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quarta-feira, 30 de março de 2011

Confiando no Senhor

“Deixe nas mãos do Senhor tudo o que você for fazer. Confie Nele de todo o coração e Ele fará o que for necessário” Salmos 37:5 BV.

Eu estava cursando a faculdade de Teologia e Administração e minha esposa estava cursando seu último ano na faculdade. Como estudávamos durante o dia, não havia meio de trabalharmos e, assim, tínhamos que depender da colportagem no período de férias para nossa sobrevivência.

Mas era muito difícil conseguir levantar fundos suficientes para pagar três cursos universitários, seis meses de aluguel e ainda sobrar para o pagamento das contas mensais e a compra dos alimentos. Então, sempre nos víamos em grandes dificuldades financeiras.

Certo dia, estávamos sem dinheiro algum e tínhamos algumas contas que venceriam naquele dia. Estávamos realmente preocupados, pois não tínhamos nenhum meio de pagar aquelas contas e acumulá-las para o mês seguinte, seria um problema ainda maior, pois então seriam duas contas mensais, fora os juros que teríamos de pagar.

Minha esposa e eu nos levantamos pela manhã e fizemos o culto matutino, como era nosso costume. Então, após os momentos de meditação, nos ajoelhamos e oramos pedindo a Deus que providenciasse algum meio para que pagássemos aquelas contas.

Terminamos a oração e nos levantamos. Ela então pegou a literatura utilizada para nossa meditação e foi guardá-la na estante, como sempre fazia. Foi aí que ela viu uma antiga Bíblia, que não usávamos há algum tempo e decidiu folheá-la. Qual não foi nossa surpresa ao encontrar cem reais dentro da Bíblia.

Naquele mesmo momento fizemos uma oração de agradecimento a Deus. Não sei de onde apareceu aquele dinheiro, mas conseguimos pagar as contas que precisávamos e ainda sobrou.

Durante todos os anos em que estivemos na universidade nada nos faltou e Deus providenciou o suficiente para que pagássemos todas as nossas contas e sempre tivéssemos o que comer e o que vestir. Como um Deus tão grandioso se preocupa com coisas tão pequenas? Não sei, mas sei que Ele está sempre pronto a nos ajudar, basta ser fiel a Ele. Sempre agradeço a Deus pelos pequenos e grandes milagres que Ele fez e faz em nossa vida.

Pr. Samir Domingues Costa
Associação Sul-Rio-Grandense – USB

segunda-feira, 28 de março de 2011

Conversão: O maior milagre

Aos 14 anos comecei a fumar maconha, e, isso foi só o começo de uma vida de crime, aos 16 anos fui preso pela primeira vez. Ali, na cadeia eu aprendi o que era o crime.

Comecei com pequenos furtos a casas lotéricas, correios, carros, motos, “saidinhas” bancárias, nesta vida comecei a fazer fama, comecei a traficar, todos confiavam em mim, porque eu não entregava ninguém quando era pego, sempre segurei as “broncas” sozinho. Foi então, que conheci uma quadrilha de assaltantes de bancos, que me convidou para fazer um assalto a banco. No começo seria só um assalto, pois a polícia estava à minha procura e eu queria um tempo para ver se me esqueciam, quando isso aconteceu, comecei a assaltar bancos em outros estados e traficava ao mesmo tempo.

Numa operação conjunta da Polícia Federal com o Depim de Salvador que já vinha me investigando há alguns meses, nossa quadrilha foi presa, só então, eu conheci o verdadeiro inferno, fomos torturados tanto fisicamente, quanto psicologicamente. Transferiram-nos de Vitória da Conquista para Salvador, de volta à Vitória da Conquista e Ibiassucê, de Ibiassucê para Caculé, de Caculé para Salvador. Por causa da minha fama eu era um dos que mais sofria, era espancado, na quadrilha só eu era baiano, por isso, a Polícia me castigava mais.

Foi na Penitenciaria Lemos de Brito, em Salvador, que eu conheci a Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas eu não quis aceitar, pois mesmo estando preso, eu organizava assaltos e traficava.

Quando fui libertado, saí decidido a recuperar o prejuízo, comecei a traficar novamente drogas e fiz dois assaltos. Eu deveria ter aprendido com o sofrimento, afinal de contas, estive preso desde 2000 até o final de 2006, fazendo minha família sofrer, meus filhos, pois a família é quem realmente sofre. Mas, eu não quis saber de nada disso, só queria saber desfrutar dos prazeres mundanos e comprar o que eu desejasse. Poucos meses depois de ter deixado a Penitenciaria a polícia já estava atrás de mim de novo, foi quando eu resolvi ir para Bom Jesus da Lapa, onde comecei a traficar e fazer alguns assaltos na região, então, fui preso novamente em Serra do Ramalho, uma pequena cidade próxima a Bom Jesus da Lapa, onde eu fui torturado e fortemente espancado.

Foi então que eu conheci um membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que me apresentou Jesus através de estudos bíblicos, ele falava do amor de Jesus, mas eu não queria saber de nada, só dava atenção para ser gentil.

Fugir da cadeia e voltei a minha vida de crimes, três meses depois, fui recapturado e o irmão continuou insistindo nos estudos bíblicos e em falar do amor de Jesus Cristo.

Então, depois de grande relutância compreendi que a vida sem Jesus não tem valor, nem esperança. Certo dia, eu estava ouvindo um louvor e orei a Deus, pedi a Ele que tocasse meu coração e mostrasse o caminho que eu tinha que segui, no outro dia, acordei cedo decidido a servir a Deus, começou uma nova batalha. Tinha que convencer o delegado a permitir meu batismo, pois eu não queria esperar ser liberto, pois sabia que iria demorar algum tempo. Depois de muita oração fui conversar com o delegado, ele quis me convencer que o batismo não era necessário, mais eu estava decidido e insistir, Deus me ajudou a convencê-lo e no dia 30 de outubro de 2010 fui batizado para honra e glória de Deus.

Ainda enfrento algumas batalhas, pois ainda estou preso, mas já sinto a mão de Deus em minha vida e minha família estar confiante em mim, a fama do mundo de crime que tive foi uma soma de mais de 12 anos de cadeia.

Continuo estudando a bíblia e falando do amor de Cristo aos meus companheiros de cela, eles estão conhecendo a Jesus através dos estudos que eu estou fazendo com eles, e no dia 15 de janeiro de 2011 para honra e glória de Deus tive a alegria de ver três desses detentos, que eu dei o estudo bíblico, serem batizados, são eles Joedson Anjos de Jesus, João Nilson Palmeiras de Almeida e Antônio Ferreira de Lima, cada um com sua própria história.

Eu já deveria ter saído deste lugar, pois minha pena já foi paga, mas tive três audiências adiadas, estou ciente que se ainda não sai é porque Deus sabe que ainda não foi à hora, quando for da vontade de Deus eu sei que vou sair, estou feliz por Deus estar me ajudando a levar aos meus amigos o conhecimento do seu amor.

