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sábado, 30 de abril de 2011

Dependência de Deus

“Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele, vos seja dado crescimento para a salvação”. II S. Pedro 2:2

Um dos momentos mais felizes da minha vida foi quando tive o privilégio de assistir o nascimento do meu filho. Eu me surpreendi ao notar que um ser tão pequenino e tão frágil pudesse crescer tão rápido como cresceu. Hoje, o meu filho tem 5 anos e continua crescendo.

O leite materno é um agente fundamental no crescimento de um bebê, pois ele tem todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento da vida. Mas, para alimentar-se do leite o bebê sente total dependência da sua mãe.

As palavras do versículo citado foram escritas por um alguém tão humano quanto nós. Pedro estava ciente de que o plano de Deus é que haja um crescimento espiritual na vida das suas ovelhas.

Tanto o mundo, como a igreja esperam de nós, líderes espirituais, um crescimento sustentável na área moral, intelectual e espiritual, mas não há crescimento sem dependência.

Assim como um bebê depende totalmente dos seus pais para crescer saudável, nós devemos depender totalmente de Deus, pois o êxito ou o fracasso dos nossos empreendimentos, na nossa vida pessoal e ministerial dependem da nossa comunhão na presença de Deus.

Podemos influenciar de maneira positiva ou negativa a vida dos nossos liderados. Mas, estou certo de que não é a eloquência das nossas palavras ou o conhecimento teológico que temos que levam as pessoas à conversão e a salvação. É o poder renovador do Espírito Santo, experimentado através da intimidade com Cristo por meio do alimento espiritual, que é a Palavra de Deus e a respiração da alma, que é a oração, que se desdobrará na vida dos que nos ouvem e nos cercam produzindo um cheiro de vida para vida.

O crescimento em todos os aspectos do ministério pastoral só é possível se houver de nossa parte, uma constante e completa rendição a Cristo. Precisamos diariamente comer a carne e beber o sangue de Cristo. Isso ocorre quando oramos e meditamos na Sua Palavra.

Nunca nos esqueçamos que “o segredo do êxito está na união do poder divino com o esforço humano. Aqueles que levam a efeito os maiores resultados são os que mais implicitamente confiam no Braço Todo-Poderoso... Os homens de oração são os homens de poder”. Patriarcas e Profetas, p. 509.

Só há crescimento se nos ajoelharmos primeiro diante de Deus, para nos colocarmos em pé diante dos homens.

Pr. Cláudio Roberto Silva de Souza
Missão Costa Norte – UneB

Resumo da Lição 5 da Escola Sabatina

Título: “As Vestes Sacerdotais da Graça”

Texto-chave
“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (I Pe 2:9)

Objetivos
1. Mostrar as funções das vestes sacerdotais do Antigo Testamento e sua relação com o ministério de Cristo.

2. Compreender que hoje somos sacerdotes reais e que isso demanda imensa responsabilidade para com o mundo.

3. Confiar na certeza de que temos um Sumo Sacerdote superior a qualquer homem. Ele nos conhece e Sua misericórdia está acessível a todo o que tiver fé!

Verdade Central

O sacerdócio do Antigo Testamento ensina preciosas lições para os cristãos modernos. Cada parte das vestes sacerdotais simbolizava algo específico do ministério de Cristo em favor da humanidade. Assim como os sacerdotes no Antigo Testamento tinham a responsabilidade de representar a santidade de Deus ao povo, hoje também, ao sermos considerados “sacerdócio real e nação santa” devemos representar o caráter de Deus ao mundo.

Lição de domingo – A antiga aliança da graça (Êxodo 32:1-6)

Por que ao descer do monte Sinai e perceber a apostasia do povo de Israel, Moisés cobrou a Arão?

1. Quanto maiores os privilégios, maiores as responsabilidades. Como adventistas, recebemos muita luz da Palavra de Deus. Somos responsáveis pelo uso que delas fizermos.

2. A liderança eclesiástica exerce grande influência sobre o povo. Cada líder deve considerar que é exemplo para sua congregação. Quando o povo erra, o líder deve mostrar o caminho e guiar seu povo. Contudo, devemos considerar que os homens podem falhar em algum momento. Nosso Líder por excelência é Cristo, Ele nunca falha!

3. Mesmo conhecendo de perto o poder de Deus e Suas manifestações, Arão caiu em apostasia. Ele falhou no teste! Mas apesar disso, ainda aqui notamos o perdão de Deus e Sua misericórdia. Além de aceitá-lo de volta, Deus ainda lhe permitiu usar as vestes sagradas do sacerdócio.

4. Assim também conosco – apesar de nossos pecados e falhas, podemos sempre contar com a misericórdia divina. Se nos arrependermos, podemos ser revestidos do manto de justiça de Cristo!

Lição de segunda-feira – O sacerdócio (Levítico 21:7-24; 22:1-8)

O sacerdócio levítico foi estabelecido durante as peregrinações de Israel pelo deserto e deveria durar mais de 1500 anos (até a morte de Jesus na cruz).

1. Os sacerdotes deveriam ser mediadores entre a humanidade caída e um Deus Santo. Contudo, os próprios sacerdotes eram pessoas falhas, necessitando também da misericórdia divina.

2. Embora fossem homens comuns, os sacerdotes deveriam ser diferentes em alguns sentidos. O principal deles é o quesito santidade. Por representar um Deus Santo, os sacerdotes deveriam refletir esse atributo de Deus em sua vida. Deveriam ser diferentes do povo comum no sentido sagrado de seu ofício.

3. Os sacerdotes eram símbolos de Jesus, e seu trabalho deveria simbolizar, em sombras e tipos, o que Jesus faria em nosso favor.

Lição de terça-feira – Vestes sacerdotais (Êxodo 28)

Por que Arão deveria usar roupas diferentes das pessoas em geral? O que isso significava?

1. As vestes sacerdotais do Antigo Testamento representavam a perfeição, santidade, beleza e dignidade do grande “Antítipo”, Jesus, nosso verdadeiro Sumo Sacerdote, que ministra no santuário celestial.

2. Outro detalhe de grande importância no esquema do sacerdócio era a idéia de substituição. Os sacerdotes levavam várias coisas em suas vestes (Êx. 28:12, 29, 30, 38, 42). Isso representava o nosso Grande Substituto, Jesus Cristo, carregando sobre Si os nossos pecados e assumindo a punição deles.

3. As vestes sacerdotais também representavam o caráter de Jesus Cristo.

Lição de quarta-feira – O peitoral do juízo (Êxodo 28:15-30; Apocalipse 21:12-14)

Quais as funções do peitoral do juízo? O que essa peça significava?

1. O peitoral do juízo era uma das peças de maior importância usadas pelo sumo sacerdote. Um terço do capítulo 28 de Êxodo é gasto para explicar sua fabricação e especificações. Isso denota sua importância sobre as demais peças do vestuário sacerdotal.

2. Cada tribo de Israel seria representada por uma pedra preciosa diferente, para simbolizar o caráter distintivo de cada tribo. Embora com suas diferenças, Israel deveria ser um povo unido. Assim também com a igreja hoje: embora sejamos distintos em dons e funções que desempenhamos, fazemos parte do mesmo povo e devemos ser unidos em propósitos e missão.

3. O sacerdote deveria levar o nome de Israel sobre seu coração, representando o amor e carinho de Deus por Seu povo.

4. Além de tudo isso, o uso dessas vestes simbolizava juízo para Israel... Não podemos perder de vista a noção de que hoje vivemos em tempos de juízo investigativo. Como Israel moderno, podemos confiar plenamente em nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo, que nos ama e carrega nosso nome em Seu coração.

Lição de quinta-feira – Jesus, nosso Sumo Sacerdote (Hebreus 8:10-13)

Qual a função principal do sacerdócio e do sistema cerimonial do Antigo Testamento? Qual a sua contribuição para a compreensão do ministério de Cristo?

1. Não temos um Sacerdote indiferente às nossas fraquezas. Pelo contrário, como Arão, Jesus foi um ser humano que conheceu as provações, tribulações, e tentações de toda a humanidade. A principal diferença entre Cristo e Arão é que Jesus foi sem pecado, essencialmente puro!

2. Da pureza de Cristo podemos clamar duas promessas maravilhosas: 1) o manto de Sua justiça pode ser nosso pela fé; e 2) em Cristo podemos ter o poder para vencer a tentação.

3. Ao sermos salvos em Cristo somos cobertos em Sua justiça (Hb 8:12). Nesse novo estilo de vida, temos a lei de Deus escrita em nosso coração. Assim, a guarda da lei não se dá “para” se obter a salvação, mas por “já estarmos” salvos! A obediência acontece como resultado de se permanecer em Cristo.

