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segunda-feira, 31 de maio de 2010

O DIA DE HELLEN KELLER

"Ela foi, sem dúvida, uma das mulheres mais notáveis que o Mundo já conheceu. Nasceu normal mas, aos 18 meses teve uma febre infecciosa, provavelmente escarlatina e ficou cega, surda e muda.

"No entanto, graças a uma professora, Anne Sullivan, ela se tornou escritora, filósofa, conferencista. Anne apareceu na vida de Helen Keller quando Helen tinha seis anos. Ensinou-lhe o alfabeto dos mudos, que soletrava na mão da menina. Ensinou-a ler e escrever em braille.

"Aos 10 anos, Helen aprendeu a falar. Cursou a Universidade e formou-se em Filosofia, com louvor. Foi a primeira deficiente visual e auditiva a completar um curso universitário. Sua professora a acompanhou por 50 anos. Na Universidade, soletrava em sua mão as palavras.

"Aos 20 anos, Helen escreveu sua obra mais famosa, A história de minha vida, traduzida para 50 idiomas e para o braille. Dominou os idiomas francês, latim e alemão. Aos 27 anos, fez sua primeira aparição em público, como oradora. Dedicou-se à defesa dos direitos de mulheres pobres e deficientes.

"Nas conferências, ela falava sobre a situação dos cegos, surdos-mudos, chamando a isso um dos pequenos problemas da Humanidade. Havia outros mais graves. Respondia a perguntas e fazia os ouvintes rirem, descontraídos, com seu senso de humor e suas respostas inesperadas.

"Pois esta mulher excepcional, que fez viagens internacionais, proferindo conferências em 35 países, tinha atenção para coisas pequenas. Coisas que alguns de nós, talvez, acreditemos que não têm muita importância. Quando sua professora se casou, levou Helen para morar com ela. Por muitos anos, não tiveram criada alguma, por falta de recursos. Helen aprendeu a fazer tudo o que podia, para ajudar a sua professora.

"Enquanto Anne levava o marido de carro à estação, para que ele tomasse o trem para o seu trabalho, Helen tirava a mesa. Depois, lavava a louça, arrumava os quartos. Mesmo que montanhas de cartas, livros e artigos para escrever a aguardassem, a casa era a casa. Alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, pôr o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa d´água estivesse cheia. Enfim, tinha em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família.

"Afirmava ela: Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos, nas tarefas diárias de casa. Quando tantos nos eximimos de tarefas simples, procurando destaque; quando outros alegamos que não podemos perder tempo com coisas pequenas, Helen nos dá o exemplo.

"Ela era aplaudida, recebia condecorações, era homenageada, mas, era preciso ajudar nas tarefas do lar. Com certeza, ela aprendera muito bem a lição evangélica de que quem é fiel nas coisas pequenas, o será sempre nas coisas grandes. E tudo fazia com alegria e prazer, afirmando: Não peçamos tarefas iguais às nossas forças. Mas forças iguais às nossas tarefas.

"O Lions Club Internacional declarou, em 1971, que o dia 1º de junho passaria a ser lembrado como o dia de Helen Keller. Nesse dia, os leões do mundo inteiro implementam projetos de serviços relativos à visão. Tudo em nome de uma menina deficiente visual e auditiva, que cuidava das coisas simples com o mesmo carinho que dedicava às grandes causas que defendia." [Fonte: Lions Clubs]

O VERDADEIRO DIÁLOGO DO CRISTÃO

“Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite.” Sl 1.2.

No livro “Sobre a Rocha” o Pastor Mark Finley conta a seguinte história:

“O mundo de Jeremy Levin virou de cabeça para baixo quando foi capturado e feito refém por muçulmanos xiitas no vale Bekaa, no Líbano. Chefe do escritório da CNN em Beirute, Levin sentiu isolamento e medo. A única vez que via alguém era quando os seqüestradores o levavam ao banheiro, uma vez ao dia. Agachado no canto de um quarto sem janelas, mês após mês, Jeremy precisava conversar. Mas temia que se conversasse consigo mesmo ficaria louco. Então resolveu conversar com Deus.”

“No começo (prossegue o relato), sentiu-se desconfortável. Embora neto de rabino, Jeremy decidira que acreditaria somente em coisas concretas, que pudessem ser tocadas e sentidas. Mas com tão pouco para tocar e sentir naquela cela solitária, Jeremy voltou-se para Deus e logo percebeu que estava tendo uma conversa a dois.”

Portanto, orar é mais que um monólogo. Ao meditarmos e abrirmos o coração a Deus, Ele fala. Seu Espírito nos impressiona. Na correria do século 21, a voz do Espírito Santo é abafada pela agitação diária. Mas o salmista descreve o justo como aquele que diariamente medita na Lei de Deus (Sl 1.2), nas obras de Deus (Sl 72.12), e em Deus, na vigília da noite (Sl 63.6).

A meditação cristã, como parte da vida de oração é muito diferente do misticismo oriemtal. Não é uma tentativa de clarear a mente; é uma tentativa de preencher a mente. Meditando no amor, na lei, nas obras, na bondade e salvação de Deus, somos cheios de Jesus. Pois é nestes momentos de quietude que Jesus se aproxima de nós.

É na atmosfera da meditação que Deus impressiona nossa alma. Pegue sua Bíblia e procure um lugar calmo, pela manhã ou à noite. Leia e peça que Deus fale a você através da Sua Palavra. Na quietude ouça a voz do Espírito. Comece ainda hoje!

Feliz semana!

Pr. Thomas Kloppe
Pastor distrital em Laguna – SC

sábado, 29 de maio de 2010

UM HOMEM DE ORAÇÃO

“Então se ajuntaram a Moisés todos os filhos de Levi” Êxodo 32:26

A cada mês estamos realizando uma Semana de oração as 5:30 da manhã na igreja central. Já foram três e hoje temos um Ministério de Oração poderoso, que aos poucos está contagiando a igreja com o poder do Espírito Santo.

Um ancião de outra igreja do distrito me ligou e disse: “Pastor soube que o senhor é um homem de oração e precisamos que venha organizar este Ministério em nossa igreja também”

Naquele dia Moisés desce do monte com as tábuas dos Dez Mandamentos e encontra o povo em franca apostasia, idolatria e pecado. Das doze tribos, onze se curvaram em adoração ao bezerro. Apenas os levitas permaneceram fiéis a Deus. Moisés quebra as tábuas de pedra e na entrada do arraial diz: “Quem é do Senhor venha até mim, então se juntaram a ele todos os filhos de Levi”

Nós pastores somos os levitas que na época estavam em plena harmonia com Deus e sua vontade. Permaneceram fiéis a Deus quando todos se prostraram em adoração ao pecado. Por esta razão o Senhor Deus santificou os levitas, separando-os para cuidarem da arca e o tabernáculo do Senhor (Deut. 10:8 e 9).