Ex-Nego Robe, Novo Robson Santos de Lima

Abaixo o meu batismo:



Leia também:

Nelson - Enviado para libertar os cativos

terça-feira, 22 de março de 2011

Família é transformada pelo trabalho de um Colportor

Filho de Joaquim José Gonçalves e Luiza Agostinha da Graça, Francisco Joaquim Gonçalves casou-se com Maria Caetano Gonçalves no ano de 1923 no município de Araquari - SC.
Mudou-se tempo depois para Joinville para um sítio no bairro do Itinga, e nesta época já tinha dois filhos, João Joaquim Gonçalves e Alfredo Gonçalves. Era um católico devoto e amigo do padre da igreja que frequentava.

Sua história começou a mudar quando certo dia apareceu em sua casa um colportor levando a mensagem da Palavra de Deus. Francisco ficou maravilhado com o que ouviu, porém, quando foram oferecidos alguns exemplares para que ele pudesse ler, Francisco entristeceu-se, pois não sabia ler. O jovem colportor, um anjo enviado por Deus, prontificou-se a alfabetizá-lo ao mesmo tempo em que dava o estudo bíblico, duas vezes por semana estava com Francisco.

Quando terminou os estudos Francisco estava muito feliz, afinal, já sabia ler, e tinha adquirido muito conhecimento da bíblia, então fez um convite ao colportor para que fosse até a igreja católica falar com o padre da paróquia de São Francisco, queria que o padre, seu amigo, também compartilhasse das boas-novas. O colportor prontamente atendeu ao pedido, e ao chegarem foram bem recebidos. Nos estudos bíblicos o padre lia os textos em sua Bíblia, assim ele poderia questioná-los se quisesse, mas nada falava, só observava. Diante de tantas evidências e verdades, em determinado estudo, o padre olhou para Francisco e disse: “Meu amigo se você está buscando realmente a verdade, então siga esta, pois você a encontrou, mas alerto: esse caminho não vai ser nada fácil”. Dito isto, retirou-se. Francisco ficou decepcionado e triste com o padre que mesmo reconhecendo ser aquela a verdade, ainda continuou a pregar outra doutrina para os fiéis de sua paróquia.

Agradecendo ao colportor pela revelação, “Chico”, como era conhecido, foi embora tendo certeza de que havia encontrado a verdade, e fez a escolha certa se batizando na Igreja Adventista do Sétimo Dia. A partir daí, passou a pregar para as pessoas da redondeza e ficou muito conhecido pelas suas belas pregações naquela localidade.

A vida de seu Chico se transformou, antes ele deixava sua esposa para ir aos bailes da região, agora a levava aonde fosse para vê-lo pregar. Sua esposa, Maria, nunca aprendeu a ler, mas conhecia todas as histórias da Bíblia e os hinos do Hinário Adventista. Anos mais tarde, nasceram seus outros filhos: Maria, Quelita, Luiza, Rute, Daniel, e Noemi. Vieram todos morar em Curitiba no ano de 1932, onde Chico trabalhou também como colportor, sendo funcionário da Igreja e atendia as tendas de conferências como um verdadeiro evangelista. De 1936 a 1939 foi zelador da Igreja Central de Curitiba que ficava à Rua Emerlino de Leão, 170 – Centro, onde nasceu seu último filho, Paulo Gonçalves.

Após o nascimento de Paulo, Chico voltou para Joinville onde construiu a primeira Igreja do Itinga. Infelizmente, dois anos mais tarde, ficou gravemente doente (pneumonia) e veio a falecer aos 48 anos idade. Deixou esposa com 5 filhos, pois já haviam falecido 4 dos seus 9 filhos. Hoje dona Maria Gonçalves já é falecida e viveu até aos 83 anos, nesta época frequentava a Igreja Adventista do bairro Santa Quitéria em Curitiba, com toda sua família.

Seus filhos: Alfredo hoje com 84 anos, Quelita com 80 anos, Daniel com 79 anos e Paulo com 74 anos, todos com suas respectivas famílias são membros da Igreja Adventista do 7º Dia, relatam as informações acima citadas, como num álbum de recordações, contando com orgulho a conversão da família Gonçalves, através de um anjo enviado por Deus e, terminam com a seguinte frase: “Reconhecemos que Deus trabalha em prol de seu povo enviando anjos que se dedicam na obra do evangelho com coração e alma, esses são os colportores do passado, do presente e do futuro”.

Jorgeana Longo

quinta-feira, 17 de março de 2011

Sinais do fim – todos de uma vez

Estamos vivendo em tempos difíceis. As tragédias naturais, o comportamento vergonhoso de muitas pessoas, como a moral decadente a falta de honestidade levam muitos a desanimar da virtude e perder a esperança. No entando ainda há esperança para a humanidade: Jesus prometeu que vai voltar! (João 14:1-3) Abaixo leia um artigo que apresenta os principais sinais da volta de Jesus:

"Quando são mencionados os sinais da volta de Jesus, algumas pessoas respondem mais ou menos assim: “Terremotos, fome e violência sempre existiram.” É verdade, muitas dessas mazelas sempre existiram, desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso após desobedecerem a Deus. Ao que tudo indica, terremotos são efeitos secundários do dilúvio, que causou a fragmentação da crosta terrestre em grandes placas mais ou menos instáveis. O que muitos não estão se dando conta é da intensidade e ocorrência simultânea de todos os sinais numa mesma época. É como as dores do parto que vão se tornando mais intensas e sentidas a intervalos cada vez menores à medida que vai chegando o momento de dar à luz. Jesus breve voltará para dar fim à história de pecado e para enxugar dos olhos toda a lágrima (Ap 21:4).

A Revista do Ancião (CPB) de abril-junho de 2011 traz um esboço de sermão interessante preparado por Frank Breaden, da Austrália. O título é “Dez Grandes Sinais da Volta de Jesus”. Confira a lista:

1. O sinal dos “escarnecedores” (2Pe 3:3, 4). Pedro anunciou que as condições prevalecentes nos “últimos dias” seriam de descrença a respeito dos sinais da vinda de Cristo. Sem dúvida, isso é verdade hoje. Cada escarnecedor moderno é um sinal que fala e se move. O cristão pode dizer ao escarnecedor: “Amigo, Pedro fez uma predição a seu respeito. Você é um dos últimos sinais que estou vendo!”
2. O sinal da “guerra” (Mt 24:6, 7). O século 20 testemunhou as duas maiores guerras da história (1914-1918; 1939-1945). No total, mais de 70 milhões de pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram). O século 20 foi o mais sangrento já registrado. [E as guerras continuam...]

3. O sinal da “fome” (Mt 24:7). Os últimos cem anos testemunharam quatro das maiores fomes de toda a história (Rússia 1921, 1933; China 1928-1930; Bangladesh 1943-1944. Estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas morreram). [Leia mais aqui.]