Conclusão

a. A função sacerdotal de Arão e de suas vestes ilustra a função que Cristo tem exercido como Alguém que foi tentado como nós, levando nossos pecados, mas também nos conectando à perfeição pura e santa de Deus.

b. No período do Antigo Testamento os sacerdotes deveriam ser diferentes das outras pessoas, pois tinham funções específicas dentro do povo. Hoje somos todos “sacerdotes reais, nação santa” (I Pe2:9), mas também devemos apresentar certa diferença dos padrões comuns ou mundanos. Devemos refletir a santidade de Cristo em nossos procedimentos.

c. Todo o sistema do santuário foi estabelecido para servir de parábola do que Cristo faria e faz por nós. Assim como no Antigo Testamento havia perdão mediante a intercessão do sacerdote, hoje também temos um Mediador entre Deus e os homens – Jesus Cristo, o Justo!

d. “Devemos exercer fé todos os dias; e essa fé deve crescer diariamente à medida que é exercida, ao compreendermos que Cristo não somente nos redimiu, mas nos amou, e nos lavou dos nossos pecados em Seu próprio sangue, e nos fez reis e sacerdotes para Deus o Pai” (Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus, pág. 287).

Pr. Moisés Lucas Móra da Silva
Distrital de São Francisco do Sul/SC – Associação Catarinense

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O acidente que trouxe um Amigo da Esperança

No dia 16 de Abril houve mais um grande evento da igreja Adventista na América do Sul, foi o Amigos da Esperança. Milhares de pessoas aceitaram o convite de amigos Adventistas para visitarem uma congregação Adventista. Em Santa Catarina não foi diferente, as igrejas estiveram lotadas, ouvindo mensagens especiais ao coração. São muitas histórias e fatos diferenciados que vamos tentar relatar durante esta semana.

A primeira que vamos contar é do casal Daniel e Graziela. Tudo começa à algumas semanas atrás. Ela estava dirigindo em São José (Grande Florianópolis) e em um momento de desatenção bateu no carro a sua frente, parado devido a uma faixa de pedestres. Um grande contra-tempo para os dois motoristas. Para surpresa de Graziela, o motorista do outro veículo, Abnal, foi gentil e não ficou irritado.

Já com a presença do marido de Graziela, Daniel, eles fizeram o boletim de ocorrência para ativarem o seguro e Abnal mencionou que era locutor da rádio Novo Tempo de Florianópolis, entregando em seguida o livro Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley. Eles ficaram felizes, até por que os pais dela, que moram em Torres/SC, também são Adventistas.

O casal já tinha ido na igreja Adventista outras vezes, mas após lerem o livro missionário, Graziela e Daniel (O mais emocionado com o livro), notaram a importância da presença de Deus em suas vidas. E neste dia 16 de Abril estavam eles lá, visitando a igreja do Estreito e sendo recebidos pelos Amigos da Esperança, tudo depois de uma batida de carro.

"As vezes a gente não pensa na guerra do bem contra o mal que vivemos. Ao ouvir a mensagem do pastor Gilvan [pregador deste sábado na igreja do Estreito], podemos perceber a importância de cuidarmos da nossa vida espiritual, o que queremos fazer a partir de agora", comenta o casal. (Site da USB)

Nota: Esta história aconteceu com um amigo meu, o Abnal Junior. Ela revela que pra Deus não existem coincidências mas providências. E mostra que, quando somos guiados pelo Espírito Santo, recebemos forças e sabedoria de Deus para transformar as provações em bençãos.

Pr. Evandro Fávero

Com 84% de crentes, Brasil é o terceiro país com mais pessoas que acreditam em Deus, revela pesquisa

O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em ‘Deus ou em um ser supremo’ em uma pesquisa conduzida em 23 países.

A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados ‘definitivamente acreditam em uma ‘entidade divina’ comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não têm certeza’.

O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.

Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% ‘simplesmente não sabem’.

Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas ‘não especificamente em um paraíso ou inferno’, 19% acreditam ‘que a pessoa vai para o paraíso ou inferno’, outros 7% acreditam que ‘basicamente na reencarnação’ e 2% acreditam ‘no paraíso, mas não no inferno’.

Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.

Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam ‘basicamente na reencarnação’, com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.

Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.

Criação X evolução

As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.

Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.

Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.

Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.

Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.

Descrentes e indecisos

Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em ‘Deus, deuses, ser ou seres supremos’.

No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.

A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo ‘às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos’.

Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados. (Fonte: GospelMais Citado em AdonaiNews)

Nota: Em meio a confusão religiosa a Bíblia tem a resposta para suas dúvidas. Não são as vãs filosofias ou opiniões humanas mas a Palavra de Deus que pode nos guiar seguramente. Jesus afirmou: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" João 8:32. Então, estude a Bíblia e deixe que Deus o liberte dos preconceitos, medos e opiniões pré-concebidas.

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Pr. Evandro Fávero

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Missão Integral

Érico Tadeu Xavier, ex-aluno da pós-graduação da FTSA, lançou no dia 16 de março de 2011, por ocasião da Semana de Pós-Graduação da FTSA e módulos prensenciais do Programa de Validação de Créditos e Diplomas, o livro Teologia de Missão Integral nas Práxis Evangélicas na América Latina, publicado pela Editora Descoberta. O ato de lançamento, realizado no auditório da FTSA, reuniu mais de 100 pastores e líderes, pertencentes a diversas denominações e procedentes de várias regiões do país. A obra, com aproximadamente 300 páginas, é parte da tese de doutoramento do autor no Programa Doutoral Latino-Americano – PRODOLA.

O texto se organiza em oito capítulos distribuídos em duas grandes unidades: a primeira, apresenta um panorama histórico e teológico das eclesiologias latino-americanas, com especial destaque para o pensamento do missiológo Orlando Costas, que referencia conceitualmente a obra; a segunda parte traz um quadro histórico e teológico da práxis missiológica adventista, com especial destaque para estudo de casos na cidade de Londrina. O foco principal consiste em verificar e avaliar se o expressivo crescimento das igrejas cristãs, sobretudo nas últimas décadas, atende ao princípio missiológico do “crescimento integral”. Um livro com riqueza metodológica, que poderá servir também como um guia de estudo e modelo ferramental para análise e aplicabilidade em outros contextos brasileiros, sobretudo, os espaços urbanos.

Veja alguns depoimentos sobre a obra:

“Ao concluir seus estudos na FTSA desafiei Érico a matricular-se no Programa Doutoral Latino-Americano (PRODOLA). Em muitas das nossas conversas ele foi demonstrando interesse em estudar mais aprofundadamente os escritos de Orlando E. Costas. Esse desejo foi para mim uma grata surpresa, pois o meu doutorado foi sobre os conceitos missiológicos de Costas. Tenho agora o privilégio de ver que o Érico está colocando suas pesquisas para o público em geral. Creio que esse livro será de grande ajuda aos pesquisadores, pastores, teológos e missiólogos. Os conceitos aqui expressos são extremamentes relevantes para o momento que vive a igreja brasileira tão incerta e insegura quanto ao desenvolvimento da missão, a missão integral que aponta para todas as dimensões do Reino de Deus. Recomendo esse livro com muito carinho e creio que a leitura do mesmo fará bem a todos os que buscam a glória de Deus enquanto cumprem os mandamentos de Cristo”. (Prof. Antonio Carlos Barro, PhD – Fundador da Faculdade Teológica Sul Americana)

“Em uma época de relativismo cultural e questionamento dos valores da modernidade, as instituições tendem a ser percebidas como suspeitas e consideradas deletérias para o bem-estar do indivíduo e da sociedade. Neste contexto sócio-cultural, a igreja não tem sido poupada de críticas advindas de uma percepção pós-moderna da realidade. Esta obra de Érico Tadeu Xavier aborda justamente a igreja. Aos estudiosos da eclesiologia e missiologia, e também aos demais leitores, este trabalho oferece um estudo de caso com rigor acadêmico, enriquecido com informações sobre a contribuição dos Adventistas do Sétimo Dia para o campo religioso brasileiro. É um trabalho relevante e contribui para o aprofundamento do tema, sendo portanto digno de ocupar um lugar no acervo dos estudiosos e demais interessados na igreja e na missão.
(Prof. Elias Brasil de Souza, PhD - Diretor do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, Sede IAENE - Cachoeira – BA)

“O leitor encontrará nestas páginas contribuições acadêmicas muito práticas que servem como um guia metodológico de observação e análise, que poderá ser adotado para novas pesquisas sobre temáticas e contextos afins. Esse conjunto instrumental investigativo é criativamente empregado no uso que se faz de recursos de pesquisa aplicados no âmbito da igreja local. Um texto que demonstra notável equilíbrio entre a articulação rigorosa do procedimento investigativo, que a investigação acadêmica requer, com a vivência e a práxis de um coração pastoralmente envolto pelo amor à igreja e sua missão transformadora no contexto do século XXI. Um enfoque atual e inovador, que demonstra bem como é possível – sem que se perca a identidade histórica das denominações - transpor limites e barreiras confessionais em favor de uma tarefa que convoca indistintamente a todos os que conhecem o Evangelho a uma missão; missão de compromisso incondicional com a vida em toda a sua integralidade. Um livro que o leitor vai apreciar tanto pelo zelo para com a pesquisa quanto pela riqueza de detalhes e leveza de estilo.” (Prof. Wander de Lara Proença, PhD, - texto extraído do prefácio à obra)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Amizade é amor

O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão. Provérbios 18:24

Estava iniciando em meu novo distrito missionário, Iquitos, uma das cidades mais povoadas da selva peruana. Certa tarde, fiquei surpreso ao encontrar o Jonas, um jovem que havia conhecido tempos atrás, muito dinâmico na igreja e muito mais ainda no que sabia fazer: colportar.