Nós somos os levitas e devemos assumir esta postura diante de Deus, a igreja e o mundo. Homens de oração, que conhecem profundamente a Deus e Sua Palavra.

Vivemos em tempos de apostasia. “Alguns apostatarão da fé” (2Tm 4:1), e o que se espera é a nossa fidelidade como homes de Deus. Estamos sempre diante do Senhor e que privilégio estarmos sempre na casa de Deus e dela tirarmos nosso sustento.

Como os levitas que não tinham terras e propriedades, o nosso salário e nosso sustento estão nas mãos de Deus. Como galardão o Senhor promete: “Nosso galardão por trabalhar com Cristo neste mundo, consiste na maior capacidade e mais amplo privilégio de colaborar com ele no mundo por vir” SC pg 266

Que o mundo olhe para nós e nos reconheçam como homens santos e separados por Deus, como aquele ancião que disse: “Pastor soube que o senhor é um homem de oração”.

Pr. Rosnaldo Lima
Missão do Tocantis - UCOB

NOTÍCIAS DA SEMANA NA TV ASN



Equipe ASN

sexta-feira, 28 de maio de 2010

EDUCAÇÃO COM PALMADAS ESTÁ COM OS DIAS CONTADOS?

Deu no site G1:

"A famosa "palmadinha educativa" nos filhos pode estar com os dias contados. Um projeto de lei pretende acabar com todo tipo de castigo físico para as crianças.

“Eu acho que não deve bater demais, mas uma palmadinha de vez em quando é bom”, acredita uma mãe.

“Não machucando é o jeito mais certo de criar filho”, diz o pai.

“Eu sou contra agressões de qualquer forma. Eu acho que conversando com seus filhos você consegue”, acredita outra mãe.

"Ás vezes é difícil não perder a paciência. Filho tira mesmo os pais do sério. Na casa do João, de cinco anos, a crise sempre começa na hora de parar de brincar, de ver televisão para fazer o dever de casa.

“Ele grita, ele fala pro papai do céu que não queria mais essa mãe, que quer trocar de mãe e birra e grita e pede ajuda”, revela Mariana Cheim, mãe de João.

"Mariana é carinhosa, mas só consegue acabar com a manha do filho dando uma palmadinha. “Você fala uma vez, fala duas vezes, mostra a terceira, mostra a quarta, mostra a quinta aí daí... Porque eu acho que tem horas que o diálogo não resolve”, conta.

"Com Mateus, de sete anos, é bem diferente. A mãe nunca recorre as palmadas, mas o garoto ajuda, é muito obediente. Não reclama nem de fazer a lição de casa.

"Sueli, diz que o comportamento do filho é resultado de muita conversa. “A gente tem aquele certo diálogo e ele obedece e ele entende e ele me respeita”, garante Suely Bezerra, mãe de Mateus.

"O congresso nacional discute um projeto que proíbe a aplicação de castigos físicos, moderados ou não, nos filhos, mesmo que a punição tenha caráter pedagógico.

"Na prática seria o fim da tal "palmadinha educativa". Os pais que desobedecerem a lei podem ser obrigados a fazer tratamento psicológico ou psiquiátrico, junto com as crianças."

Nota:

"A Bíblia fala muito sobre educação. Vale a pena ouvir o conselho de Deus. Veja abaixo alguns textos da Bíblia e da autora Ellen White:

"Muitas são as famílias com crianças que parecem bem-educadas enquanto se encontram sob a disciplina; quando, porém, o sistema que as ligou a certas regras se rompe, parecem incapazes de pensar, agir ou decidir por si mesmas. Essas crianças estiveram por tanto tempo sob uma regra de ferro, sem permissão de pensar ou agir por si mesmas naquilo em que era perfeitamente próprio que o fizessem, que não têm confiança em si mesmas, para procederem segundo seu próprio discernimento, tendo opinião própria." Conselhos aos Pais Professores e Estudantes, 74.

"Muitos filhos, por falta de palavras de ânimo e um pouco de assistência em seus esforços, ficam desanimados e mudam de uma coisa para outra, e levam consigo esse triste defeito na vida madura. Deixam de tornar um êxito qualquer coisa em que se empenham, pois não foram ensinados a perseverar sob circunstâncias desanimadoras. Assim toda a vida de muitas pessoas se demonstra um fracasso, porque não tiveram a correta disciplina quando eram novas. A educação recebida na infância e na juventude afeta toda a sua carreira comercial na vida madura, e sua experiência religiosa leva cunho correspondente." Orientação da Criança, 128.

"As crianças têm temperamentos diferentes e nem sempre os pais podem aplicar a cada uma a mesma maneira de disciplina. Há diversas classes de espíritos, e eles devem ser estudados com oração, para que possam ser moldados de tal maneira que realizem o propósito designado por Deus." Orientação da Criança, 207.

"O objetivo da disciplina é ensinar à criança o governo de si mesma. Devem ensinar-se-lhe a confiança e direção próprias. Portanto, logo que ela seja capaz de entendimento deve alistar-se a sua razão ao lado da obediência. Que todo o trato com ela seja de tal maneira que mostre ser justa e razoável a obediência. Ajudai-a a ver que todas as coisas se acham subordinadas a leis, e que a desobediência conduz finalmente a desastres e sofrimentos. Quando Deus diz: "Não farás", amorosamente Ele nos avisa das conseqüências da desobediência, a fim de nos livrar de desgraças e perdas." Educação, 287.

"A mãe pode perguntar: "Nunca deverei castigar meu filho?" A vara pode ser necessária quando falharam outros recursos, contudo não deve fazer uso dela, se for possível evitar. Mas, se medidas mais brandas se mostrarem insuficientes, deve administrar-se com amor o castigo que levará a criança à compreensão de seus deveres. Freqüentemente um só desses corretivos será suficiente para mostrar à criança pelo resto da vida que não é ela quem governa." Orientação da Criança, 250.

"Que os pais e tutores que passam por alto e desculpam o pecado dos que estão sob seus cuidados se lembrem de que assim se tornam cúmplices desses males. Se em vez de ilimitada transigência, fosse a vara do castigo usada com mais freqüência, não com ira mas com amor e oração, veríamos famílias mais felizes e a sociedade em melhor estado." Orientação da Criança, 276.

"Freqüentemente vejo crianças, a quem se negou alguma coisa que desejavam, atirarem-se ao chão, amuadas, dando pontapés e gritando, enquanto a mãe insensata adula e ralha alternadamente na esperança de fazê-las voltar às boas normas. Esse tratamento apenas incentiva as paixões da criança. Da próxima vez, ela faz o mesmo com aumentada teimosia, confiando em ganhar nesse dia como antes. Assim a vara é poupada, e a criança é estragada." Orientação da Criança, 283.

