo dos últimos anos. Hoje, somente a oferta de gratidão compreende 39% da sua renda. "Se Deus me deu essa empresa é porque ele tem um plano na minha vida, de levar o evangelho a pessoas que ainda não foram alcançadas", assegura. A manifestação de fidelidade do empresário diz respeito não apenas a doações financeiras, mas o emprego também do tempo nas questões espirituais já nas primeiras horas de cada dia. "Eu e minha esposa levantamos entre 05h30 e 05h45, temos nosso momento de comunhão pessoal e, depois disso, às 06h00, convidamos os nossos filhos para participarem do culto familiar", relata Silvério.

Visando contagiar a igreja com esse mesmo espírito, todo o corpo de líderes da área de Mordomia Cristã nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul participou do programa tirando dúvidas e dando sugestões sobre como a liderança das igrejas deve trabalhar o assunto com os fieis.

O presidente da Igreja Adventista para os três estados, pastor Marlinton Lopes, foi um dos entrevistados no programa pelo líder de Mordomia da União Sul-Brasileira, Evandro Fávero, e falou sobre a importância da fidelidade para o projeto Templos de Esperança, cujo objetivo é abrir 800 novas igrejas até 2015. "Hoje, de cada R$ 100,00 de dízimo, entra R$ 1,00 de oferta para construir igrejas. Então nós temos R$ 100,00 para trazer uma pessoa para a fé, mas para proporcionar toda a estrutura pra ela temos R$ 1,00 só. Em função disso, nós temos muitas igrejas com segundo culto, muitas delas onde os jovens estão ficando separados", pontua Marlinton Lopes.

Os participantes do treinamento foram orientados a divulgar a página oficial do projeto, por meio da qual os doadores poderão saber onde os recursos estão sendo aplicados e como está caminhando a iniciativa.

"Nós queremos tornar tudo muito transparente para que a pessoa não apenas saiba onde está sendo utilizado, mas caso queira doar para um projeto específico também saiba qual o caminho. Se você quiser adotar uma igreja específica você pode; se quiser fazer uma doação via site, por meio de boleto, tem como. Nosso objetivo é tornar o mais transparente possível para que o membro tenha segurança de que o que ele está dando vai chegar no destino que ele deu", explica o presidente.

O site www.templosdeesperanca.com.br mostra aspectos como: os locais que vão ser beneficiados, o projeto, a planta básica e o custo de toda a obra.

O sonho da União Sul-Brasileira, conforme enfatizado por Marlinton Lopes, é de abrir uma nova congregação a cada 2,7 dias.

Márcio Tonetti
Assessor de Imprensa

Veja algumas fotos

Vigilante do sábado

O irmão Ildo Link era supervisor de uma empresa de vigilância em Blumenau/SC. Tinha estabilidade e era respeitado por quase 500 funcionários coordenados por ele. Como na maioria das empresas do ramo, o funcionário trabalhava uma noite e folgava outra. E quando sua escala caia no sábado, ele conseguia a troca. Resultado de um acerto feito verbalmente com o gerente em 2007, quando foi contratado. Mas um acidente de trabalho o fez ficar um ano parado. No período a gerencia mudou.

Ao voltar ao serviço, começaram os seus problemas na vida profissional. “O novo gerente não gostava do respeito que os funcionários tinham por mim e da minha fidelidade a Deus. Além disso, algumas coisas erradas aconteciam e eu não apoiava”, comenta o irmão. Para o novo gerente, as trocas de Ildo eram um mau testemunho, por isso o trocou para uma função que não tinha mais contato com outros funcionários.

Na primeira escala de sábado, o irmão Ildo foi conversar com o novo gerente, para pedir sua troca. “Ele disse que trocas estavam momentaneamente suspensas. Mas dias antes eu tinha ido à sede da empresa em Florianópolis e o superintendente tinha me confirmado não haver nenhum problema sobre o assunto”. O fiel irmão notou a perseguição e que o novo chefe só não tinha o demitido ainda por causa dos diretos do Ministério do Trabalho que o davam estabilidade por um ano no trabalho.