Jonas havia chegado em Iquitos alguns anos antes e me contou que seus negócios floresceram, seus projetos pessoais se concretizaram um a um, mas prontamente mudou o rumo de nossa conversa quando lhe perguntei a respeito da igreja e de sua família. O jovem não soube o que responder e, com tristeza, me disse: “Nesta cidade não tenho amigos que me ajudem em minha vida cristã”.

Jonas estava pedindo ajuda “imediata”, clamava para voltar aos braços de Deus e queria amigos verdadeiros que o levassem à salvação. Alguém pode ter o que deseja na vida, cumprir suas metas e alcançar seus objetivos, mas a amizade é a riqueza impagável, porque faz com que nos sintamos amados, reconhecidos e importantes nesta vida.

Sem os amigos cristãos, Jonas não via pessoas que lhe dedicassem tempo, não sabia com quem podia contar em caso de necessidade, não tinha quem velasse por sua felicidade, tal como o faziam os irmãos da igreja quando os procurava para estudarem a respeito de Jesus, para fazer a obra missionária, pregar e tantas coisas mais.

Os amigos se Aproximam, se Manifestam, Oferecem e nos fazem Rir. A amizade é apenas uma palavra: a – m – o – r. Provérbios 17:17 diz: “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão”.

Jesus Cristo, nosso modelo de amigo, aproximou-Se das pessoas necessitadas, manifestou Seu amor, ofereceu Seus benefícios e, por fim, as pessoas podiam rir novamente, sentirem-se felizes por haverem encontrado Jesus.

Jonas voltou para a igreja depois de alguns meses de nosso rápido encontro. Fez novos amigos e agora é um ótimo líder que reconhece que Jesus um dia Se aproximou dele, mostrou-lhe Seu amor, ofereceu-lhe a salvação e hoje ele vive feliz porque Jesus Cristo o encontrou.

Cristo nos diz: “Vocês são Meus amigos se fizerem o que Eu mandar”.

Você sabia que por seu intermédio Deus pode Se aproximar das pessoas? Deus o convida fazer o que Jesus Cristo fez: mostrar a verdadeira amizade com base no amor e conquistar muitas pessoas que necessitam de esperança.

Pr Edinson Vásquez Díaz
Asociación Peruana Central Sur - UPS

sábado, 16 de abril de 2011

Bactéria resistente contamina 25% da carne americana

Pedaços de carne obtidos em mercados de cinco cidades dos Estados Unidos revelaram a existência de uma bactéria super-resistente nos alimentos. Cerca de 25% da carne bovina, de frango, porco e peru estavam contaminadas com o Estafilococo aureus, uma bactéria que pode provocar infecções na pele, pneumonia, septicemia ou endocardite em pessoas com corações fraco. O material foi encontrado em 47% das mostras, segundo o estudo publicado pela revista Clinical Infectious Diseases.

Mais da metade (52%) das amostras infectadas continha uma dura cepa do Estafilococo, resistente a pelo menos três tipos de antibióticos. Na maioria dos casos, a bactéria morre durante o preparo do alimento, mas os riscos de contaminação podem estar na manipulação da carne crua na cozinha e de outros utensílios, ou no consumo de carne muito mal passada.

"Pela primeira vez, sabemos quanto de nossa carne e aves está contaminada com um estafilococo resistente aos antibióticos, e é essencial saber", afirmou Lance Price, do Translational Genomics Research Institute de Phoenix, Arizona, coordenador do estudo. "O assunto é preocupante e exige atenção sobre como são utilizados os antibióticos na atual produção de alimentos para animais", completou Price, para quem "provavelmente" a bactéria resistente "está na comida dos próprios animais".

O Estafilococo aureus não figura entre as quatro bactérias que habitualmente o governo americano busca nas análises que faz da carne, que são: salmonela, campylobacter, Escherichia coli e enterococo. Mais de duas milhões de pessoas são infectadas nos Estados Unidos anualmente com estas bactérias. Centenas delas morrem, com um risco maior para crianças, idosos e pessoas com sistema imunológico vulnerável.

As 136 mostras obtidas incluíram 80 marcas de carne e foram retiradas de 26 mercados nas cidades de Los Angeles, Chicago, Fort Lauderdale, Flagstaff e na capital Washington DC. O estudo mostra que a bactéria foi encontrada dentro da carne e, portanto, não é, em absoluto, provável que a presença seja motivada pela manipulação.

A responsabilidade, provavelmente, recai sobre as granjas industriais com densidade de estoque. “Nesses lugares, os animais recebem sistematicamente pequenas doses de antibióticos (...), ideal para o cultivo de bactérias resistentes que passam dos animais aos humanos", destaca o estudo.

"Os antibióticos são os medicamentos mais importantes que temos para tratar infecções por estafilococo. Mas quando o estafilococo é resistente a três, quatro, cinco e até mesmo nove antibióticos diferentes - como comprovamos neste estudo -, os médicos ficam com poucas opções", afirmou Price.

O documento não avalia os riscos para a população desta cepa de estafilococo. "Agora, precisamos determinar o que significa isto em termos de risco para a saúde do consumidor", disse o co-autor Paul Keim, diretor do Center for Microbial Genetics and Genomics da Northern Arizona University. (Agência France-Presse - publicado em Veja)

Nota: Vale a pena atentar para o conselho de Ellen White: "Muitas vezes, ao ser comida, a carne deteriora-se no estômago, e cria doença. Câncer, tumores e moléstias do pulmão são em grande escala produzidas por comer carne.” “... Nem uma grama de carne deve entrar em nosso estômago. O comer carne não é natural. Devemos voltar ao desígnio original de Deus ao criar o homem”. C.S.R.A., 380, 383.

Leia também: Segunda-feira sem carne

Pr. Evandro Fávero

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Resumo da lição 3 da Escola Sabatina

Título: “Vestes de Inocência”

Texto-chave
“Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. (Gn 1:27)

Objetivos 1. Comparar as roupas originais que Deus fez para Adão e Eva (Gn 3:21), com as roupas que eles fizeram para si mesmos (Gn 3:7).
2. Compreender a importância de estar espiritualmente vestido das roupas de justiça de Cristo.
3. Valorizar a roupa espiritual que Deus nos concede, em vez da cobertura rota que fazemos para nós mesmos.

Verdade Central
Ao contrário do que prega o evolucionismo, a Bíblia testemunha que Deus criou o homem perfeito (Ec 7:29) para que este assim existisse eternamente. Entretanto, a entrada do pecado deteriorou o plano divino, levando o homem a uma decadência em todos os aspectos. Apesar de o pecado estar, cada dia mais, deteriorando a natureza humana, à luz do livro de Gênesis, a lição desta semana mostra como começou essa decadência e qual a única solução para a mesma.

Lição de domingo: “Os Primeiros Dias”
Os dois primeiros capítulos da Bíblia, assim como os dois últimos, falam de um mundo sem pecado. Imagine o lar de Adão e Eva: todos os animais completamente mansos e amigos, a natureza perfeita e bela sem nenhuma praga, o ambiente sem poluição e desfrutando da presença constante e visível de Deus.

1. Embora a entrada do pecado tenha causado separação entre o homem e Deus, o Criador tomou providências para que não vivamos separados dEle.

2. Através da leitura da Bíblia (2 Tm 3:16-17), da oração (Lc 21:36) e da con-templação da natureza (Rm 1:20) podemos sentir a presença de Deus sempre próxima de nós.

3. “Enquanto empenhados em nosso trabalho diário, devemos erguer a alma ao Céu em oração. Essas silenciosas petições ascendem como incenso perante o trono da graça; e o inimigo é confundido. O cristão cujo coração é assim firmado em Deus, não pode ser vencido” – Mensagens aos Jovens, 249.