Por isso a Bíblia diz:

"É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha.” Provérbios 29:15 - BLH.

"Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele.” Provérbios 22:6 - BLH.

"Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte.” Provérbios 23:13-14 - BLH.

[EFávero]

quinta-feira, 27 de maio de 2010

NOVOS LÍDERES DE PEQUENOS GRUPOS SÃO INVESTIDOS NO PARANÁ

Durante final de semana, mais de mil líderes participam de congresso inédito no sul do Brasil.

O Centro de Capacitação de Faxinal do Céu, no município de Pinhão, a cerca de 320 quilômetros de Curitiba, vai receber 1000 líderes de Pequenos Grupos de toda a União Sul-Brasileira, entidade que coordena as atividades da Igreja Adventista no Sul do Brasil, durante este fim de semana

O programa de liderança continuada, proposto desde 2008, já conta com 132 líderes investidos na Associação Central Paranaense (ACP). Com o programa, a intenção é incentivar a capacitação de líderes para a formação e manutenção de pequenos grupos na Igreja.

No último domingo e quarta-feira, mais duas cerimônias foram realizadas para condecorar líderes que cumpriram os requisitos necessários para a investidura. A Igreja Adventista da CIC, em Curitiba, e do bairro Presidente Kennedy, em Telêmaco Borba, ficaram repletas durante o culto especial no qual os líderes foram investidos. A última cerimônia de investidura havia sido realizada em Ponta Grossa, na Vila 31 de Março, no início deste mês.

O pastor Evandro Fávero, que coordena as atividades com pequenos grupos na ACP, se diz feliz com os resultados do programa. "Nós já temos um grupo de líderes maior do que as vagas destinadas à nossa região para o encontro em Faxinal", informa Fávero.

Na manhã desta quinta-feira, Fávero já se dirige a Faxinal do Céu, onde ocorre o congresso de líderes de pequenos grupos a partir desta sexta-feira.

Elio Moura

quarta-feira, 26 de maio de 2010

SUBIR COM CUIDADO E LENTAMENTE

“Ensina-nos a contar nossos dias, para que alcancemos coração sábio.” Salmo 90:12

Mergulho é um esporte que se torna mais e mais popular a cada ano. Mas aqueles que o praticam precisam estar cientes do perigo que ele representa.

Uma das maiores ameaças é o mal causado por descompressão, ou “bolhas”. Enquanto os mergulhadores estão dentro da água, eles respiram ar comprimido; sua pressão é igual à da água à sua volta. Se o mergulhador fica em água profunda por muito tempo, seu corpo absorve uma grande quantidade de ar comprimido. Se subir muito rápido, seu corpo não é capaz de expelir o gás em excesso devagar o suficiente para evitar a formação de bolhas nos tecidos do corpo.

Quando essas bolhas se formam no cérebro, na medula ou em nervos fora do sistema nervoso central, os resultados podem ser paralisia, convulsões, falta de coordenação, dormência, náusea, defeitos de fala e mudanças na personalidade.

Mergulhadores que sofrem de descompressão precisam ser recomprimidos numa câmara hiperbârica e, então, gradualmente descomprimidos enquanto respiram oxigênio puro.

Como se pode evitar a descompressão? Subindo mais lentamente, com algumas interrupções pelo caminho. Outro método é fazer uma “parada de segurança”, por alguns minutos, a cinco ou seis metros de profundidade.

No que diz respeito à nossa carreira, quão rápido queremos chegar ao topo? Vale a pena pegar “bolhas” para chegar lá mais rápido que outras pessoas?

Cada vez que você mergulhar no seu trabalho no início do dia, lembre-se de soltá-lo gradualmente no fim do dia. Aprenda a se recuperar na companhia da família e de amigos. Então você terá uma boa noite de sono antes de vestir sua roupa de mergulho com o cilindro de oxigênio logo cedo na manhã seguinte.

Jesus, nosso grande exemplo, o Grande Mergulhador, soube evitar a descompressão ou “bolhas”. Quando estava cansado, esgotado, pressionado, Ele se retirava para orar, estar na companhia do Pai, ou ia para a casa de amigos, deixava a multidão que sempre o seguia para fazer uma “parada de segurança” em oração, meditação na Palavra e relacionar-se.

O mesmo Jesus também disse: “Não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados, basta ao dia o seu próprio mal” Mateus 6:34. Deixe Ele fazer a descompressão em sua vida, se entregue a Ele!

Pr. Flávio Cezar Ferreira
Associação Paulista Oeste - UCB

terça-feira, 25 de maio de 2010

HÁBITO DE FUMAR ATRAPALHA O PALADAR, APONTA ESTUDO

"O hábito de fumar não apenas aumenta o risco de câncer e doenças cardiovasculares, mas também atrapalha o paladar, deixando os alimentos menos saborosos, segundo estudo da Universidade Aristóteles, na Grécia. De acordo com os pesquisadores, o tabagismo pode afetar o formato das papilas gustativas e a formação de vasos sanguíneos no local.

"Foram avaliados 62 homens jovens das forças armadas gregas – metade dos quais eram fumantes –, que tiveram medidos sua sensibilidade gustativa e o número e formato de suas papilas gustativas. E as análises indicaram que as papilas gustativas dos fumantes eram mais lisas do que a dos não-fumantes.

"Os pesquisadores explicam que “a nicotina pode causar mudanças funcionais e morfológicas” nas papilas gustativas, sem afetar severamente seu número, e isso faria do tabagismo um importante fator de redução da sensibilidade do paladar. “Diferenças estatisticamente importantes entre o paladar dos fumantes e dos não-fumantes foram detectadas”, destacaram os autores, ressaltando que mais estudos são necessários para confirmação." [Fonte: Blog Saúde]

Nota: "Ellen White escreveu amplamente sobre o tema da saúde, entre as orientações está o tema do fumo. Abaixo alguns destes conselhos:

"Ellen White escreveu amplamente sobre o tema da saúde, entre as orientações está o tema do fumo:

"O fumo é um veneno lento, perigoso, por demais maligno. Seja qual for a forma de utilização, atua na constituição; é o mais perigoso, porque seu efeito é lento, e a princípio” Ciência do Bom Viver, 327

“A maneira incorreta de alimentar-se de muitas gerações, a glutonaria e os hábitos de condescendência própria das pessoas, estão enchendo os hospitais, as prisões e os hospícios. A intemperança, a ingestão de chá, café, vinho, cerveja, rum e conhaque, e o uso do fumo, ópio e outros narcóticos têm resultado em grande degeneração física e mental, e esta degenerescência está em constante crescimento” Conselhos sobre Saúde, 49

“O fumo é um veneno lento, perigoso, e seus efeitos são mais difíceis de desaparecer do organismo do que os do álcool. Que resistência tem o adepto do fumo para deter o progresso da intemperança? Deve haver em nosso mundo uma revolução acerca do fumo, antes que o machado seja posto à raiz da árvore” Conselhos sobre Saúde, 85
[EFávero]

segunda-feira, 24 de maio de 2010

SEMANA DA FAMÍLIA TERMINA COM LARES DE ESPERANÇA

Projeto foi realizado por 4500 famílias neste sábado.