“O questionei. Perguntei se ele não tinha me demitido ainda por causa da estabilidade. Ele confirmou. Fiz então um documento em cartório abdicando do benefício. Meu então chefe ficou surpreso com minha fidelidade. Mostrei a ele que princípios são princípios e explanei sobre a guarda do sábado. Então fui demitido”, relembra o irmão.

De cabeça erguida por sua fidelidade a Deus começou a procurar outro emprego. Foi então visitar uma empresa que tinha trabalhado anteriormente, do mesmo setor. Ele tinha saído dela devido a uma grande proposta da empresa que tinha acabado de demiti-lo. Os próprios chefes e donos da época disseram para ele não recusar a oportunidade e que as portas estariam sempre abertas. “Os donos desta empresa me receberam com muita alegria. Eles sabiam da minha fidelidade a Deus e comentaram: ‘Aqui respeitamos cada funcionário e sua religião’. Fui então contratado, e melhor, com um salário maior do que o emprego que tinha acabado de ser demitido”.

Hoje Ildo Link trabalha tranquilamente no novo emprego, ganha mais e pode continuar seguindo os princípios bíblicos. Freqüenta todo o sábado a igreja Adventista Alemã, na cidade de Blumenau, onde é ancião.

Daniel Gonçalves
Assessor de Imprensa

Tormentas da vida

“Por que vocês são tão medrosos? Respondeu Jesus. Como é pequena a fé que vocês têm! Aí ele se levantou, deu uma ordem ao vento e às ondas, e tudo ficou calmo.” Mt 8:26 (BLH).

Jesus havia atravessado o mar da Galiléia durante uma tempestade, e tornou-o calmo. Jesus atravessou esse e todos os outros mares de tempestades da Sua vida, porque Ele sabia que Deus O sustentaria num mar de medo e pecado quando Satanás tentasse desanimá-Lo de Sua grande missão de salvação.

Para nós, sempre traz conforto saber que Jesus está ao nosso lado para acalmar as tempestades. Quantas vezes duvidamos e não compreendemos que Jesus está ali. Ficamos com medo e desanimados sem saber que o Mestre está pronto para dar Sua ordem contra as tempestades da vida e contra as tormentas que nos atingem a cada instante, trazendo novamente a paz e tranqüilidade que precisamos.

Existirão tempos de calmarias e tranqüilidade em nossa vida, mas nunca poderemos escapar das tempestades. Todos nós iremos sofrer problemas, lutas e dificuldades. Portanto, é indispensável que Jesus esteja no barco conosco. Que tenhamos fé em Seu poder de acalmar e repreender as tormentas de nossa vida. Cada dia precisamos e devemos orar: “Senhor, dirige o barco de minha vida e leva-o ao Porto Seguro”.

Todos nós precisamos de um guia, que nos dirija através das muitas dificuldades e obstáculos da vida, assim como o marinheiro precisa de um piloto que guie o barco entre os bancos de areia ou nos rios cheios de recifes, obstáculos e perigos.

Não desanime da oração, intercedendo por sua família e por seus amigos. Não desanime da comunhão permanente com Jesus. Não desanime de buscar o poder do Espírito Santo para sua vida. A vitória sempre é prometida somente ao que perseverar, nunca ao que acaba desanimando. Perseverar até o fim, este é nosso desafio e privilégio em Jesus!

Assim, nas tormentas ou na paz você estará confiante com um Piloto que nunca o abandona a deriva da vida, mas sempre vai nos levar para Sua segurança, conforto, paz e esperança: Cristo Jesus!

Feliz semana no rumo certo!

Pr. Thomas Kloppe
Distrital em Araquari – SC.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

USB transmite programa de Mordomia ao vivo nesta sexta

Líderes da área de Mordomia Cristã da Igreja Adventista na região Sul do Brasil participam hoje de um treinamento via-satélite. O programa destina-se ao grupo de fieis que atua na área nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, e será acompanhado nas igrejas, por meio do canal executivo da TV Novo Tempo.