4. O sinal da “pestilência” (Mt 24:7). O século passado testemunhou também uma das maiores pestilências de toda a sua história (“Gripe Espanhola” de 1918. Estima-se 21 milhões de vítimas). [Isso sem contar o iminente risco da superbactéria.]

5. O sinal dos “terremotos” (Mt 24:7). O último século ainda testemunhou dois dos maiores terremotos da história (China, 1920, 180 mil mortos; Japão, 1923. Total de feridos 1,5 milhão, dos quais 200 mil morreram). O terremoto no Japão foi descrito na ocasião como a “maior catástrofe desde o dilúvio”. [Faltou mencionar os terríveis terremotos do Haiti, no ano passado, e o quarto maior terremoto da história, ocorrido neste mês, no Japão, com intensidade máxima de 9 graus na escala Richter.]

6. O sinal dos “tempos difíceis” (2Tm 3:1-3). A despeito dos equipamentos mais engenhosos e caros para combater o crime, a violência, assassinato, roubo e estupro, estes estão aumentando em proporções alarmantes. Os governos podem restringir, mas não eliminar esses problemas.

7. O sinal do “temor” (Lc 21:25-26). Desde o advento da bomba nuclear, nosso sonho de paz e segurança se transformou em terrível pesadelo, quando o grande conhecimento que os seres humanos adquiriram deveria lhes garantir segurança. [O terrorismo crescente também gera medo.]

8. Sinal dos “Dias de Noé” (Mt 24:37-39). Nos dias de Noé, o avanço e grande conhecimento da civilização foram ofuscados pela violência desenfreada e pela escandalosa imoralidade. O mesmo ocorre hoje. [Mundo torto.]

9. O sinal do “evangelho” (Mt 24:14). Durante os últimos anos, por meio da página impressa, da internet, rádio e televisão, a pregação do evangelho em escala mundial se tornou uma possibilidade real. Um único homem pode atingir uma audiência de dezenas e mesmo centenas de milhões de pessoas! A Bíblia está traduzida em mais de 1.300 línguas e é distribuída a uma média de 100 milhões de cópias por ano.

10. O sinal “estas coisas” (Lc 21:28-32). Quando confrontadas com a impressiva relação de sinais, algumas pessoas argumentam: “Mas crimes, guerras, terremotos e pestilências sempre ocorreram. Não há nada de anormal nisso; portanto, como tratá-las como sinais? Além do mais, pessoas sinceras no passado esperaram a volta do Senhor em seus dias e foram desapontadas. Elas interpretaram mal os sinais. Não poderíamos estar cometendo o mesmo equívoco?” Aqueles que levantam essa objeção deixam de considerar uma diferença muitíssimo significativa entre a nossa geração e as gerações passadas: hoje, pela primeira vez, desde que Jesus ascendeu ao Céu, todos os principais sinais preditos para o tempo do fim estão sincronizados! Um ou mais desses sinais podem ter ocorrido nas gerações passadas, mas nunca todos eles ocorreram simultaneamente, como vemos hoje!

Conclusão

1. Jesus nunca nos pediu que crêssemos na proximidade de Sua vinda com base apenas em um sinal. Um floco de neve não provoca uma avalanche. Mas quando todos os sinais rapidamente se multiplicam, dando assim seu testemunho acumulado, se transformam em uma avalanche de irresistível poder. Portanto, inequivocamente esses sinais da vinda de Cristo não deixam margem para que pessoas inteligentes deixem de reconhecê-los. São tão claros como se Deus estivesse falando por intermédio dos trovões ou se estivesse escrevendo em letras gigantescas no céu!

2. Por que você imagina que Deus nos deu a oportunidade de ouvir essas maravilhosas boas-novas? Para que pudéssemos “discernir os sinais dos tempos” e estar prontos para receber Jesus com avidez e alegria.

3. Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça; porque a vossa redenção está próxima.” (Criacionismo.com.br)

Resumo da lição 12 da Escola Sabatina

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Título
“A Natureza como Fonte de Saúde”

Texto-chave
“Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite” (Salmo 19:1, 2).

Objetivos

1. Conhecer os benefícios físicos, mentais e espirituais do contato com a natureza.
2. Apreciar a beleza, a ordem e o poder de Deus, demonstrados nas obras da criação.
3. Estimular a comunhão com Deus em ambientes naturais e o uso dos remédios da natureza.

Verdade Central

Deus em seu infinito amor criou o mundo natural para ser nosso lar e para manifestar seu caráter. O pecado o modificou, mas a natureza ainda nos ajuda a aproximar-nos de Deus e a termos melhor saúde.

Lição de Domingo: Ambiente Perfeito

Imagine viver em um paraíso, sem problemas, sem dores, sem assuntos urgentes a resolver. Esta era a realidade de nossos primeiros pais!

1. O Jardim do Éden foi planejado para promover o bem-estar de seus habitantes.

2. Hoje podemos ter apenas um pequeno vislumbre do Jardim do Éden por meio de ambientes naturais bem cuidados e conservados com muito trabalho e dedicação.

3. O lar edênico, em sua beleza e magnificência e, ao mesmo tempo, em sua simplicidade, deve ser um exemplo para nossos lares hoje. Nossas habitações devem fazer com que nos aproximemos do Criador e nos trazer a lembrança de que a verdadeira felicidade é encontrada na comunhão com Deus.

Lição de Segunda-feira: O Pecado e a Natureza

Como a entrada do pecado no mundo transformou a natureza em uma espada de dois gumes? Existem belezas e maravilhas, mas também existem terremotos, pragas, enfermidades e fome. Quais as conseqüências imediatas que podemos observar nos seres humanos e na natureza, como resultado do pecado?

1. O solo foi amaldiçoado: após saírem do maravilhoso Jardim, nossos primeiros pais se depararam com espinhos e cardos e através dos tempos a situação só foi ficando pior.

2. Adão e Eva começaram a sentir dor e cansaço, a morte passou a fazer parte de seu ciclo de vida, e a natureza criada por Deus era reconhecível, porém desfigurava-se a cada dia.

3. O pecado humano afetou o comportamento dos animais: começou a terrível luta pela sobrevivência e isto se refletiu também nas relações entre os animais.

Lição de Terça-feira: Dons de Deus pela Natureza

Hoje em dia observamos calamidades terríveis no mundo natural. O que causou esta mudança? Como nossos hábitos através dos tempos afetaram o mundo natural?

1. Infelizmente os seres humanos abandonaram o Deus vivo e passaram a adorar a criação em lugar do Criador, e o Inimigo tem usado as forças da natureza para seus maus propósitos.

2. A natureza deve ser considerada por nós como o segundo livro de Deus. Sua observação, feita com humildade e sob a influência do Espírito Santo, aumentará nossa fé e nossa compreensão de Seu amor.