Durante a última semana, as igrejas da Associação Central Paranaense (ACP) realizaram programação destinada ao crescimento e valorização do relacionamento familiar. Anualmente, a Igreja promove a chamada Semana da Família, durante a qual maridos, esposas e filhos são levados a fortalecer as relações pessoais dentro do lar.

No município de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba, a Igreja do Jardim Rio Verde, sede do distrito pastoral com o mesmo nome, recebeu o pastor Antonio Moreira, presidente da ACP, como orador do programa. De acordo com Adriano Luz, pastor responsável pelas igrejas adventistas daquele distrito, todas as congregações da região promoveram a Semana da Família. Ainda segundo Luz, apenas na igreja sede, mais de 30 pessoas não adventistas acompanharam a programação.

A semana serviu, também, como um preparativo para o programa Lares de Esperança, realizado no último sábado, 22. No distrito do Jardim Rio Verde, 84 famílias receberam perto de 170 amigos não adventistas para o projeto. "O Lares de Esperança é a coroação perfeita para a Semana da Família, pois coloca em prática o que ouvimos durante a semana", avalia o pastor Adriano Luz.

De acordo com informações do presidente da Igreja na região, pastor Antonio Moreira, em todo o território da Associação Central Paranaense, 4500 famílias adventistas realizaram o projeto Lares de Esperança. Elas abriram as portas de casa para receber amigos que puderam, em muitos casos, ter um primeiro contato com a Igreja Adventista.

Elio Moura

UM MILAGRE SE REALIZARÁ

Por algumas vezes durante o culto familiar cantamos um hino que diz assim: “ Se fiel você for a Deus, um milagre se realizará”. As bênçãos e os milagres em nossa vida são certos, desde que sejamos fiéis a Ele. O próprio Jesus ao contar a parábola dos talentos declarou que aos servos que forem fiéis no pouco o muito lhe será reservado, podendo alcançar a salvação.

Olhando desta forma entendemos que a fidelidade é essencial para a vida de todos nós, e no ministério desde o momento que sentimos no coração o chamado ou quando estendemos a mão a mão em juramento fizemos um compromisso de confiança plena em Jesus. O fato é que nos preocupamos com tantos desafios que temos, e aos poucos nos encontramos tão ocupados que nossa fidelidade entra em risco e conseqüentemente a vida eterna.

Por isso se confirma o princípio dado por Jesus, fidelidade no pouco, exatamente em cada detalhe é que se firma nossa vida. Conheci através de um dos pequenos grupos do distrito um jovem chamado Marciano. Depois de estudar ele estava decidido ao batismo, algo realmente maravilhoso, entre suas decisões chegou a me dizer: “Quero ser um cristão ativo, quero me batizar e meu sonho é fazer teologia” como é bom ouvir isso de um jovem, mas apesar de todas essas declarações um detalhe ainda dificultava tudo.

No trabalho será que vou ter o sábado livre? como vou fazer se perder o emprego, tenho compromissos e a família pra ajudar. Na indecisão me propus a ir conversar com o patrão desse moço, era uma quarta feira e a noite teríamos batismo no encerramento de uma semana de colheita. Cheguei na loja e antes de entrar lhe fiz uma pergunta: Você já tomou sua decisão? Fiquei feliz quando ele me disse: “Pastor não importa o que aconteça lá dentro, hoje vou me batizar”.

Naquele momento senti que ele estava exercendo a fidelidade a Deus, como prova da resposta divina ao conversar com o dono da loja ouvi o patrão falar: Nuca atrapalharia uma decisão assim, pode servir o seu Deus. “Saberás, pois, que o SENHOR teu Deus, ele é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos.” Dt 7:9

Fiquemos atentos aos detalhes em nossa vida e assim pela eternidade poderemos louvar a Deus entendermos o valor da fidelidade. Pois sem dúvidas se formos fiéis um milagre se realizará, é só confiar. Tenha um belo dia na presença de Jesus.

Pr. Deivis Teixeira - UCOB

sábado, 22 de maio de 2010

ALEGRIA NO INVISÍVEL

“A quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória.” 2Pd 1:8;

O ditado popular diz: “Ver para crer”. Assim, podemos afirmar que ver pode significar conhecer.

Porém, no texto acima, Pedro não tentou descrever Jesus para as igrejas, embora ele pudesse fazê-lo. Pedro não escreveu nenhuma palavra sobre a altura de Jesus, como Ele se vestia, como andava, a tonalidade de Sua voz, embora certamente Pedro sempre guardou na memória vivamente essas lembranças.

Em vez disso, no texto acima, Pedro entra direto nos elementos essenciais da fé. O poder do Espírito Santo estava sustentando sua fé, e através dele, como istrumento nas mãos do Espírito Santo, as igrejas puderam conhecer a Jesus.

Tinham passado com sucesso pelas provas e tentações, portanto viam a Jesus. Podiam amar a Cristo porque sentiam a Sua presença na difícil e atribulada vida que viviam, mesmo entre perseguição e dor.

Na mente de Pedro a fidelidade na provação e na dificuldade demonstrava que o cristão conhecia e via Aquele a quem amava. A fé no poder de Jesus para manter através das provações criava no cristão, alegria e regozijo.

Pedro não precisava descrever com palavras a alegria nem os aspectos físicos de Jesus. Mas tinha a plena certeza que Ele era real e pessoal na vida deles. Jesus é real em sua vida hoje?

Pedro podia dizer que a alegria estava ali. Assim também você pode. Assim podem todos os que O vêem pela comunhão diária com Jesus. A alegria vai expressar nossa esperança, e a alegria vai conquistar-nos a todos para Cristo Jesus.

Alegria ao contemplarmos O Invisível, alegria em participarmos da Esperança de esperamos Jesus voltar. Alegre-se, tenha esperança, você tem um Salvador que te ama e morreu por você, para que “todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” Jo 3:16.

Feliz semana!

Pr. Thomas Kloppe
Pastor distrital em Laguna - SC

ASSOCIAÇÃO CENTRAL PARANAENSE RECEBE FORNECEDORES NO LARES DE ESPERANÇA

Prestadores de serviço foram recebidos para programa especial em Curitiba.