Lição de segunda-feira: “Despidos, mas não envergonhados”
Antes do advento do pecado em nosso mundo, a realidade de nossos primeiros pais era bem diferente da nossa. Imagine um casal vivendo em um ambiente sem dor, sofrimento, engano, traição, morte, perda, vergonha, sem nenhuma barreira entre eles e Deus, mesmo estando completamente nus (Gn 2:25).

1. A inocência e pureza propiciadas pela ausência do pecado eram tão grandes que as vestes como usamos hoje não eram necessárias.

2. “Esse casal, que não tinha pecados, não fazia uso de vestes artificiais; esta-vam revestidos de uma cobertura de luz e glória, tal como a usam os anjos. bEnquanto viveram em obediência a Deus, esta veste de luz continuou a en-volvê-los” - Patriarcas e Profetas, 45.

3. Adão e Eva viviam literalmente nus, mas tinham a alma revestida pela pureza e santidade herdadas do Criador. Hoje muitos desprezam a pureza e santidade que podem ser alcançadas pela comunhão com o Salvador e mesmo usando as mais caras vestes, continuam com a alma desnuda.

Lição de terça-feira: “O Teste”
A vida pura e santa desfrutada por nossos primeiros pais foi alterada porque, ao serem submetidos a um teste, eles fracassaram. Porque teriam eles que ser provados? Se a proibição suscita a curiosidade, não seria Deus culpado por incentivá-la?

1. “O pecado é um intruso, por cuja presença nenhuma razão se pode dar. É misterioso, inexplicável; desculpá-lo corresponde a defendê-lo. Se para ele se pudesse encontrar desculpa, ou mostrar-se causa para a sua existência, deixaria de ser pecado” - O Grande Conflito, 492 e 493.

2. “Deus poderia ter criado o homem sem a faculdade de transgredir a Sua lei... Neste caso, porém, o homem teria sido, não uma entidade moral, livre, mas um simples autômato. Sem liberdade de opção, sua obediência não teria sido voluntária, mas forçada. Não poderia haver desenvolvimento de caráter. Tal maneira de agir seria contrária ao plano de Deus ao tratar Ele com os habitantes de outros mundos. Seria indigna do homem como um ser inteligente, e teria apoiado a acusação, feita por Satanás, de governo arbitrário por parte de Deus” - Patriarcas e Profetas, 49.

3. “Deus não ordenou a existência do pecado. Previu-a, porém, e tomou providências para enfrentar a terrível emergência” (O Desejado de todas as Nações, 22). E muito mais do que em qualquer outro ser, as conseqüências do pecado doeram em Deus, pois a solução que Ele encontrou para o mesmo foi dar Seu único Filho para morrer pelos pecadores (Jo 3:16).

Lição de quarta-feira: “Roupas Novas”
Embora Satanás tenha prometido a Eva que esta não morreria se comesse do fruto proibido e que, ao contrário, se elevaria a uma esfera de saber tão ampla como a de Deus (Gn 3:4-5), quais foram as conseqüências imediatas de comer do fruto que Deus lhes proibira comer? (Gn 3:7-12, 16-19).

1. Tendo perdido as vestes de pureza e luz que os envolvia, Adão e Eva sentiram vergonha de receber a costumeira visita de Deus com o corpo desnudo (Gn 3:8). Isto porque a nudez física refletia a nudez de alma provocada pelo pecado, que incapacita o homem de chegar-se à presença de Deus (Is 59:1-2).

2. Envergonhados de sua nudez física, nossos primeiros pais confeccionaram as primeiras vestes usadas no planeta terra (Gn 3:7). Entretanto, mesmo tendo eles uma inteligência muito acima da nossa, as vestes que criaram não resolveu-lhes o sério problema provocado pelo pecado. Quando indagado pela razão de fugir do Criador, a resposta de Adão foi que: “o fez porque estava nu” (Gn 3:10). Fisicamente ele estava vestido, mas a nudez da alma lhe provocava medo de Deus. Isto porque suas vestes representavam a justiça humana que não passa de “trapos de imundícia” (Is 64:6) diante de Deus.

3. Embora, como cristãos, não podemos olvidar a necessidade de vestir-nos com bom senso, o que mais precisamos é das vestes de justiça de Cristo e não vestimentas dispendiosas (1Tm 2:9). “Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu...” (Ap 16:15).

Lição de quinta-feira: “Vestes de Pele”
Quando Adão, mesmo vestido com folhas de figueira, confessou que estava nu, que vestes Deus propiciou para ele e sua mulher? Porque Deus não apenas aperfeiçoou as vestes inventadas pelo primeiro casal ao invés de preferir outras cuja confecção provocaria a morte de um inocente?

1. Ao invés de folhas de figueira, Deus mandou que Adão matasse um cordeiro para dele tirar peles e fazer vestes adequadas para ele e sua esposa (Gn 3:21).

2. “Para Adão, a oferta do primeiro sacrifício foi uma cerimônia dolorosíssima. Sua mão deveria erguer-se para tirar a vida, a qual unicamente Deus podia dar. Foi a primeira vez que testemunhava a morte, e sabia que se ele tivesse sido obediente a Deus não teria havido morte de homem ou animal. Ao matar a inocente vítima, tremeu com o pensamento de que seu pecado deveria derramar o sangue do imaculado Cordeiro de Deus” – Patriarcas e Profetas, 68.

3. “Um abrigo de folhas de figueiras nunca cobrirá nossa nudez. O pecado deve ser removido, e o manto da justiça de Cristo deve cobrir o transgressor da lei de Deus. Então, quando o Senhor olha para o pecador arrependido, Ele vê, não as folhas de figueira que o cobrem, mas a própria justiça de Cristo.” – Meditação Matinal/1983, 373.

Conclusão
1. Quando pecaram, nossos primeiros pais perderam a as vestes de pureza e o direito de viver no paraíso terrestre. Deus lhes deu vestes de peles simbolizando as vestes de justiça de Cristo, tecidas “nos teares do Céu” (Parábolas de Jesus, 311) para que a nudez de alma dos mesmos não lhes tirasse inteiramente a esperança de um dia voltar ao seu estado original.

2. Ao, o homem, perder sua veste de santidade, o Filho de Deus se dispôs a deixar temporariamente suas vestes reais e tomar sobre si, vicariamente, a nudez de alma humana a fim de redimir os pecadores.

3. “Adão caiu, e Aquele que era participante da glória do Pai antes de existir o mundo, pôs de lado Suas vestes reais e Sua real coroa, e desceu de Sua alta autoridade para tornar-Se um Bebê em Belém, a fim de que, palmilhando o caminho onde Adão tropeçara e caíra, redimisse a humanidade caída” – I Mensagens Escolhidas, 226.

4. Tendo perdido o direito ao paraíso original, Adão legou a toda a sua descendência toda sorte de conseqüências oriundas do pecado. Entretanto, graças ao sacrifício de Cristo, um dia isto terá fim. Todos que lavam as suas vestes manchadas de pecados e da falha justiça humana no sangue do cordeiro de Deus (Ap 7:14) que foi morto antes da fundação do mundo (Ap 13:8), um dia terão o direito de comer da árvore da vida, entrar na cidade pelas portas (Ap 22:14) e receber vestes de linho finíssimo puro e branco (Ap 19:8) para desfrutar da eternidade no paraíso de Deus.

Pr. Dário Gonçalves
Distrital Quadra Norte – Londrina – PR

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Enaltecer a Jesus

“E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo.” João 12:32

Você foi atraído por Jesus? Foi atraído a Jesus? Ser atraído a Jesus é a experiência mais grata e viva que o ser humano pode ter.

Jesus disse: “E eu, quando for levantado”. Neste mundo são muitas as coisas que são levantadas, que se destacam. Ídolos humanos são enaltecidos, que não possuem nem as características limitadas dos seres criados. Personalidades são enaltecidas e se tornam modelo para nossos jovens, porém, em sua vida pessoal cometem as mais aberrantes perversidades. São enaltecidas pessoas que ao bem chamam mal e ao mal bem.

É assim, querido amigo. Este mundo enaltece tudo, menos a Jesus, a verdade e a vida. Instituem-se líderes para conduzir o país os quais não conseguem dominar suas próprias paixões.

O que é pior, nós que somos chamados a enaltecê-Lo, dormimos o sono da apatia. Nós que, pela misericórdia, fomos escolhidos, há ocasiões que caímos na tentação de sermos estrelas. Esquecemos que o brilho das estrelas se dissipa quando o sol aparece. Somente Jesus deve brilhar em nosso ministério e em nossa vida. Devemos considerar seriamente nossa função e nos arrependermos caso esse tenha sido o nosso pecado.

Hoje, mais do que nunca, é necessário enaltecer a Jesus. Hoje, mais do que nunca, é necessário abrir o coração ao estudo das Sagradas Escrituras, em uma busca sincera, diligente da verdade. Jesus tem de ser enaltecido nos lares, nos colégios, na roda de amigos, nas igrejas. Enaltecido nas cortes judiciais, nas reuniões dos dirigentes dos países. Jesus deve ser enaltecido e é imperioso que assim seja.