Lição de Quarta-feira: Comunhão com Deus na Natureza

Que lições preciosas podemos aprender ao observar a natureza?

1. A observação da natureza nos ensina a confiar nos cuidados de Deus.

2. A natureza também nos ajuda no aspecto espiritual. O relato bíblico nos diz que Jesus “se retirava para lugares solitários e orava”. Às vezes precisamos nos afastar da correria deste mundo e buscar um lugar tranqüilo em meio à natureza para ouvirmos a voz do Criador.

Lição de Quinta-feira: Salmo 104

Este Salmo nos dá o vislumbre de um Deus Criador e Mantenedor, que faz de tudo para o bem-estar de suas criaturas. Como podemos aproveitar melhor os benefícios que Deus providenciou para nossa saúde na natureza?

1. O salmista retrata o conforto e a esperança que encontra ao observar a natureza, esta lhe fala da bondade e do poder de Deus.

2. A natureza também pode ser uma fonte de cura para o corpo, para a mente e para o espírito. Em nossos dias muitos têm encontrado cura por meio dos remédios da natureza.

3. Passar algum tempo em um ambiente natural, longe da agitação das grandes cidades pode ser uma terapia poderosa para recuperação da saúde. Essa foi a habitação de nossos primeiros pais. Eles passavam o tempo todo em contato com a natureza e não somente alguns dias do ano.

Conclusão

1. A natureza foi o lar de nossos primeiros pais. Ali Deus providenciou alimentos saudáveis, um ambiente pacífico, remédios naturais e um lugar ideal para adoração e comunhão com Ele.
2. Deus criou o Universo e as leis naturais e continua se envolvendo na vida de seu povo através dos elementos da natureza. A ordem do Universo nos diz que Deus se preocupa conosco.
3. Deus deseja restaurar a harmonia da criação. O sacrifício de Cristo por nós foi o primeiro passo e em breve esta Obra será concluída com a volta de Jesus e a renovação desta Terra.

Pr. Lírio Cristóvão Beckmann
Pastor Distrital de Vila Augusta, Porto Alegre, (ASR).

ADRA internacional envia recursos para vítimas de catástrofe no Paraná

A ADRA internacional (Agência de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais) confirmou na última quarta-feira o repasse de 15 mil dólares (aproximadamente 25 mil reais) para socorro às vítimas dos alagamentos e deslizamentos que afetaram o litoral do Paraná, um dos piores desastres naturais dos últimos 30 anos na avaliação de especialistas.

Os recursos serão destinados principalmente para a aquisição de cestas básicas, kits de higiene, colchões e auxílio na construção de casas.

Conforme explica o diretor da ADRA Brasil, Paulo Lopes, os recursos provêm do fundo de emergência da entidade, utilizado em situações de enchentes, terremotos e outras catástrofes. "Esse fundo agrega recursos provenientes de parte das ofertas doadas todos os anos no dia 14 de maio nas igrejas adventistas. A oferta de emergência é utilizada para esse tipo de resposta. É a primeira resposta que a Adra dá em situações como as registradas no Sul do País", explica.

"Os esforços da ADRA internacional estão voltados, no momento, principalmente para o desastre no Japão, mas a ADRA também está preocupada em prestar atendimento em outras regiões do mundo, como é o caso do Paraná, a fim de que famílias afetadas recomecem a vida e renovem a esperança", enfatiza Evandro Fávero, diretor da ADRA para o Sul do Brasil.

Doações locais

A sede da Igreja Adventista na região Sul do Estado também está encaminhando constantemente doações para famílias afetadas, principalmente alimentos, água e itens de higiene. Desde o último domingo, 13, já foram enviadas 30 toneladas de donativos.

Segundo dados divulgados pela Cordenadoria Estadual da Defesa Civil na noite de ontem, depois de quatro dias dos deslizamentos, 581 pessoas ainda estavam instaladas em abrigos no litoral. O número de desabrigados chegou a 2.499 em Antonina, Morretes e Paranaguá, cidades mais afetadas.

Como ajudar?

Interessados em ajudar podem fazer doações diretamente na sede da ASP, localizada na Av. Senador Salgado Filho, 5280, bairro Uberaba, em Curitiba. É possível contribuir também por meio de depósito bancário:

Banco HSBC
Instituição Adventista Sul Brasileira de Educação e Assistência Social
Agência: 0054
Conta Corrente: 69866-25

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (41) 3094-9454.

Marcio Tonetti
Assessor de Imprensa

quarta-feira, 16 de março de 2011

Nosso lar não é aqui

"Nosso lar não é aqui". Ouvimos isso constantemente no meio cristão. O sentido é óbvio: temos uma esperança para além desse mundo. Ao mesmo tempo, essa espécie de jargão religioso acaba confundindo. Não me refiro à reação de não-cristãos (alguém diria, em tom de gracejo, que os seguidores de Jesus são ETs assumidos!); a confusão maior parece se dar com os próprios adeptos da cruz.

Embora o mundo se apresente manchado pelo mal, e tragédias apontem para um fim próximo do mundo físico como o conhecemos, temos que ter cautela. Ao assumir que não pertencemos definitivamente a esse mundo, não podemos nos olvidar que temporariamente estamos no mundo. E enquanto estivermos, temos de viver de forma qualitativamente superior em comparação com aqueles que se pautam por outras perspectivas, quer religiosas, quer filosóficas.

A recusa em pertencer a esse mundo jamais deve expressar certo nihilismo sutil, em virtude de decepções pessoais ou de perdas, em qualquer âmbito; afinal, o que nos move a ser cristãos? Apenas o fato de não termos um emprego melhor, uma casa maior ou um carro mais novo?

São coisas como as citadas que provocam o sentimento de não estar à vontade no mundo? É uma inferiorização de nossa pessoa ou valores que nos força a resistir à ideia de viver apenas a vida presente? Se for o caso, Nietzsche estaria correto ao atrelar aos seguidores de Cristo a chamada "moral de escravo" - uma frustração que forçaria um nivelamento por baixo da Humanidade.

Acredito que a razão maior para desejar outro lar é a identificação com Cristo: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim." (Jo 15:18). A perseguição contra os membros da família de Deus se explica como sendo um reflexo da perseguição contra o próprio Jesus (v. 20); no entanto, felizes os que se identificassem com Jesus e os profetas do passado, suportando idêntica oposição (Mt 5:10-12).

No aspecto positivo, a identificação com Jesus nos leva a buscar a herança prometida, e os que desejam a herança são identificados por Deus como seus filhos (Hb 11:13-16). Logo, fecha-se um ciclo: nós nos identificamos com Deus, desejamos a herança (a pátria superior) e Deus, em Pessoa, se identifica conosco.