Neste sábado, 22 de maio, a Associação Central Paranaense (ACP), instituição que administra as igrejas adventistas do sétimo dia em Curitiba, Região Metropolitana e municípios do Centro Oeste e Campos Gerais, abriu suas portas para receber convidados especiais. Cerca de oitenta pessoas, entre fornecedores e prestadores de serviço, foram convidados para um almoço, parte do programa Lares de Esperança.

Lenílson Valgas, funcionário da ACP, levou convidados à programação e vê na iniciativa uma oportunidade de apresentar a Igreja de uma forma diferente. "Esse programa quebra a relação estritamente profissional que essas pessoas têm com a Igreja e nos dá a chance de iniciar um vínculo de amizade", considera Valgas. Essa, inclusive, é a visão de Alcebíades Bezerra, que presta serviço à instituição na área de segurança. "Fiquei muito feliz com o convite. Eu trouxe minha família pra passar esse tempo aqui no programa e gostamos muito", garante.

Para Márcio Henrique Pereira, funcionário dos Correios e responsável pelo tráfego de correspondências da Associação Central Paranaense, o programa do sábado lhe deu uma nova visão a respeito dos adventistas. "A iniciativa foi fantástica. A Igreja está dando a oportunidade de nós, pessoas de fora, conhecermos como é sua filosofia e como tudo funciona aqui dentro", avalia Pereira. Ele garante, ainda, que a melhor parte do programa foi o tempo passado à mesa, conversando a respeito das ações dos adventistas.

O presidente da ACP, pastor Antonio Moreira, avaliou o programa como uma possibilidade de apresentar a Igreja Adventista a pessoas que já têm algum tipo de relacionamento com a instituição. "Estas pessoas negociam conosco diariamente e aqui estão podendo conhecer as razões de nossas diferenças", explica ele. "O encontro de hoje tem o objetivo de ampliar sua visão sobre nós e estreitar a relação que têm conosco. Isso pode, talvez, abrir uma porta para uma aproximação missionária de nossa parte", arremata Moreira.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

TV ASN ESPECIAL LARES DE ESPERANÇA



Equipe ASN

LARES ABERTOS SÃO LARES DE ESPERANÇA

Distribuição de revistas ainda é comentado e membros já se preparam para mais um programa.

Há quase uma semana, os adventistas do sétimo dia realizaram um projeto que despertou a atenção de comunidades em todos os países da América do Sul. O chamado Impacto Esperança foi responsável pela distribuição de milhões de revistas cujo tema tem como foco a necessidade de um repouso semanal em um dia específico, o sábado.

A revista Um dia de esperança também foi amplamente distribuída na região central do Paraná que abrange Campos Gerais, Centro Oeste, Curitiba e Região Metropolitana. Só nessas áreas, foram 500 mil exemplares entregues à população.

O projeto recebeu apoio das escolas e colégios adventistas e também de clubes de desbravadores e de aventureiros, como na região central de Guarapuava, onde 11 mil revistas foram distribuídas em supermercados, nas principais ruas e avenidas e, ainda, nos três hospitais do município.

Para o presidente da Igreja Adventista nessa região do Estado, pastor Antonio Moreira, as ações do projeto não são um fim em si mesmos. "O projeto é uma espécie de despertamento e o objetivo é motivar as pessoas pra continuarem trabalhando e irem além", salienta Moreira.

Neste sábado, outra fase do Impacto Esperança é realizada. Membros adventistas recebem, em casa, amigos e simpatizantes da Igreja como forma de estreitar o relacionamento que essas pessoas têm com a congregação próxima de onde moram. O Lares de Esperança tem a intenção de criar um ambiente propício para que membros da Igreja apresentem uma mensagem de esperança aos seus convidados.

Leia também:
DICAS PARA TER UM EXCELENTE LAR DE ESPERANÇA
95 DICAS PARA OS LARES DE ESPERANÇA

quinta-feira, 20 de maio de 2010

PONTOS DE LUZ EM MEIO ÀS TREVAS

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas; pelo contrário terá a luz da vida” João 8:12.

O que significa nos dias de hoje “ter a luz da vida”? Um dos modos de criar inimigos e levantar a oposição das pessoas é desafiar o “jeito pós-moderno” de ser. Há certos pressupostos não analisados que impõe ao mundo um modo sombrio de proceder. Quem se atrever a desafiar essas máximas mundanas, tais como “só se vive uma vez”, “gozemos da vida enquanto ela dura”, “quem sabe lá o que virá depois?”, “para que serve o sexo senão para o prazer?” está condenado a tornar-se impopular.

Foi isso exatamente o que aconteceu com Cristo. Sua conduta, Seu ministério, Sua vida perfeita, estão de tal modo em desacordo com tudo que o mundo estima, que o mundo crucificará todo aquele que procurar viver à altura dos seus valores. E Cristo, porque os pregou e os viveu tinha que morrer. O Calvário foi o preço que teve de pagar por esta vida de Justo. Parece que só a mediocridade sobrevive. Os que chamam preto ao preto e branco ao branco estão condenados por intolerantes. Só os furta-cores é que sobrevivem.

Jesus fez aqui a proclamação universal, já anunciada por Isaías, de que ele seria a Luz de todos os povos e nações. Nem todos seguiriam a Luz. Mas ele, de pé no meio do templo, onde as luzes iam gradualmente empalidecendo, proclamava-se a Luz do Mundo. Afirmava ser a glória e a luz do próprio templo. Declarava-se mais necessário para a vida do espírito do que a luz do sol para a vida do corpo. Não era sua doutrina, sua lei, seus mandamentos, nem seus ensinos que constituíam esta luz, mas a Sua Pessoa.

Note, outra vez, que Ele não chama a sua doutrina a Luz do Mundo, mas a Sua pessoa. Como o sol que ilumina fisicamente o mundo é um só, assim Jesus se afirmava como a única luz do mundo, espiritualmente falando; sem ele todas as almas estariam mergulhadas em trevas.

Nosso Senhor partiu deste mundo sem deixar mensagem alguma escrita. Ele era sua própria doutrina. A luz e a santidade identificavam-se nele. Nem a verdade proclamada por todos os outros mestres de moral, nem a luz que trouxeram ao mundo estava dentro deles, mas sim fora deles. Todavia, o Divino Mestre identificou consigo mesmo a Divina Luz. Foi a primeira vez na história que isso se deu e desde então nunca mais se repetiu.

Quando no templo, o velho Simeão tomou a Jesus menino nos braços pronunciou sobre ele estas palavras “este é a Luz que há de trazer a revelação aos gentios, este é a gloria do teu povo de Israel” (Lc 2:32).

Um velho e enferrujado escudo de metal disse um dia ao sol: “ó sol ilumina-me”. O sol respondeu: “limpa-te primeiro”. Que Deus o ajude a estar plenamente “limpo” e ser um ponto de luz em meio às trevas.