A transmissão, ao vivo, começa às 19h30. O programa será apresentado no estúdio da União Sul-Brasileira, em Curitiba, e trará, por exemplo, seções de perguntas e respostas e exibição de histórias de fidelidade.

A ênfase do treinamento será no pacto (plano sistemático de doação) e no programa Templos de Esperança, cujo objetivo é a abertura de 800 novas congregações até 2015.

Quem não possuir antena receptora do sinal do canal executivo da NT, pode acompanhar o programa na internet, no seguinte endereço eletrônico: http://novotempo.com/canal-executivo.

Conectados com o evangelho

Cada vez mais a Igreja Adventista tem feito da tecnologia uma aliada no processo de capacitar a sua liderança para pregar o evangelho. Os treinamentos via-satélite, por exemplo, permitem uma otimização do tempo, redução de custos e a difusão de informações em tempo real para um grupo expressivo de pessoas de áreas geográficas distintas ao mesmo tempo.

No contexto da União Sul-Brasileira, o percentual de igrejas conectadas com a tecnologia cresce exponencialmente. Levantamentos oficiais recentes apontam que mais de 90% delas já dispõem de antena da TV Novo Tempo, permitindo repercutir na comunidade local programas de capacitação, séries evangelísticas e outras produções.

Márcio Tonetti
Assessor de Imprensa

Resumo da Lição 10 da Escola Sabatina

CLIQUE NA IMAGEM ACIMA PARA BAIXAR A LIÇÃO EM POWER POINT

Título: “As roupas novas do pródigo”

Texto-chave

“Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lc 15:32).

Objetivos

1. Analisar as atitudes do Pai: diante do pedido do filho de sair de casa e em seu retorno.

2. Atitude amorosa de Deus diante do pecador, ilustrada pelo Pai do filho pródigo, em contraste com a reação comum do homem diante do erro do próximo, ilustrada pela reação do filho mais velho.

3. Tomar o exemplo do Pai amoroso que é a forma como Deus trata a cada um de nós, ao lidarmos com quem erra contra nós ou perto de nós.

Verdade Central

Deus dá liberdade a todos diante de seu apelo em permanecer ao seu lado. Em uma negativa ao Seu apelo, Ele sempre estará disposto a nos receber de volta e nos perdoar desconsiderando nosso desprezo passado.

Lição de domingo: Os mesmos Pais, o mesmo Alimento

O que nos é revelado pela maneira individualizada que Deus nos trata como proprietário de tudo o que é necessário para nossa salvação?

1. Somos pessoas diferentes. Temos reações diferentes diante de Seu apelo à obediência. Mesmo assim Ele insiste com todos.

2. Mesmo quando o rejeitamos, e mesmo sendo Ele o proprietário de nossa vida, Ele respeita a decisão de quem O rejeita.

3. Nossa escolha em rejeitá-Lo sempre vai nos levar a consequências que irão nos fazer perceber que Ele nos ama.

Lição de segunda-feira: Abrindo as Asas

O amor de Deus envolve liberdade.

1. Deus não é opressivo. Isso se revela ao conceder livre arbítrio, e ao receber de volta o arrependido.

2. Você acha provável que às vezes Deus “abre as asas” porque sabe que o ser humano vai “bater a cabeça” e depois vai voltar arrependido, ou é a liberdade pela liberdade?

3. No caso do filho pródigo, o arrependimento não ocorreu apenas pelo fato de ele ter perdido tudo e estar sofrendo? Você acha que não falta justiça e sobra misericórdia nessa situação? Como ficam aqueles que são “sempre” fiéis?

Lição de terça-feira: Você pode Voltar para Casa

Quais as condições para o que saiu de casa (distanciou-se de Deus) poder voltar?