Defendo que essa perspectiva, longe de levar à alienação ou ufanismo, constitui uma vigorosa visão, capaz de nortear a atuação de cristãos no mundo, de forma distintiva - seja nas Artes Plásticas, na Literatura, nas Ciências, na Medicina, na Música, na Política, etc. Mesmo que nosso lar não seja aqui, isso não implica em recusa para viver de forma digna a vida atual, até como forma de aliviar o sofrimento alheio, melhorar os serviços sociais, elevar os padrões morais, representando por meio de todas essas maneiras a vontade divina, enquanto nos preparamos para a existência futura - a qual será definitiva! (Outra Leitura)

Pr. Douglas Reis

“Não valeu a pena”, diz Bruna Surfistinha

Por trás da personagem Bruna Surfistinha, a mulher de verdade, Raquel Pacheco, 26, diz que se arrepende da vida de garota de programa. “Não valeu a pena”, admite. Longe das piadinhas disparadas no Twitter, Bruna, ou Raquel, lamenta os estragos em sua vida. “Quase morri. Cheguei até a ter uma overdose”, diz. “Sem falar que não é nada fácil ter seis ou sete caras todos os dias em cima de você.” Da vida dura, porém, ela tirou um blog que logo bombou na rede. Depois veio livro e filme. Mas, apesar da grana, da fama e de um pacote de maluquices, ela conta que, no fundo, só queria amor. “Achava que meus pais não me amavam, mas hoje entendo que me amaram da maneira deles.” Filha adotiva, desde os 17, quando fugiu de casa por brigas familiares, ela nunca mais viu os pais. Mas deixa claro que gostaria de revê-los. Por fim, com os olhos marejados, conclui: “Fui muito rebelde. Hoje não faria o que fiz. Família é muito importante.”

(Folha de S. Paulo, 14/3/11)

Nota: Nunca é tarde para reconhecer os erros do passado e desejar um futuro melhor. Geralmente, quando amadurecem um pouco, as pessoas acabam reconhecendo o que realmente é importante na vida (alguns se dão conta disso apenas no leito de morte, outros, de coração mais duro, nem ali). Pena que a literatura e o cinema tenham ajudado a glamourizar a vida que Raquel agora repudia e da qual se arrepende. Influenciados por essa mídia permissiva e depravada, quantos jovens terão que quebrar a cara e o coração antes de reconhecer que os planos de Deus para o ser humano são sempre os melhores? Deus nos criou e sabe o que nos faz felizes. Ele criou um homem para uma mulher a fim de viverem a intimidade no contexto matrimonial. Assim há felicidade, e pesquisas recentes mostram exatamente isso (confira aqui e aqui). Mesmo entre os jovens tem havido uma reavaliação de valores e comportamentos (confira). Libertinagem, intemperança, descrença, etc. mais cedo ou mais tarde trazem infelicidade justamente porque vão de encontro ao projeto de Deus para o ser humano. Heinrich Heine que o diga. Se você procura viver uma vida de princípios, não dê o primeiro passo rumo à desobediência e ao engano. Se errou, como Raquel, reconheça isso, peça perdão a Deus e forças para mudar. Aos que confiam no poder da oração, convido-os a orar por Raquel, para que ela finalmente encontre o verdadeiro amor (1 João 4:8).[MB] (criacionismo.com.br)

terça-feira, 15 de março de 2011

A evolução tem razão?

Deus não existe! A vida nada mais é do que obra do puro acaso. Nosso planeta tem pelo menos 4,5 bilhões de anos e os fósseis encontrados nos estratos sedimentares, evidenciam que toda forma de vida evolui do simples ao complexo no decorrer de milhões de anos. A seleção natural, um processo que surgiu espontaneamente, é responsável por eu ter capacidade para escrever este artigo, e por você poder lê-lo. Na mente de um evolucionista, todas estas pressuposições são consideradas verdades absolutas, axiomas. Porém, nenhuma delas pode ser provada, muito pelo contrário, sendo portanto, facilmente descartadas. Em vista disso, o leitor pode se perguntar: Porque tantos ao redor do mundo são fervorosos adeptos da proposição evolucionista?
Porque é tão difícil, para tais indivíduos aceitar que "No princípio criou Deus os Céus e a Terra" (Gn 1:1)?

Encontraremos respostas se retrocedermos no tempo, mais precisamente no século V a.C., tendo como cenário a velha Grécia, cuja filosofia influenciou fortemente o mundo antigo e sobreviveu até nossos dias. Empédocles de Agrigento (493-435 a.C.) é o pai da idéia evolucionista. Explicava a origem da vida pela geração espontânea; as diferentes formas de vida não foram produzidas simultaneamente, surgiram gradativamente. Aristóteles (384-322 a.C) apesar de ter apoiado um planejamento inteligente para a vida, dizendo que o “universo anseia pela forma perfeita, que é Deus”(1) (dínamis), em certo momento de sua vida fez a infeliz declaração de que a natureza age por meio de transições gradativas, que vão desde o ser mais imperfeito até o mais perfeito. Ele dizia que pulgas, vermes, ratos, cães provinham espontaneamente da "mãe terra". Por mais inverossímeis que possam parecer, estas idéias sobreviveram dentro da cultura ocidental.

Mais tarde, com o estabelecimento da Igreja Católica Romana, a ciência (boa ou má), foi sufocada e passou a imperar o conceito teológico para explicar a origem da vida. Infelizmente este salutar conceito foi mergulhado no misticismo absurdo e no cego fanatismo religioso da Igreja, que sempre procurou controlar com rédeas curtas o pensamento humano. Com o advento da Reforma Protestante, mudanças ocorreram, mas a herança helênica estilizada com novas e perigosas idéias, gemia por liberdade, e esta libertação veio, com uma carga de profundo ódio à religião. "A classe burguesa na Inglaterra desejava convencer os ingleses que o clero não tinha vocação educacional"(2) , e abriram as portas ao darwinismo, conquistando assim espaço nas escolas e universidades do país, rompendo definitivamente com o poder eclesiástico. Vemos portanto, que há uma dimensão histórica que serve de palco para o desenvolvimento do evolucionismo, e que esta teoria, apesar de não explicar nada cientificamente foi prontamente aceita nos meios acadêmicos, por servir aos interesses capitalistas da burguesia. A este fato, principalmente, se deve sua insistente permanência no meio científico. Por mais paradoxal que pareça, a evolução está muito mais para um movimento de independência e de ruptura (sendo portanto emocional), do que um conceito baseado em fatos e na razão.

Por que tanta renitência em deixar Deus fora da história do universo, como se Ele sentisse satisfação em ocultar as coisas mais interessantes da natureza para Seus filhos e agisse de maneira egoísta? O que ocorre é justamente o inverso, como está escrito em Dt 29:29: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei". O caráter de Deus é o de um Pai que incentiva Seus filhos à pesquisa e às descobertas. É Ele quem nos permite avançar nos campos da ciência, para desta forma, vislumbrarmos Suas digitais no mundo em que vivemos.