Pr. José Silvio Ferreira
Associação Paulistana - UCB

quarta-feira, 19 de maio de 2010

PRESENTES DE DEUS

“E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço.” Efésios 4: 11 e 12.

Você gosta de receber presentes? Lembra qual foi o último presente que recebeu? Pense, qual foi presente que você ganhou que mais te marcou? Qual o presente que você deu, que mais emocionou a pessoa que recebeu?

Com certeza todos nós gostamos de ganhar e também apreciamos dar presentes, pois eles trazem felicidade tanto para quem recebe quanto para quem doa.

Deus também nos dá presentes! Ele nos dá Sua paz, nos dá diariamente o perdão, atende nossas orações, nos dá sabedoria e tantas outras coisas.

Mas o maior de todos os presentes foi o próprio Jesus! A Bíblia diz que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu ...”. Ele deu o Seu próprio filho. Jo. 3:16. Além disso somos salvos pela graça de Cristo! Graça é dádiva! A salvação, portanto, é um presente de Deus aos seus filhos!

Quando Jesus subiu aos céus ele prometeu nos enviar um “presente” - o Espírito Santo - para ser um Consolador, capacitador e guia da igreja cristã iniciante.
  • O Espírito Santo concedeu aos discípulos a capacidade de falar em outras línguas (Atos 2:5-36);
  • Ele transformou os discípulos atemorizados em grandes pregadores do evangelho (Atos 4);
  • Separou Paulo e Barnabé para a obra (Atos 13:2);
  • Ele resolveu problemas doutrinários (Atos 15:28,29);
  • Mostrou o local onde Paulo e Silas deveriam pregar (Atos 16:6-10);
  • O Espírito Santo continua atuando na nossa vida hoje. Ele é quem converte (João 16:13). Quando um viciado larga os vícios! Um adúltero abandona o pecado! Um cético aceita a Bíblia! É o Espírito Santo que, em resposta as suas orações, está trabalhando nessas vidas.
  • O Espírito Santo convence (João 16:8). Por isso, este é um momento especial para você orar para que Ele toque no coração da pessoa pela qual você intercede e para que ela aceite o seu convite de participar da Caravana da Esperança e tome uma decisão ao lado da verdade!
  • O Espírito Santo impulsionou a igreja para cumprir a missão estando presente na vida e concedendo dons aos crentes de todas as épocas. (Mateus 2:20).

No verso que lemos no início diz que o Espírito Santo “...concedeu uns [dons] para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres...”. Ele concedeu e concede ainda hoje dons ao seu povo.

Mas o que é um dom? Qual o objetivo de um dom? A palavra Dom significa presente! Portanto os dons são dádivas celestiais.

Todos os presentes são especiais, mas certamente que quando estamos precisando de algo, e ganhamos justamente o que precisávamos, este presente é melhor ainda. Há presentes que servem apenas para enfeitar um ambiente, mas outros podem ser usados no dia a dia. Uma camisa, um sapato, uma panela, uma coberta, um vestido, um perfume, etc. são presentes que podem ser utilizados diariamente pela pessoa que ganhou.

Por isso os dons (presentes) que o Espírito Santo concede tem objetivos específicos:

1) “O aperfeiçoamento dos santos”;
2) “O desempenho do seu serviço”.

Ou seja, os dons espirituais são concedidos por Deus com o objetivo específico de nos ajudar nas nossas necessidades, nas nossas debilidades e capacitar-nos a cumprir a Missão que Cristo nos comissionou: Ir, fazer discípulos e batizar! (Mateus 28:18-20).

Em I Coríntios 12, Paulo compara os dons do Espírito com os membros de nosso corpo que não são fragmentos de órgãos independentes, mas uma variedade de sistemas que trabalham unidos visando um fim comum. No Pentecostes, Pedro exortou para que o povo se arrependesse e fosse batizado para receber “o dom do Espírito Santo.” Atos 2:38

Outro fator importante é que os dons espirituais são desenvolvidos à medida que nós os utilizamos. O Espírito Santo não concede um dom espiritual completamente maduro, ele precisa ser desenvolvido. Quanto mais experimentarmos e utilizarmos nossas habilidades, mais completas e bem definidas elas se tornarão.

Por isso não importa qual é o seu dom, o que importa é se você o está usando. Quando você decide usá-los Deus concede muitas oportunidades para você testemunhar. Todos temos dons e cada dom é diferente um do outro. Ninguém é igual a ninguém, mas a despeito disso, todos nós temos o dever comum de testemunhar de Jesus Cristo.

Somente nos manteremos vivos espiritualmente quando cumprirmos a Missão! Seremos verdadeiramente felizes quando estendermos uma mão para o céu para recebermos de Deus e a outra ao nosso semelhante para repartir o que de Deus recebemos.

Ellen White nos orienta no livro Serviço Cristão dizendo:

“A igreja de Cristo na Terra foi organizada para fins missionários, e o Senhor deseja ver a igreja inteira idealizando meios pelos quais elevados e humildes, ricos e pobres, possam ouvir a mensagem da verdade.” S.C. pg. 72

“Não são só os pastores que são soldados, mas todo homem e mulher que se alistou no exército de Cristo.” S.C. pg. 35

“Visitai um por um os vossos vizinhos e aproximai-vos deles até que seu coração se aqueça ao calor de vosso desprendido amor e interesse. Simpatizai com eles, orai com eles, espreitai as oportunidades de os beneficiar e segundo vos for possível reuni alguns deles e abri a Palavra de Deus perante sua mente em trevas.” S.C. pg.116.

Um sábio desafiava a qualquer pessoa a discutir com ele sobre o cristianismo. Certo dia, enquanto falava a uma pequena platéia, um homem humilde e mal vestido se dispôs a argumentar com o sábio. Neste momento o sábio lhe franqueou a palavra dizendo: “Responda meus argumentos!”. O humilde homem apanhou uma laranja, descascou com calma, chupou-a e voltando-se para o orador respondeu: “Estou pronto para falar”. O sábio, com um sorriso irônico, foi dizendo: “Até que enfim! Vamos lá! Fale, fale... que tem a dizer em resposta aos meus argumentos contra o cristianismo?” Então, perguntou-lhe o homem! “A laranja que chupei estava doce ou azeda?” O silêncio foi total, quebrado em seguida por imensa gargalhada. Todos riam!