Você foi atraído a Jesus? Foi atraído por Jesus? Então, enalteça-O! Aquele que morreu porque um dia a lei de Deus foi quebrada. Enalteça Aquele que sofreu no Getsêmani para decidir passar pela cruz e morrer por você. Ao Jesus que sorveu a amarga taça, que triunfou sobre a morte e que intercede hoje por nós e que em breve voltará. Enalteça a Jesus, mesmo que ao fazê-lo você deixe de brilhar! Enalteça-o, porque é disso o que consiste o ministério.

Pr César Rivero
Comodoro Rivadavia – AAS – UA

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Estudo apresenta relação entre o jejum e a longevidade dos Adventistas do Sétimo Dia

Estudo científico apresentado no The American Jornal of the Clinical Nutrition sobre a relação entre o jejum e a longevidade dos adventistas do sétimo dia.

Estudos feitos em roedores demonstraram um aumento significativo na expectativa de vida e na resistência a doenças em animais submetidos ao jejum intermitente. A sugestão de que os seres humanos podem reagir de forma semelhante a redução da frequência alimentar, levanta várias questões importantes, tais como: A redução da frequência é viável em humanos? A redução da frequência alimentar pode conferir benefícios para a saúde independente da restrição calórica? Existe um estudo que aponte a relação entre a frequência das refeições e longevidade?

Um artigo recente apresentado por K.S. Stote oferece uma visão sobre este aspecto insuficientemente estudada da nutrição do ser humano. Com relação à primeira questão, o julgamento pelo K.S. Stote e por L.k. Heilbronn demonstrou que a tendência a seguir um regime de apenas uma alimentação ao dia e, em dias alternados, é viável para os seres humanos que participam em ensaios clínicos controlados.

Entretanto, a maior das avaliações subjetivas de abstinência alimentar indicam que a tendência é improvável com pessoas de vida livre.

Além disso, o jejum de uma vez por dia pode comprometer a qualidade da dieta. Na análise, realizada por K.S. Stote, os indivíduos que consomem uma refeição, “apresentaram a satisfação extrema, após a refeição e tinha dificuldade para terminar sua refeição no tempo previsto.” Isto ocorreu apesar da seleção de alimentos altamente energéticos e uma ingestão de fibras de apenas 7,4 g/1000 kcal, que é inferior ao atual consumo adequado de 14 g/1000 kcal. Alimentos com baixa densidade energética, como frutas frescas, legumes, água, dieta rica em grãos integrais e legumes, estão associados com uma dieta de qualidade. Assim, a adesão a uma dieta restrita a uma refeição por dia excluiria a escolha frequente de tais alimentos devido à sua massa.

A comparação direta entre o estudo de K.S. Stote e os estudos realizados em animais é dificultada pelas diferenças metodológicas do experimento. No entanto, a ausência de sobreposição de biomarcadores medidos, sugere que a frequência da refeição reduzida sem restrição de calorias em humanos tem poucas possibilidades de alcançar a mesma extensão considerando o tempo visto em modelos animais.

Como discutido, por K.S. Stote, os muçulmanos que jejuam durante o Ramadã apresentam adaptações fisiológicas ao consumo de duas refeições ao dia. Os adventistas do sétimo dia também seguem uma dieta de 2 refeições ao dia. A proporção de adventistas do sétimo dia que aderem para 2 refeições ao dia como padrão é inferior ao dos muçulmanos durante o Ramadã.

Porém, entre os adventistas do sétimo dia, as 2 refeições ao dia é costumeira e, às vezes o regime é adotado durante toda vida, o que permitiria tempo suficiente para realizar as mudanças estáveis na fisiologia. Os horários das refeições representam uma outra distinção entre esses dois grupos religiosos. Durante, o Ramadã, os muçulmanos comem antes do amanhecer e após o crepúsculo. Já os adventistas do sétimo dia, na sequência de 2 refeições ao dia, normalmente consomem sua refeição final à tarde. Esta amostra resulta em um período mais longo entre jantar e café da manhã, e pode ser biologicamente importante.

Os adventistas do sétimo dia têm uma expectativa de vida maior do que os outros californianos brancos, o que tem sido atribuído as baixas taxas de tabagismo, sua ênfase sobre o consumo de uma dieta baseada em vegetais, e vários outros fatores de estilo de vida. No entanto, a relação entre a redução da frequência alimentar e a longevidade entre os adventistas do sétimo dia nunca foi estudada. Estudos futuros ou similares sobre os adventistas do sétimo dia apresentam uma valiosa oportunidade para esclarecer a relação entre a frequência das refeições na longevidade dos seres humanos. (Am J Clin Nutr October 2007 86: 4 1254-1255 - American Journal Clinical Nutrition - Cartas ao editor).

Nota: "Vale a pena atentar para o conselho de Ellen White: "Não deveis nunca permitir que um bocado vos passe pelos lábios entre vossas refeições regulares”. C.S.R.A., 180 e que "... Coisa alguma se deve comer entre as refeições, nada de doces, nozes, frutas, ou qualquer espécie de comida”. C.S.R.A., 180.

Pr. Evandro Fávero

domingo, 10 de abril de 2011

Dias que não se apagam

“E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.” Isaías 66:23

Cada sábado é um dia especial, mas há alguns, cujos acontecimentos provocam maiores impactos sobre nós. Um destes foi no ano de 2007. Neste sábado eu não fui à igreja, mas a um hospital. Lá se encontrava um grande servo de Deus, o irmão Valdote, acometido de um câncer. Naquela manhã de sábado, juntamente com alguns familiares, estudamos a lição da Escola Sabatina e realizamos o nosso culto de um modo mais informal. Ficou indelével em minha memória a sua fé inabalável, tendo uma enfermidade fatal sempre aconselhava e confortava aqueles que vinham visitá-lo, não deixando de expressar a convicção de que sua vida estava nas mãos de Deus. Em pouco tempo ele descansou no Senhor.

Enquanto refletia na elaboração deste texto recebi a notícia de um grave acidente automobilístico que provocou a morte de quatro jovens, sendo que dois eram irmãos, na família e na igreja. A última vez que falei com um deles, foi quando visitei, num período de férias, a minha cidade e a igreja da minha infância e juventude. Foi num sábado pela manhã, nos revemos e conversamos um pouco. Esta é última lembrança que tenho dele.

Um dos últimos momentos de convivência com o meu pai foi num culto de pôr-do-sol de chegada do sábado. Eu acabara de encerrar as atividades da colportagem em Brasília, então fui para Formosa-GO para passar o sábado e no domingo viajar para Engenheiro Coelho-SP, onde eu estudava. Ali em casa, somente nos dois, cantamos, lemos a Bíblia e oramos. Após a minha viagem no dia seguinte só pude retornar a vê-lo em seu funeral.

Com toda certeza estes sábados são lembrados com certa dor no coração, mas também são lembrados com a esperança de reencontrar aqueles que hoje dormem o sono da morte e aguardam o “ressoar da trombeta de Deus”. A Palavra de Deus diz: “E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.”(Is 66:23). “O sábado nunca será anulado; antes, por toda a eternidade, os santos remidos e todo o exército celestial o observarão em honra ao grande Criador.” (Primeiros Escritos, 217). Este dia especial fará parte da vida eterna que Cristo Jesus irá conceder por ocasião de sua breve volta a esta terra. Na eternidade em cada sábado adoraremos a Deus juntos e em comunhão com os nossos queridos ressuscitados, na certeza de que nunca mais iremos nos separar.

Pr Élvio Domingos Batista
Associação Planalto Central – UCOB

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Resumo da lição 2 da Escola Sabatina

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Título: “Da Glória ao Pó”

Texto-chave
“Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti”. Ezequiel 28:15

Objetivos
1. Analisar a história da rebelião de Lúcifer e suas consequências tanto para o Céu como para os seres criados na Terra.

2. Advertir-nos quanto ao perigo de acalentar orgulhos espirituais por menores que sejam.

3. Reconhecer a supremacia de Deus como Criador e Mantenedor de todas as coisas.

Verdade Central
Até mesmo a maior das criaturas de Deus não está isenta da liberdade de escolha.

Lição de Domingo: O Criador de Tudo

Se Deus criou todas as coisas, Ele também criou o mal?

1. Deus criou um mundo perfeito, com seres perfeitos. Seres dotados de uma liberdade moral que chamamos de livre arbítrio.

2. O proprietário de uma fábrica de facas não pode ser responsabilizado pelo assassinato de alguém que foi morto por uma de suas facas.

Mas se Deus é onisciente e sabia que Lúcifer iria rebelar-se, porque simplesmente Ele não deixou de criá-lo?