Darwin foi um evolucionista atormentado, como tantos de hoje, que tremem ao se deparar com a idéia de que sua única esperança reside em se tornar adubo para terra, contribuindo assim para a continuidade dos processos naturais. Certa vez Darwin confidenciou ao seu amigo Graham: "Você expressou minha convicção interior de que o Universo não é conseqüência do acaso"(3). Pouco antes de morrer chorou: "Oh Deus, Oh meu Senhor"(4)! É lamentável que seu pavor pela Igreja ortodoxa da época e pelo espiritismo, o tenham afastado tanto da verdade Bíblica, ao procurar racionalizar a criação de Deus.

Ao atentarmos para a evolução, o que podemos aproveitar de seu legado, é a conclusão de que não devemos procurar destruir idéias e conceitos pela força ou pela tradição, mas sim pelo estudo diligente da Palavra de Deus e o conhecimento de descobertas científicas que se harmonizam com a mesma. Grandes nomes como Newton, Einstein, Mendel, Pasteur, Lewis Marsh, Coffin e outros, têm contribuído para este propósito.

O Criacionismo pode não ter todas as respostas para os mistérios da ciência, mas tem a resposta única e definitiva para o princípio, manutenção e continuidade da vida e do universo: DEUS!

Pr. Jefferson Osmar Hintz

1. Ariel A. Roth, Origens (Casa Publicadora Brasileira: Tatuí, SP), 92.
2. Wellington Silva, Folha Criacionista [Usando a História da Ciência para compreender o desenvolvimento da teoria da Evolução] , nº 62, Março de 2000 - SCB Brasília, pg 4
3. Adrian Desmond e James Moore, Darwin - A vida de um Evolucionista Atormentado (São Paulo: Geração Editorial, 2000), 662.
4. Ibid, 671

segunda-feira, 14 de março de 2011

Três mil litros de água e duas toneladas de alimento são enviados a Antonina


Três mil litros de água mineral e duas toneladas de alimentos acabam de deixar a sede da Associação Sul Paranaense (ASP) com destino a cidade de Antonina, na região litorânea do Paraná, onde há mais de 500 desabrigados. Além de água e alimentos estão sendo enviados produtos de higiene, roupas e produtos de limpeza.

Como o acesso só é permitido para carros pequenos, três vans estão levando os donativos pela única rodovia onde é possível chegar ao município. De acordo com o pastor Alex Palmeira, coordenador da Agência humanitária no sul do Paraná, existe cerca de 15 famílias adventistas desabrigadas na cidade, e ainda não há informações sobre todos os membros da região, pois muitas vilas e povoados estão isolados.

Os produtos foram doados pela Cruz Vermelha do estado para que a ADRA faça a entrega para os desabrigados.

Sete municípios do litoral paranaense foram fortemente castigados pela chuva na sexta feira, deixando mais de 9 mil desabrigados. A prefeitura de Morretes declarou estado de calamidade pública e em Paranaguá foi decretada situação de emergência.

De acordo com o pastor Bruno Santellli, na tarde de hoje foi encontrado o corpo de Maria de Souza Lopes, que estava desaparecida, e era membro do distrito de Paranaguá Oeste.

O pastor Luiz Joel Leon, de Antonina, afirma que a igreja está abrigando oito famílias. "Esta noite teremos que abrigar mais pessoas, porque a polícia acaba de retirar as famílias de um bairro localizado na encosta de um morro, e as pessoas procurarão abrigo no templo", conta o pastor.

Ainda segundo o pastor Leon, mesmo com a diminuição das chuvas os barrancos ainda estão caindo, e há riscos de novos deslizamentos.

Quer ajudar?

As doações devem ser encaminhadas a sede da ASP, localizada na Av. Senador Salgado Filho, 5280 - Uberaba - Curitiba - Tel.: (41) 309409454;

Ou ainda através depósito bancário:

Banco HSBC
Instituição Adventista Sul Brasileira de Educação e Assistência Social
Agência: 0054
Conta Corrente: 69866-25

quinta-feira, 10 de março de 2011

Desgostos e queixas

Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima. Salmo 22:11

Os desgostos se encontram no começo dos processos depressivos. Caso não aprendamos a eliminar os maus pensamentos que, geralmente, nos conduzem a problemas pessoais, produzir-se-á em nós um estado permanente de queixa e de autocomiseração.

O estado de murmuração acentua a depressão e não soluciona os problemas. Em uma de minhas viagens, quando jovem, tive de ouvir um senhor que se dignou levar-me em seu carro até uma cidade distante. Parte da conversa ficou soando a meus ouvidos por muito tempo. Esse homem pensava que o rei Davi foi um homem queixoso porque nos salmos lemos muitas expressões pedindo ajuda, vingança e restauração.

Fica claro que aquele senhor não conhecia a vida do filho de Jessé. Uma coisa é me queixar com meus semelhantes e outra muito diferente é fazê-lo com nosso Amigo Jesus, em oração. O que o rei fazia eram pedidos de ajuda e de restauração, o que não é o mesmo que uma queixa.

O propósito por trás da queixa é a comunicação da amargura, dos maus pensamentos, da tristeza e da opinião negativa a respeito das pessoas ou dos acontecimentos, com o objetivo de que terceiros compartilhem desse estado de ânimo.

Não há nada de mau na queixa em si mesma, o dano é o estado permanente de desdita que aprofunda o sentimento de ruína.

Os problemas e os desgostos não são a mesma coisa. A murmuração é a reação negativa às dificuldades e, por fim, é uma forma ou maneira de pensar, podendo ter o domínio sobre você. Isso se aprende e não é natural no ser humano.

Proponha-se a fazer um esforço para controlar esse espírito queixoso. A forma mais eficaz é tendo uma atitude alegre e positiva. De manhã, antes de sair para suas atividades diárias, ore ao Senhor, porque a vitória é possível.

“Caso deixassem de afligir-se, e se erguessem acima da depressão e das sombras, mais certa seria sua cura” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 108.

Pr. Roberto Gigliotti
Asociación Argentina del Sur - UA

quarta-feira, 9 de março de 2011

A devassidão virou piada no país do carnaval

Imagine a cena: na sala de estar, a família assiste ao telejornal, quando, no intervalo, aparece a propaganda de uma marca de cerveja. A filha pequena acompanha com olhos curiosos e depois pergunta:

- Pai, o que é devassa?

O pai, tentando encontrar a melhor definição, apela para o dicionário:

- É uma pessoa depravada, dissoluta, libertina, licenciosa.

- E o que é uma pessoa depravada e libertina - volta a perguntar a filha.

A coisa fica complicada. O pai fecha o dicionário e tenta sozinho, medindo as palavras:

- É alguém que não se comporta bem... “Fica” com muitas pessoas, faz sexo sem compromisso. Essas coisas.

- A Sandy não era uma boa moça de família?

- Creio que sim.

- Ela não é casada?

- Sim, filha, a Sandy é casada.

- A Sandy é devassa?