1. Não importa o quão distante você tenha ido, mas o Pai está sempre disposto a recebê-lo de volta.

2. Quando o que está perdido sabe que está perdido e volta o Pai o recebe. Quando o que está perdido não sabe que está perdido, o Pai vai à busca. Quando o que está perdido, sabe que está perdido e não pode voltar o Pai também vai buscá-lo para trazê-lo ao lar.

3. O amor do Pai é incondicional. Assim deveríamos tratar os que estão perdidos.

Lição de quarta-feira: A Melhor Roupa

Imagine a seguinte situação: Um esposo trai a confiança da mulher e abandona o lar. Existem muitas razões que ao racionalizar o levaram a cometer o erro humanamente injustificável. Algum tempo depois há o arrependimento pela parte culpada. O amor da esposa fiel ainda existe. Ele retorna arrependido, pede perdão e ela o aceita de volta, mas toda vez que algum desconforto existe entre o dois ela lança sobre ele o erro passado.

O que faltou no processo de aceitação em recebê-lo de volta? O que pode ser aprendido neste caso com a parábola do filho pródigo? Onde fica a confiança um dia manchada?

1. Na parábola do filho pródigo, que peso teve a confissão do filho no processo do perdão por parte do Pai?

2. O que revela o arrependimento genuíno por parte do filho?

3. O que revela o perdão completo da parte do Pai? Ao seguir o exemplo do Pai em nosso relacionamento com o próximo, no caso apresentado acima, quando decidimos perdoar não deveríamos cobrar o que o perdão oferece. Se a situação não nos permite confiar devemos oferecer em primeiro lugar o amor do Pai para transformar o arrependido. Assim devemos agir com os que caem, sem jamais lançar sobre eles o erro passado.

Lição de quinta-feira: As Roupas do Pai

Imagine a seguinte situação: Você é dono de uma empresa. Você tem dois gerentes de confiança, que eram seus amigos. Um deles trai sua confiança roubando todo o lucro de sua empresa de 3 meses e, antes de você descobrir, ele lhe pede para sair da empresa e ainda lhe pede para demiti-lo e assim receber os direitos legais. Você o faz. Logo em seguida descobre o roubo. Você não tem como denunciá-lo, pois ele fez tudo sem deixar rastros aparentes. Ele monta seu próprio negócio, perde tudo. Fica na miséria. Volta e suplica um emprego, dizendo que está arrependido. Em nome da antiga amizade, você vence sua mágoa, e o recontrata para a mesma função ocupada anteriormente ao lado do gerente que sempre foi fiel em seu trabalho.
Você tomaria cuidados especiais com este que retorna a partir de então? Você agiria como quem perdoou, mas ainda desconfia? A prudência o faria com que agisse com cautela? Não seria justo colocá-lo no máximo como um empregado qualquer? Como você acha que se sentiria o gerente fiel? Seria importante considerar o sentimento dele?

1. Não temos como comparar totalmente a ação divina com ação e circunstâncias humanas, mas temos como aprender sobre o poder do perdão que pode transformar o coração de um errante.

2. No processo de ajudar alguém a se recuperar temos que aplicar o princípio estabelecido por Filipenses 2:3 u.p: “considerando cada um aos outros superiores a si mesmo”. Só pela graça!!!

3. No caso de arrependimento e volta ao Pai, a misericórdia prevalece sobre a justiça aparente. Quando não há arrependimento a justiça prevalece sobre a misericórdia.

Conclusão

a. Deus nos trata com amor individualizado e não no “atacado”.
b. O amor de Deus proporciona liberdade para afastar-se dEle e para retornar a Ele.
c. A condição para Deus receber de volta um filho ingrato e voltar-se a Ele: (única condição) é o arrependimento.
d. Existe um desafio para nós no que se refere ao tratamento com o próximo em aceitarmos de volta quem errou.

Pr. Josias Ferreira da Fonseca
Departamental de Escola Sabatina na ANP

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