3. Uma vez que a liberdade é uma característica inerente a todos os seres criados por Deus, a qualquer momento poderia levantar-se qualquer outro anjo questionando a autoridade de Deus.

4. A rebelião de Lúcifer é uma prova para todo o universo que realmente Deus é justo. Olhando para este mundo cheio de fome, doenças e catástrofes, podemos ver o resultado daquilo que o diabo plantou no Céu.

5. O Mistério da iniquidade, como é chamado o sentimento de rebelião que brotou no coração de Lúcifer, jamais será compreendido plenamente. Alguns de nossos questionamentos serão respondidos apenas no Céu.

Lição de Segunda-feira: Um Ser Belo e Perfeito

Lúcifer é mencionado como o “filho da alva” e “sinete da perfeição”. Um ser que usufruía de prestígio e respeito diante dos outros anjos. Mas isso não o impediu de rebelar-se. O que isto nos ensina a respeito da Perfeição?

1. Muitos em nossos dias, que têm buscado uma perfeição espiritual, acreditam que é possível viver em um estado de impecabilidade. Crêem que podem atingir este estado através da alimentação, uma vida de reclusão, ou técnicas que os fazem mais “perfeitos” que os demais. Muitos destes professos cristãos sentem-se realmente “orgulhosos” do nível espiritual que alcançaram. Alguns ainda humilham os que não atingiram o mesmo nível de santidade.

2. O único ser realmente perfeito é Deus. Quando buscamos a perfeição em nós mesmos estamos cometendo o mesmo pecado de Lúcifer.

3. Lúcifer estava no Céu com Deus, mas em algum momento, Deus não teve mais lugar em seu coração.

Lição de Terça-feira: A Queda de um Ser Perfeito

O manto de Lúcifer parece ter uma posição de destaque na narrativa bíblica. Sua roupa transmitia a importância da posição que ocupava. Você acha que a tentação do orgulho é maior para quem exerce alguma função de liderança? Comente em sua classe.

1. “Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.” (Abraham Lincoln)
2. Quanto maior o poder, maior o perigo de abuso. (Edmund Burke)

Lição de Quarta-feira: Desejando Ser Deus

No pensamento antigo, as divindades habitavam as alturas. Davi olha para os montes e faz a pergunta: “É de lá que me vem o socorro?”. Estar no topo é um desejo implantado por uma sociedade que não aceita o fracasso. Em nome do sucesso, pessoas empunham armas e fazem outras de degraus. Você acha que em tempos modernos, ainda queremos o que Lúcifer desejou?

1. O Descontentamento que tomou conta de Lúcifer, seguidos pela inveja e pela cobiça podem ser sentidos na atualidade. Aliás, são sentimentos bem humanos herdados desta natureza de pecado. O consumismo, a busca pela fama, pela popularidade, por um lugar de destaque no grupo, é a herança de um sentimento que teve origem no íntimo do anjo caído.

2. Salomão experimentou a fama e o poder. À frente da nação mais poderosa sobre a terra, ele teve tudo o que um homem sonhou e sua conclusão é de que tudo é vaidade, ou em uma tradução literal: “... Vazio dos Vazios, tudo é vazio”. (Eclesiastes 1:2)

3. Será que vale a pena chegar lá em cima sozinho? O topo do monte da fama e riqueza, sem Deus, traz um vazio perturbador. Lúcifer deve ter sentido isso.

Lição de Quinta-feira: Satanás na Terra

O anjo de luz que se rebelou, arrastou a terça parte dos anjos para a Terra. Nosso planeta colheu os frutos da desobediência de nossos primeiros pais, que escolheram dar ouvidos à voz da rebelião. Para redimir a raça caída, não outro anjo, mas o próprio Deus escolheu vir a este mundo em forma humana. Que contraste, enquanto um escolheu o caminho da glória, outro desceu a estrada da humildade. O que a Cruz nos ensina?

1. Ao abrir os braços na Cruz, Jesus abre às portas da eternidade à raça humana.

2. A vitória está garantida nas mãos daquEle que desceu ao encontro daqueles que não poderiam salvar-se por si mesmos.

3. A humilhação de Cristo é um exemplo. A simplicidade de Deus ao assumir a forma humana deve levar-nos à reflexão.

Conclusão

“Houvesse na verdade, Lúcifer desejado ser semelhante ao Altíssimo, e nunca teria perdido o lugar que lhe fora designado no Céu; pois o espírito do Altíssimo manifesta-se em abnegado ministério. Lúcifer desejava o poder de Deus, mas não o Seu caráter. Buscava para si mesmo o mais alto lugar, e toda criatura que é movida por seu espírito fará o mesmo.” O Desejado de Todas as Nações, págs. 435 e 436.

“Sempre que a ambição e o orgulho são tolerados, a vida é maculada; pois o orgulho, não sentindo necessidade, cerra o coração para as bênçãos infinitas do Céu.”
Profetas e Reis, pág. 60.

“A soberba é um terrível aleijão no caráter. A soberba precede a ruína. Isto é verdade na família, na igreja e na nação.” Testimonies, vol. 4, pág. 377.

“Deus aborrece o orgulho, e... todos os orgulhosos, e todos os que procedem impiamente, serão como palha, e o dia que está para vir os consumirá.”
Mensagens aos Jovens, pág. 128.

"Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma." Mat. 11:29

Pr. Alex Escher
Departamental de Escola Sabatina da MOSR

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Boa relação entre os pais influencia na felicidade dos filhos

Quanto mais harmoniosa é a relação entre um casal, mais felizes serão seus filhos. É o que aponta estudo da Economic & Social Research Council, no Reino Unido, realizado com 40 mil famílias. Segundo dados da pesquisa, globalmente, 60% dos jovens se dizem “completamente satisfeitos” com sua situação familiar, mas nas famílias onde a mãe é infeliz, apena 55% dos jovens se considerem “totalmente felizes”, em comparação aos 73% onde as mães são felizes em seus relacionamentos.

A pesquisa também mostra que ter irmãos mais velhos não influencia na felicidade da criança, mas ter irmãos mais novos está associado a menores índices de satisfação dentro de casa. Segundo os resultados, as crianças mais felizes são aquelas que moram com os dois pais, não têm irmãos mais novos, não brigam com os pais regularmente, fazem pelo menos três refeições semanais a noite com a família reunida e cuja mãe é feliz em seu relacionamento. (Blog Boa Saúde)

Nota:
Certamente a boa relação entre os pais influencia os filhos porque a família foi criada por Deus (Genesis 2:24). E Deus ordenou aos pais que vivessem o amor para depois transmití-lo aos filhos. "Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te." Deuteronômio 6:4-7.

Ame o Senhor, ame seu conjuge e transmita estes valores a seus filhos através de sua vida, se necessário use as palavras.

Pr. Evandro Fávero

Parábola da Figueira estéril

“Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou”. Lucas 13:6

Deus busca resultados concretos. A qualidade e a quantidade devem estar sincronizadas. Assim como um fabricante, comerciante, profissional ou dona de casa busca o melhor em suas ações quotidianas, o Criador do universo não fica de braços cruzados esperando que os acontecimentos se sucedam de forma acidental. Os bons produtos são o resultado de ação harmoniosa e do controle de qualidade certificando-se de que seja ótimo.

Imagine se você plantar uma árvore frutífera em seu quintal, mas depois de vários anos essa planta não produzir nada além de folhas. Você consulta um especialista que recomenda alguns adubos e pesticidas, uma poda especial e um gotejamento eletrônico. Você espera mais alguns anos e os resultados são exatamente os mesmos: nada de frutos. Você consegue imaginar sua frustração diante desse fato? Seu tempo e dinheiro foram gastos em vão.

Pense no cuidado que a divindade tem tido com você ao longo dos anos, quando esteve doente, por ocasião de um acidente, durante uma viagem ou diversão. Medite nos acontecimentos de sua vida e como Deus o conduziu e o guiou pela mão. Você aprendeu e recebeu conselhos oportunos de algumas pessoas. Chegou agora a hora de sua vida frutificar.

Aparentar possuir o que não se tem é grave, porque isso engana a nós mesmos e afeta aos demais. Não permita que o egoísmo e a vanglória frustrem a produção dos frutos.

Quando você está com fome e abre o refrigerador, se estiver vazio, que decepção, mas se ali encontrar o alimento que mais lhe apetece, que alegria! De igual forma, se disponha a alimentar espiritualmente os outros. Que a sua vida esteja unida à fonte de poder do Céu. “Deus está à procura de ramos produtores de fruto” Olhando para o Alto, MM 1983, p. 182.