O pai pensa um pouco, procura acompanhar a lógica da filha, coça o queixo e reponde com certa insegurança:

- Não. Acho que a Sandy não é devassa. Pelo menos acho que nunca foi.

- Então por que ela fez esse comercial que diz que todo mundo tem um lado devassa?

- Não sei. Talvez pelo dinheiro. Talvez por brincadeira. Sei lá.

- Posso brincar de ser devassa também?

No país do carnaval, quando a nudez e a baixaria viram brincadeira, por que não brincar com a devassidão? Por que não minimizar a imoralidade considerando normal o bizarro e o indecente? Os pais que se virem para explicar essas coisas para os filhos.

Não sei o que passa na cabeça da Sandy; se ela fez o comercial por “brincadeira” ou por dinheiro (será que precisa?). Não sei se ela cansou de vez da imagem de garota “certinha”. O fato é que a campanha publicitária da cerveja está dando o que falar. Virou motivo de piada no Twitter e permaneceu alguns dias nos Trend Topics como tema mais comentado (“A Sandy é tão devassa que um dia passou em frente à casa da Wanessa Camargo, tocou a campainha e saiu correndo!”, foi um dos melhores #sandyfacts que surgiram na rede social). Segundo os publicitários da agência responsável pela campanha, a intenção era justamente esta: criar repercussão e polemizar. Conseguiram.

Em entrevista ao programa Conexão Direta do canal GNT, exibido em dezembro de 2003, Sandy disse que não gostava de cerveja: “Eu não gosto do gosto de cerveja. Não importa se é com álcool ou sem álcool. Acho amargo a cerveja. Gosto de bebidas mais docinhas.” Em resposta a essa incoerência, Sutton, sócio e diretor de criação da agência que criou a campanha, alfineta: “Será que a Juliana Paes toma Antarctica?” Segundo ele, é sabido que a Sandy não é uma bebedora de cerveja ou alguém que frequente baladas. “O conceito [nessa campanha] é mostrar que a Devassa é democrática, que até alguém que não é fã de cerveja deveria tomá-la. Nosso objetivo é conquistar novos consumidores”, diz Sutton.

Se o objetivo é mostrar que até quem não é fã de cerveja pode tomar a bebida, fica também a ideia de que mesmo quem não é devasso pode experimentar a devassidão, ainda que seja de vez em quando – no carnaval apenas, quem sabe?

Nesta semana, foi noticiado que metade dos homens tem o vírus HPV, cujo contágio se dá principalmente por via sexual. O HPV é em grande parte responsável pelo câncer de colo de útero, entre outros. A aids ainda ceiva milhares de vidas que se envolvem em sexo inseguro (como se houvesse sexo seguro fora dos limites estabelecidos pelo Criador do sexo). Pesquisa realizada anos atrás indicou que jovens envolvidos com sexo sem compromisso e sem romantismo desenvolvem depressão, baixa autoestima e até anorexia. Ficou provado que ninguém gosta de se sentir um objeto de prazer. Outra pesquisa indicou que metade dos brasileiros se diz insatisfeita com sua vida sexual, embora se apregoe na mídia em geral que o Brasil é um país “fogoso” e as revistas femininas só falem de sexo. Parece que o problema não está na quantidade.

Anos atrás, também, a revista Criativa afirmou em nota que o jogador Kaká é “sem graça” porque resolveu casar virgem. Engraçados são os jogadores devassos, que se envolvem com travestis, casam e descasam como quem troca de roupa?

A Sandy que me desculpe, mas ao emprestar sua imagem para uma marca de cerveja que promove a devassidão como se fosse brincadeira acabou prestando grande desserviço a uma geração carente de valores e que caminha para a falência moral.

Esse cenário devasso foi profetizado há muitos anos nas páginas da Bíblia Sagrada. E meu único consolo está em saber que logo isso terá fim e iremos morar num lugar em que as pessoas serão vistas como filhos e filhas de Deus, não como pedaços de carne em exibição no açougue carnavalesco da devassidão.

Michelson Borges

Nota 1: O diálogo acima entre pai e filha é fictício, mas a história a seguir é real: num dos raros dias em que nos sobra um tempinho para isso, estávamos assistindo ao telejornal, quando, no intervalo, surgiu a “Globeleza” sambando completamente nua. Minha filha se espantou: “Pai, ela está pelada!” Imediatamente desliguei a TV e não a liguei mais desde então (pelo menos até que a palavra “carnaval” não mais esteja nos noticiários e nos comerciais). À medida que o tempo passa, fica mais difícil criar os filhos neste mundo e prepará-los para a cidadania celestial. Quem puder, fuja das cidades nesta época. Minha família já está com as malas prontas.[MB]

Nota 2: Segundo estudo do Instituto Sensus feito em 2004 em todo o Brasil, 57% dos brasileiros não gostam de carnaval e somente 21% pretendiam brincar nas ruas ou viajar para brincar no carnaval. A pesquisa mostrou ainda que 49% dos brasileiros queriam descansar em casa no feriado e apenas 6% pretendiam viajar. Outra pesquisa, realizada no Espírito Santo pelo Instituto Futura, em 2011, entrevistou 408 pessoas e mostrou que mais de 60% dos capixabas não gostam dos dias de folia. Os principais motivos para rejeitarem a festa é que 17,3% preferem tranquilidade à agitação dos blocos e desfiles de escolas de samba, enquanto 14,5% reclamam do aumento da violência no feriado. Só que a mídia faz todo mundo pensar que carnaval e devassidão são manias nacionais. Não caia nessa.[MB]

(Fonte: www.criacionismo.com.br)

sábado, 5 de março de 2011

Abandonado?

“Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele.” Filipenses 1:29

Chegamos bem cedo ao local onde o caminhão nos levaria para a igreja de “La Conga”, localizada em um povoado serrano, com casas dispersas e sem energia elétrica, a uma altitude de 3.000m acima do nível do mar. Assim, naquela manhã, cumprindo a agenda e um tanto cansado pelas várias visitas dos dias anteriores, estávamos em cima do caminhão seguindo na direção da igreja. A reunião daquele dia com os irmãos iria ocorrer às sete horas da noite.

Estávamos na metade do caminho quando houve um problema com o caminhão, fazendo com que chegássemos a Conga às dez horas da noite, quando todos já haviam ido embora.

Depois de muitas tentativas, por fim encontrei a casa de um irmão e bati à porta.

- Nós ficamos esperando! – ele disse quase aos gritos.

Expliquei-lhe os motivos, mas ele não quis escutar.

- Posso ficar em sua casa para passar a noite? – pedi.

- Não tenho espaço! – ele gritou e fechou a porta.

Coloquei sobre os ombros a mochila com cerca de 30 quilos, contendo os materiais para a igreja, e comecei a caminhar.

A noite estava chuvosa e o frio era tão intenso que me doíam as pontas dos dedos. O relógio marcava três horas da madrugada. Eu estava perdido, pois caminhara muito na tentativa de encontrar a casa de outro irmão e estava muito cansado.