Mas, quem mais ria era o sábio que disse: “Foi o senhor que chupou a laranja... O senhor é quem deve saber se ela é doce ou azeda!”. “Um momento, vamos com calma, ... Se quem chupou a laranja fui eu e só eu é que sei se ela é doce ou azeda, isso fala a meu favor e em favor de minha fé cristã!!! Antes de me tornar cristão, minha vida era de uma forma. Um dia conheci o evangelho e fui transformado. Um verdadeiro milagre! De modo que como o senhor vê, eu provei da laranja da salvação e sei que ela é doce, muito doce. Na verdade é o senhor que está fazendo o papel de maluco, falando de assunto que o senhor não conhece. Se o senhor nunca experimentou a fé cristã como pode saber o gosto que ela tem?” O sábio saiu em silêncio.

Jesus chama você hoje para experimentar partilhar as Boas Novas! Experimentar participar da Missão! Para usar seus dons a fim de proclamar a mensagem da salvação às pessoas que estão nas trevas. Deus te chama para fazer a diferença na vida de cada uma delas.

Talvez você nunca experimentou testemunhar. Que tal experimentar isso agora? Só há dois caminhos: Ou deixamos o Espírito Santo nos usar para salvar os que estão em trevas ou Satanás fará com que a indolência e a preguiça façam nosso dom morrer.

O melhor que podemos fazer a uma pessoa que nos dá um presente é mostrar a ela que esse presente valeu a pena. Que está sendo útil pra nós! Se eu ganho uma camisa mas nunca a uso, ou jogo ela fora, a pessoa que me presenteou vai ficar muito triste.

Por isso, o que você tem feito com o presente de Deus, os dons que Ele te deu? Tem usado para pregar o Evangelho ou estão guardados? Deus te chama hoje para proclamar a mensagem da salvação para os seus amigos. E você pode fazer isso orando por eles, fazendo amizade, entregando literatura, convidando para o seu Pequeno Grupo, oferecendo um estudo bíblico, levando-o à classe bíblica, levando na Semana de colheita, etc.

Amigo, você gostaria de aceitar o chamado do Espírito Santo para cumprir a Missão? Quer usar seus dons para proclamar a mensagem da salvação? Se você quer ser usado por Deus este ano, este mês, esta semana, hoje, para trazer pessoas a Jesus, feche seus olhos agora mesmo e ore ao Senhor dizendo: “Eis-me aqui, envia-me a mim!” Isaías 6:8. Você está disposto a ir?

Pr. Evandro Fávero

terça-feira, 18 de maio de 2010

O ministério de Paulo em Tessalônica

Uma ênfase especial em sua metodologia evangelística

O presente estudo analisará o ministério do apóstolo Paulo na cidade de Tessalônica, enfocando a sua metodologia empregada para estabelecer a igreja na cidade.

Paulo e a cidade de Tessalônica A cidade de Tessalônica está situada à borda do Mar Egeu, e era a principal cidade da Macedônia. Era uma cidade portuária com muita atividade comercial. Até o dia de hoje não tem perdido a sua importância de cidade estratégica. O apóstolo Paulo juntamente com os seus colaboradores ( At 17:1-9) chegou na cidade de Tessalônica durante sua segunda viage missionária. Ali, seguindo a sua estratégia missionária de evangelização, se reuniu com os judeus durante três sábados na sinagoga, para apresentar a Cristo crucificado e ressussitado. Devido a pregação de Paulo, os judeus alvoroçaram o povo de tal forma que Paulo e seus companheiros tiveram que sair da cidade. A acusação que fizeram contra Paulo e sua equipe foi: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui”, v.6.

O que podemos apreender? Bem, para realizar uma correta e frutífera evangelização de um povo ou cidade, devemos seguir uma estratégia bem definida, para que nossos esforços e recursos sejam bem canalisados e possam render bons frutos. Devemos também lembrar que a fidelidade na apresentação do evangelho poderá acarretar em algum sofrimento. Algo para pensar: Poderiam dizer que estamos “transtornando o mundo?

A pregação de Paulo. As Escrituras Sagradas revelam que a pregação de Paulo se fez no poder do Espírito Santo: “Porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo...”(1 Ts1:5).

Uma das características dos apóstolos é que eles sempre estavam cheios do Espírito Santo: e esta qualidade espiritual os capacitava para anunciar uma mensagem no poder do Espírito. Que grande necessidade temos hoje em dia de que nossas igrejas anunciem a mensagem no poder do Espírito Santo.

A pregação do evangelho se fez também com pleno conheciemnto da doutrina: “Nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção...”( 1 Ts 1:5).

“Ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado...” é parte da Grande Comissão. A primeira igreja de Jerusalém, crescia na doutrina dos apóstolos (At 2:42), e qual é a doutrina dos apóstolos? Indubitavelmente é a doutrina de Jesus Cristo. Devemos ensinar a sã doutrina, para que a igreja não seja levada por “ventos de doutrina” (Ef.4:14).

A pessoa de Paulo. A vida do apóstolo foi um exemplo digno de ser imitado. “Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivelmente procedemos em relação a vós outros, que credes”(1 Ts 2:10). “Com efeito, vos tornastes imitadores nossos e do Senhor”(1 Ts 1:6). “Pois vós mesmos estais cientes do modo por que vos convém imitar-nos, visto que nunca nos portamos desordenadamente entre vós”(2 Ts 3:7).

Em todas as igrejas, os olhos da congregação estão sempre voltados para os pastores e os líderes, observando seus defeitos e virtudes. Na vida do ministro não deve haver nada que possa ser reprovado. Recordemos que somos cartas abertas “conhecida e lida por todos os homens”( 2 Co 3:2). Muitas vezes os meios de comunicação trazem a tona os pecados de pastores e líderes religiosos. Isto afeta a obra de evangelização e desacredita o ministério. Paulo foi um exemplo de um pastorado sério e de santidade ministerial.

Paulo não buscou agradar homem algum, e muito menos procurou glórias humanas. Nunca agiu contrariamente aos princípios cristãos de conduta e moral: “...não para que agrademos a homens, e sim a Deus, em meio a muita luta”, (1 Ts 2:4). O ministro nunca deve fazer algo porque quer ficar bem com alguém ou com a congregação. Como líderes cristãos devemos fazer o que é correto e agradável aos olhos do Senhor, ainda que isso venha desagradar alguns. Isto requer uma personalidade espiritual e ministerial bem definidas. O apóstolo foi ainda amável com os irmãos, como uma mãe que cuida de seus filhos: “...nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos”(1 Ts 2:7). Entre Paulo e os Tessalonicienses houve uma relação de pai e filhos. Ele revelou estar disposto a dar a própria vida pela igreja. “Assim, querendo-vos muito, estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida; por isso que vos tornastes muito amados de nós”, (1 Ts 2:8). A entrega ministerial exigirá uma atitude semelhante a de Paulo:”Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma. ...” (2 Co 12:15 ).