Pr. Roberto Gigliotti
Asociación Argentina del Sur - UA

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Beber muita cerveja aumenta o risco de câncer de estômago

Quem costuma abusar da cerveja tem um novo motivo para mudar seus hábitos. Cientistas descobriram que bebedores frequentes de cerveja têm mais chances de desenvolver câncer no estômago, principalmente se eles possuírem uma determinada variante genética.

Pessoas que bebem de duas a três cervejas por dia durante muitos anos possuem um risco 75% maior de câncer gástrico. Quem tem a variante de gene chamado rs1230025, mesmo não sendo bebedor contumaz, é 30% mais propenso a sofrer da doença em comparação com pessoas que bebem menos de uma cerveja diariamente, segundo o estudo.

“Por sua vez, quem é bebedor crônico de cerveja e ainda possui o rs1230025 corre um risco 700 vezes maior de desenvolver câncer de estômago em comparação com as pessoas sem a variação do gene que consomem menos de um drinque por dia”, afirma Eric Duell, epidemiologista do Instituto Catalão de Oncologia, em Barcelona, Espanha. A variação do gene é comum e está presente em cerca de 20% da população em geral, informa. Vinho e licor não parecem trazer os mesmos riscos, lembra Duell.

“O câncer parece estar mais ligado ao álcool especificamente da cerveja”, diz. Isso pode ocorrer porque bebedores contumazes são mais propensos a exagerar na cerveja do que em outras bebidas alcoólicas.

Os resultados são correlacionados, ou seja, existe uma relação entre o ato de beber cerveja e o risco de câncer de estômago, mas não se chegou à conclusão de que um causou o outro ou se há outro fator desconhecido na história.

Duell e seus colegas analisaram o consumo de álcool de 521 mil pessoas entre 35 e 70 anos que faziam parte da Perspectiva de Investigação Europeia em Câncer e Nutrição entre os anos de 1992 e 1998. Os pesquisadores observaram se os participantes do estudo consumiam vinho, cerveja ou outras bebidas alcoólicas regularmente, bem como a localização e a severidade do câncer de estômago, se houvesse.

Descobriu-se que as pessoas que consumiam mais de 60 gramas de álcool (o equivalente a quatro ou cinco cervejas) por dia tinham um risco 65% maior de desenvolver a doença no período do estudo do que pessoas que consumiam regularmente de 0,1 a 4,9 gramas de álcool por dia (menos de uma cerveja).

Quando os pesquisadores observaram puramente o consumo de cerveja (em vez do consumo de álcool em geral), o risco de câncer foi ainda mais alto. O mesmo aconteceu no caso de quem bebia muito e ainda contava com a variante genética rs1230025.

O câncer de estômago causou 10.570 mortes nos Estados Unidos ano passado e geralmente atinge pessoas com 65 anos ou mais, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Uma em cada 114 pessoas serão diagnosticadas com o câncer em algum momento de sua vida.

Os pesquisadores não sabem ao certo porque só a cerveja parece aumentar o risco de câncer gástrico, e o vinho ou licor, não. Entretanto, eles acreditam que seja uma combinação de maior consumo de cerveja do que vinho ou licor, com uma substância cancerígena específica, que é produzidas quando a cerveja é metabolizada.

Quando o álcool é metabolizado no organismo, uma substância cancerígena conhecida como acetaldeído é produzida. A cerveja, em particular, também contém níveis de uma substância cancerígena animal chamada de N-nitrosodimetilamina (NDMA). A exposição prolongada tanto ao acetaldeído quanto ao NDMA, através do hábito diário de beber cerveja, pode desempenhar um papel no risco de câncer gástrico, Duell explica.

“Por causa destes riscos, as pessoas devem evitar o consumo pesado de álcool, embora o consumo de leve a moderado seja aceitável”, diz.

Em seguida, Duell e seus colegas esperam fazer pesquisas adicionais para encontrar mais variantes do gene que pode ter um efeito sobre o risco de câncer de estômago. (Hype Science)

Nota: As evidências parecem gritar a favor da Bíblia que diz que "o vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles."Provérbios 20:1 e "de quem são os ais? De quem as tristezas? E as brigas, de quem são? E os ferimentos desnecessários? De quem são os olhos vermelhos? Dos que se demoram bebendo vinho, dos que andam à procura de bebida misturada. Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente! No fim, ele morde como serpente e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente imaginará coisas distorcidas. Você será como quem dorme no meio do mar, como quem se deita no alto das cordas do mastro. E dirá: “Espancaram-me, mas eu nada senti! Bateram em mim, mas nem percebi! Quando acordarei para que possa beber mais uma vez?” Provérbios 23:29-35.

Certamente a cerveja, nem qualquer bebida alcoólica, não tem nada de bom. Quantas vidas destruidas, não somente pelo câncer, mas pela cirrose, pelos acidentes de trânsito, e muito mais.

Com certeza a pesquisa não encontrou os malefícios no vinho e licor poque se deteve a estudar a cerveja. Eu no entanto prefiro ficar com o conselho de Deus e ao invés de beber com moderação praticar a abstinência.

"Pensai nos terríveis acidentes que ocorrem todos os dias por influência do álcool. Algum funcionário num trem de estrada de ferro negligencia atender a um sinal ou entende mal a uma ordem. O trem avança; dá-se um choque, e muitas vidas se perdem. Ou é um navio que encalha, e passageiros e tripulação encontram nas águas seu túmulo. Quando se investiga a questão, verifica-se que alguém, num posto de responsabilidade, se achava sob o efeito da bebida. Até que ponto pode uma pessoa condescender com o hábito da bebida, confiando-se lhe com segurança vidas humanas? Só merece essa confiança o que for totalmente abstêmio." A Ciência do Bom Viver, 331.

Pr. Evandro Fávero

sábado, 2 de abril de 2011

Fidelidade recompensada

“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim” Mateus 24:45-46.

Ao final de Seu conhecido discurso apocalíptico em Mateus 24, Jesus, utilizando-se de uma pequena parábola, direciona Seus ensinos aos líderes da igreja cristã. À semelhança do senhor da parábola, Cristo espera que nós, pastores-servos de seu povo, possamos prover fiel e adequadamente o alimento necessário aos demais servos que estão sob nossa responsabilidade.

A imagem do “sustento” evocada neste texto não é incomum nas Escrituras e está relacionada com a importante tarefa do líder cristão no ensino da Palavra de Deus. Enquanto o Senhor não vem, repousa sobre os Seus ministros a solene responsabilidade de apresentar mensagens que aconselhem, exortem, consolem e ensinem como crescer continuamente em Sua graça salvadora. “Apascenta as minhas ovelhas” disse Jesus à Pedro (Jo 21:17); “Prega a Palavra” foi a instrução de Paulo à Timóteo (2Tm 4:2); Pedro escreveu aos cristãos da Dispersão “pastoreai o rebanho de Deus” (1Pe 5:2).

Ellen White comentou sobre esta incumbência que o pastor “tem de pregar a ‘palavra’, não as opiniões e tradições dos homens, não fábulas aprazíveis ou histórias sensacionais, para mover a imaginação e despertar as emoções. Não deve exaltar-se, mas, como na presença de Deus, colocar-se perante o mundo a perecer, e pregar a palavra. Não deve haver nenhuma leviandade, nenhuma frivolidade, nenhuma interpretação fantasiosa; o pastor deve falar com sinceridade e profunda seriedade, como uma voz vinda de Deus a expor as Sagradas Escrituras. Cumpre-lhe oferecer aos ouvintes aquilo que é de maior interesse para seu bem presente e eterno” (OE, 147).

O contexto religioso em que vivemos tem apresentado uma “caricatura do Evangelho” ao apresentá-lo como um grande compêndio de auto-ajuda, focado na resolução dos problemas emocionais, físicos ou financeiros, relegando a um segundo plano seu principal propósito: a mensagem completa da salvação em Cristo. Como ministros adventistas, nosso desafio é nos manter fiéis ao chamado que o Senhor nos fez para alimentar corretamente o rebanho, a fim de que assim Ele receba uma “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém, santa e sem defeito” (Ef 5:27).

Ao assim fazermos, repousa sobre nós a promessa do “Deus que não pode mentir” (Tt 1:2) de que no dia de sua vinda, ouviremos a tão esperada frase: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).

Pr Wellington Barbosa
Associação Sul-Paranaense - USB

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Resumo da Lição 01 da Escola Sabatina

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Título

“No tear do céu”

Texto-chave
“Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados!” (Romanos 4:7, NVI)

Objetivos

1. Saber: reconhecer a profundeza de nossa depravação e a perfeição completa do dom de justiça e do viver correto que Cristo oferece.

2. Sentir: sua profunda necessidade de ser crucificado com Cristo e de ser ressuscitado para a vida em Cristo.

3. Fazer: apoderar-se do que Cristo fez por nós quando nos cobriu com sua justiça e avançar entregando diariamente nossa vontade à Ele.