Lembro-me que tropecei e cai. Estendido no chão, com a roupa molhada, sentia dor forte nos pés. Tinha câimbra em uma das pernas. Comecei a sentir um frio aterrador devido à água que inundou meu corpo. Depois perdi os sentidos.

Era quase meio-dia quando acordei em uma casa. Ao meu redor estavam irmãos me massageando e colocando panos quentes sobre mim para me aquecer. Senti grande alegria quando recobrei os sentidos.

Ver os irmãos, orar, chorar e alegrar-me porque novamente estava bem, fez-me esquecer toda a crueldade da noite anterior. Sentir o carinho e o trato amoroso minimizou o ocorrido.

Veja, aqui se cumpre a frase: “Bem-vindo às lágrimas, à incompreensão e à solidão...” que ocorre neste santo ministério, mas tudo se apequena e se apaga quando os irmãos veem em você o representante do Pastor dos pastores.

Pr. Luis Osório Marquina
Asociación Nor Pacífico Del Peru– UPN

sexta-feira, 4 de março de 2011

Resumo da lição 10 da Escola Sabatina

CLIQUE NA IMAGEM AO LADO PARA BAIXAR A LIÇÃO EM POWER POINT

Título: “INVEJA”


Texto-chave:


“Cruel é o furor, e impetuosa, a ira, mas quem pode resistir à inveja?”
(Provérbios 27:4).

Objetivos:

1. Entender que a inveja e o ciúme têm o poder de nos tornar cegos quanto à maldade de nossas intenções.
2. Mostrar que o antídoto para vencer a inveja está em permitir que a humildade altruísta de Cristo tome posse da nossa vida.
3. Permitir que as entradas da alma: audição, visão e paladar sejam receptores e condutos daquilo que Deus aprova (Filipenses 4:8).

Verdade Central

A Inveja destrói relacionamentos, muda o nosso comportamento e nos afasta da fonte da humildade: Jesus.

Lição de domingo: Na raiz do mal

Lúcifer cobiçou o lugar de Cristo, e isso lhe trouxe graves consequências. O que podemos aprender com o exemplo de Lúcifer? E quais são as consequências imediatas quando agimos como ele?

1. A inveja nunca tem um fim bonito.
2. A inveja divide onde há unidade.
3. A inveja corrompe as intenções santificadas.

Lição de segunda-feira: Os irmãos de José

Diante da inveja das pessoas, qual deve ser a minha atitude?

1. Devo Perdoar.
2. Devo entender que Deus é soberano diante de todas as injustiças cometidas para comigo.
3. Devo combater a inveja sendo humilde e altruísta.

Lição de terça-feira: A inveja de Saul contra Davi - I

Se você estivesse no lugar de Saul, morrendo de inveja de Davi, o que você faria para abandonar este sentimento vil?

1. Deixaria de dar ouvidos a palavras que alimentam meu instinto pecaminoso da inveja.
2. Buscaria através da comunhão, a força para lutar contra o mal.
3. Ocuparia meu tempo com coisas do interesse de Deus.

Lição de quarta-feira: A inveja de Saul contra Davi - II

A que perigo estamos sujeitos quando não freamos o sentimento da inveja em nossa vida?

1. Corremos o risco de cauterizar a nossa mente contra o mal.
2. Corremos o risco de agir por obsessão.
3. Corremos o risco de nos machucar emocionalmente de maneira grave.

Lição de quinta-feira: Inveja contra Jesus

O que me faz acionar o gatilho da inveja em minha vida?

1. Quando fico cego para a atuação de Deus em minha vida e na vida dos outros.
2. Quando me comparo constantemente com os outros, esquecendo de olhar para Cristo.
3. Quando me esqueço de aprender com os meus erros e os erros dos outros.

Conclusão

1. Quando invejo alguém estou tendo o mesmo sentimento de Satanás.
2. A pior consequência da inveja é a ausência de felicidade.
3. Jesus substitui a inveja por humildade quando O buscamos, conscientes da total dependência DEle.

Pr. Alex Palmeira
Departamental de Escola Sabatina na ASP.

quinta-feira, 3 de março de 2011

A vida

Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. II Timóteo 4:7

O texto bíblico de Eclesiastes 1:4-11 é no mínimo intrigante. Pode um escritor inspirado ser tão pessimista em relação à vida? Se nossa existência é uma mera sequência de acontecimentos, não passamos de máquinas programadas, nosso destino já está traçado e, no momento marcado, o fim chegará, inexoravelmente.

Esta visão destruidora e desalentadora “congela” o coração até do mais otimista. O tempo passa, nada acontece, tudo permanece do mesmo jeito; dia vai, dia vem, a vida segue seu rumo; o sol se levanta, se põe e volta para o seu lugar; os ventos sopram, os rios correm para o mar. Sempre e constantemente uma eterna mesmice.

Alguns, infelizmente, têm apenas esta visão limitada da vida. Reclamam de tudo. Vivem das glórias do passado ou apenas esperando um futuro que provavelmente nunca chegará. Esquecem que o presente, o que temos agora, é muito importante. Deixam de viver, buscando algo que jamais terão ou que nunca voltará.

Os escritores árcades usavam a expressão “carpe diem” - aproveitar o dia. Para eles a vida deveria ser vivida naquele momento, pois no futuro não existia nada de bom para se esperar. Então deveriam aproveitar a vida e vivê-la intensamente. Estavam equivocados, mas a premissa era verdadeira. Aproveitar o dia, viver a vida sem reclamações, ser feliz com aquilo que se tem, ter sonhos, mas não viver num mundo de ilusões; lutar por um ideal, mas não ficar desanimado se ele demora a chegar.

A vida é intensa, cheia de desafios, repleta de atividades, nada é igual. Muito embora haja ciclos que inevitavelmente ocorram, isso não significa que nossa existência precisa estar atrelada a eles. Estamos ligados ao ciclo da água, dos ventos, do sol, mas estes apenas nos apoiam, dão suporte à nossa vida, não a dirigem. Coitado daquele que supõe estar preso à roda da vida; sua existência é patética. Não vive, apenas vegeta. Espera a hora e o momento em que sua pobre e sofrível existência chegará ao fim.

As palavras de Paulo, registradas em II Timóteo 4:7: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Desde agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia...”, refletem ânimo e vitória. São palavras de alguém que não se contentou com a mesmice da vida e tornou sua existência uma dádiva. Todos aqueles que a leem se sentem envolvidos por uma atmosfera de vitória.

A vida é combate, é luta. Nada é igual, as coisas mudam. O rio segue seu rumo, porém, antes, fertiliza todo o vale.

Um poeta chinês da dinastia Tang escreveu: “Colha a flor quando florescer, não espere até não haver mais flores, só galhos a serem quebrados.”

Pr Marcos Bentes

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