Verdade Central
Cristo é o substituto e garantia do pecador, e o seu manto da justiça é um dom imerecido e gratuito. No entanto, temos de aceitar suas provisões, entregando diariamente a Deus a vontade e os desejos. Devemos deixar que Cristo viva Sua vontade e Seus desejos em nossa vida.


Lição de Domingo: Olhando-se no espelho

A lei é muitas vezes comparada a um espelho na Bíblia.
Qual cristão, não importando quão fiel seja, ao olhar no espelho, pode alegar algum tipo de justiça própria? Qual cristão, olhando no espelho, não fica horrorizado com o que sabe que se esconde sob a superfície?

Analisando Isaías 64 concluímos:

1. Situação: O pecador não tem saída. Sua Justiça própria é impotente. Seu caráter está tão sujo como um “trapo de imundícia” (como uma espécie de absorvente feminino usado). Tipo de coisa que só presta para o lixo.

2. Permissão: O que lhe resta é perceber as manchas e diante da grave situação, permitir que Cristo mude a situação.

3. Transformação: O ser humano é totalmente mau, mas em Cristo existe esperança e poder para a transformação.

Lição de Segunda-feira: Justiça imputada

Quando olhamos no espelho, nos desesperamos por toda a imundícia percebida. Quanta sujeira escondida. Que esperança temos então?

1. Temos uma grande esperança, e o termo teológico para esta esperança é justiça imputada. O que significa isso?
a) É a perfeita justiça de Jesus.
b) É como um manto feito no “tear do céu” e concedido a nós pela fé.
c) Significa substituir nossa vida pecaminosa por sua vida sem pecado.
d) Ela vem de fora de nós, é creditada a nós, e nos cobre completamente.

2. Então como em entender a justiça imputada no contexto da vida de Abraão? O apóstolo Paulo relata em Romanos 4:1-7, que Abraão creu e as suas boas obras foram resultado desta fé. Ele creu na certeza do Cordeiro de Deus, antes do acontecido.

3. O preço pago, o cordeiro de Deus, o sacrifício, são os mesmos para Abraão e para nós. A diferença é só o ponto no tempo. Ele creu antes da Cruz e nós depois, porém, a justiça de Cristo é tão abrangente que alcança o passado, o presente e o futuro, concedendo a todo o que crê, a eternidade.

Lição de Terça-feira: Sem a Lei

A lei de Deus tem suas funções específicas, ela também é eterna, santa e imutável. A redenção não é função da lei, mas, do Redentor: Jesus Cristo. Somos justificados pela fé, salvos pela graça e julgados pelas obras.

1. Mesmo um cristão fiel há muitos anos, reconhece pela sua experiência que só pela graça de Cristo pode vencer o pecado, obter vitórias, superar os defeitos de caráter, amar os inimigos. Só pela graça.

2. “Na condição de pecadores, a justiça que nos salva, a justiça de que precisamos, nos cobrindo como um vestido, é uma justiça que se manifesta “sem a lei”“. Em outras palavras, é a justiça de Jesus, a retidão de Sua vida, a justiça que nos traz “a redenção que há em Cristo Jesus”.

3. A redenção está nEle, não em nós mesmos nem no cumprimento da lei, e essa redenção se torna nossa pela fé.

Lição de Quarta-feira: A roupa faz o homem

Que aspectos de sua vida revelam a realidade de sua experiência com Deus?
Quais são as áreas nas quais você está lutando?

Deve existir compatibilidade entre o que somos e fazemos. Mesmo que tentemos disfarçar, nossos atos refletem o que assumimos no interior.

1. Tão importante quanto aceitar a Jesus como nosso Salvador é permitir que Ele seja o nosso Senhor. Ao receber o manto da Justiça de Cristo, assumimos um compromisso total de permitir que Ele coloque em nossa vida Seus atributos de caráter.

2. A graça é obra de um momento, a santificação é obra gradativa, de uma vida, onde recebemos poder para obedecer e produzir boas obras.

3. Fomos revestidos pela Justiça de Cristo, então devemos ter uma vida de:
a) Constante relacionamento com Cristo.
b) Renúncia ao egoísmo.
c) Busca e permanência no que é santo.
d) Dependência dEle.

Lição de Quinta-feira: Graça barata e legalismo

A compreensão de que a obediência vem como um dom nos livra de dois perigos: graça barata e legalismo.

1. Você já deve ter ouvido a expressão “uma vez salvo, salvo para sempre”, soando como a facilitação do caminho par o reino dos céus, porém, apesar de atrativa, é o sinônimo do que chamamos de “graça barata”. Pensar que não importa o que fazemos, desde que Cristo esteja em nosso coração, é um engano. Se Cristo realmente vive em nosso coração, boas ações devem, necessariamente, ser o resultado.

2. Ao mesmo tempo, não é menos fatal pensar que podemos ser salvos pelas nossas próprias obras de obediência. Isso é legalismo, acreditar que tenho méritos pelo que faço.

3. Quando entendemos que a obediência é um dom:
a) Primeiro, acreditaremos na importância de obedecer.
b) Segundo, nossa obediência não será meritória.

Somos tão dependentes de Cristo para obedecer à lei e ser santificados, assim como somos para ser justificados e perdoados diante de Deus.

Conclusão

a. O homem pecou. O salário do pecado é a morte e a lei requer justiça – vida justa, caráter perfeito; e isso o homem não tem para dar. Não pode satisfazer as reivindicações da santa lei divina.

b. Depois da queda o homem tornou-se corrupto e sua justiça se assemelha a trapos de imundícia.

c. A boa notícia é que Cristo veio a terra como homem, viveu vida santa e desenvolveu caráter perfeito. Isso Ele oferece como dom gratuito a todos quantos o queiram receber, então, a remissão de pecados passados é garantida, mediante a paciência de Deus.

d. Mais que isso, Cristo lhes comunica os atributos divinos. Forma o caráter humano segundo a semelhança do caráter de Deus. Deus pode ser “justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus”.

Pr. Adilson Gonçalves
Departamental de Escola Sabatina da ACP

Caminhando com Deus

"Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus." Gênesis 6:9

O personagem de Noé sempre me foi de inspiração. Durante 120 anos segurou, sem vacilar, seu martelo. Porém, o que mais me surpreende é que isso foi apenas parte dos 350 anos que caminhou com Deus.

Em 21 de setembro de 2003, minha mãe me deu o último conselho enquanto embarcava no ônibus com meu pai e três irmãos que os levaria ao Chile, onde iniciariam uma nova vida. Seu conselho foi: “Nunca deixe de realizar seu culto pessoal”. Em 2004 fui estudar Teologia na UAP. Tive de trabalhar como bolsista para poder pagar os estudos.

Certo dia, enquanto almoçávamos entre um grupo de amigos que, em 2005, iriam cursar apenas as matérias teológicas, indagamos uns aos outros o que mais nos preocupava quanto a estudar Teologia. Minha resposta foi: “Minha preocupação é deixar de passar tempo de qualidade com Deus”. As palavras de minha mãe haviam calado fundo em minha mente. Eu sabia que não poderia ser um servo de Deus a menos que realizasse meu culto pessoal diariamente.

Nesse momento, um companheiro disse que isso não lhe importava muito, já que ao fazer o curso isso corresponderia a quase cinco horas de culto a cada manhã.

Pensei: Será que posso depender do que os outros me dizem a respeito de Deus? Será que isso é suficiente? Obviamente não posso depender do que o professor me diz a respeito de Deus. É impossível crescer espiritualmente enquanto ouço a respeito de um Deus pleno de poder e de amor. Eu necessito, a cada dia, encontrar-me pessoalmente com esse Deus Todo-Poderoso e infinito em amor.

O cristianismo é uma relação de amor com Deus (João 3:16). Não é possível amar alguém em quem não confiamos (Hebreus 11:6). É impossível amar a Deus se não O conheço (João 5:39, Romanos 10:17).

Para conhecer uma pessoa há três coisas que sempre devemos fazer: conversar, escutar e compartilhar de momentos juntos. Quando lemos a Bíblia estamos ouvindo a voz de Deus. Quando a aplicamos em nossa vida, somos capazes de falar com Deus e contar-Lhe os detalhes de nossa vida e do dia que passou, bem como o nosso desejo de viver de acordo com Sua Palavra.

Portanto, necessitamos passar momentos juntos. Quando penso onde estaria Jesus se estivesse aqui, imagino-me ao lado de pessoas necessitadas de ânimo, esperança e fé. Se desejo realizar atividades com Ele, também necessito estar ao lado dessas pessoas. Essas três coisas não podem ficar de lado a despeito das muitas atividades que temos de realizar na igreja.

Que hoje seja um dia de caminhada com Deus. Não há atividade maior e mais importante que essa. Que Deus o abençoe.

Pr Federico Silva
Durazno - UU

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