A estratégia de Paulo. Para dar exemplo, exerceu seu ofício de fazer tendas, a parte de pregar o evangelho: “Porque, vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus” ( 1 Ts 2:9 ). E mais: “Nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós; não porque não tivéssemos esse direito, mas por termos em vista oferecer-vos exemplo em nós mesmos, para nos imitardes” (2 Ts 3:8-9 ).

Na verdade o apóstolo quis dar-nos um exemplo de entrega ao ministério e também o fez por estratégia para poder apresentar o evangelho. Ele não quis estabelecer um padrão de sustento ministerial, pois, ele mesmo disse: “Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho”(1 Co 9:14).

Realizou ainda um trabalho pessoal, com cada um dos crentes: “E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a seus filhos, a cada um de vós, exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chamou para o seu reino e glória”(1 Ts 2:11-12).

O Senhor na Grande Comissão nos mandou “fazer discípulos”, porém o que hoje em dia buscamos são meros convertidos, que fazem simples decisões públicas de fé. Por exemplo: nas campanhas de evangelismo, muitas pessoas tomam decisões, mas quantas permanecem fiéis ao Senhor? O trabalho mais duradouro é aquele que se faz com cada pessoa, o que chamamos de “Evangelismo Pessoal”. Esta prática paulina é digna de ser imitada hoje em dia em nosso ministério pastoral. O trabalho “pessoal” ajuda a entender que as pessoas não são meros números mas são PESSOAS. Os pequenos grupos poderão contribuir para essa realidade.

A estratégia paulina incluia a oração. Paulo praticou a oração, para fortalecer sua própria vida e interceder pelos crentes em Tessalônica: “Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-nos, diante do nosso Deus e Pai, da operosidade da vossa fé...”(1 Ts1:2) e “Orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente...”( 1 Ts3:10).

A oração é essencial em todo ministério cristão, fazer algo sem oração é faze-lo no poder da carne, porém ao orar estamos demosntrando nossa dependência de Deus. O pastor é os líderes tem que orar mais que os membros de sua congregação, pois precisam alimentar o rebanho e servir de modelo de fé e oração.O ministério que o Senhor nos tem dado deve ser cuidado com muita oração. A oração também deve ser feita a favor da cidade onde estamos, porque isto é o que o Senhor pediu a Israel em Jeremias 29:7.

A estratégia de Paulo incluía uma equipe de colaboradores: “E enviamos nosso irmão Timóteo, ministro de Deus no evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos” (1 Ts 3:2).

Algumas das pessoas que colaboravam com Paulo eram jovens a quem o apóstolo os instruia (2 Tm 2:2) de uma maneira verbal e prática, e lhes delegava responsabilidades para que adquerissem experiência ministerial, como o caso de Tito que ficou em Creta para pastorear ( Tt 1:5). O interessante de tudo isso é que o apóstolo confiava nos seus colaboradores e compartilhava a autoridade pastoral. É interessante lembrar que mulheres também faziam parte da equipe evangelística de Paulo ( Fp 4:2-3).

A prática dos princípios Paulinos de evangelização e ministério urbano, certamente causarão uma tremenda revolução na vida do pastor, do ministério e das igrejas.

Dr. Erico Tadeu Xavier
Pastor Distrital em Londrina-PR

REVISTA VEJA ENTREVISTA EX-MUÇULMANO CONVERTIDO

Deu na Veja.com:

"O filho do xeque palestino que abandonou o Islamismo, denunciou terroristas e contribuiu para o serviço secreto israelense diz que sua fonte de inspiração foi Jesus Cristo."

"Em 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.

Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo?

Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em “amar os seus inimigos”, o que fez todo sentido para mim.

Quem eram os torturadores? Como eles procediam?

Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.

O Hamas continua usando as mesmas práticas?

Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.

Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar?

Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.

O governo israelense deveria soltar prisioneiros palestinos em troca da liberdade do soldado Gilad Shalit, capturado pelo Hamas em 2006?

Entendo que todos esses presos necessitem de liberdade. Eu fui um deles e sei o quanto sofrem. Mas é preciso preparar o ambiente para que eles sejam soltos. Sem isso, eles poderiam ser mortos nas ruas por facções rivais ou tornarem-se terroristas novamente. Alguns detentos não são perigosos e poderiam se tornar até defensores da paz. Outros são extremamente cruéis. Foram responsáveis pela morte de dezenas de israelenses e consideram-se heróis. Se voltassem a praticar o que faziam, eles comprometeriam as negociações de paz e o sonho de um estado palestino. Olhando o cenário hoje, vejo que não chegou o momento de abrir as celas. Talvez tenham de ficar a vida toda na prisão. Não me sinto culpado por esse sentimento. Sinto pelas suas famílias, que são vítimas da situação, mas não há opção.

Israel viola os direitos humanos ao manter pessoas que não são comprovadamente terroristas nas prisões?

Diga para mim qual é o governo que não viola os direitos humanos. Não há estado perfeito. Todo governo comete erros. Israel é um deles. A questão é que muitos israelenses foram mortos em sinagogas, em ônibus e em supermercados e seus dirigentes tiveram de tomar medidas para defender seus cidadãos. O mais importante é abster-se de usar métodos violentos, pois isso só gera mais violência. Quando trabalhei com o Shin Bet, não assassinei ninguém e não participei de nenhuma operação contra a vida de um ser humano. Hoje, mesmo longe, dou a mesma recomendação para eles.

Quantas vidas você calcula que salvou ao ajudar o Shin Bet? Como você fazia isso?

Não importa se eu salvei uma ou mil pessoas. Eu não tenho esperança de receber retribuições de ninguém. Uma vez, em 2002, eu estava em casa, em Ramallah, quando dois homens assustados bateram na minha porta e falaram: “Temos um carro lá fora cheio de explosivos. Precisamos de um lugar seguro para ficar”. Eles procuravam o meu pai e havia outros três no carro, estacionado ali perto. Dei um dinheiro a eles encontrarem um hotel e pedi que retornassem à noite. Rapidamente, telefonei para o Shin Bet e pedi que levassem o automóvel embora. Foi um alívio enorme. Meia hora depois, o primeiro-ministro Ariel Sharon já tinha ordenado o assassinato daqueles cinco homens. Eu, então, fui contra. Não queria me envolver com coisas assim, mesmo sendo eles terroristas. E os israelenses aceitaram minha objeção. O exército então entrou no quarto dos terroristas durante a noite e os prendeu de surpresa, pois ainda possuíam os cintos com explosivos.

Mas você deu informações que levaram à tentativa de assassinato de Muhaned Abu Halawa, de 23 anos, ligado ao Fatah. Após um telefonema seu, um tanque israelense disparou um míssil contra o carro dele. Halawa escapou, mas foi morto meses depois. Você se arrepende disso?

Halawa fornecia armas poderosas para os terroristas. Eu apenas ajudei a localizá-lo. Mas a tentativa falhou, e fiquei contente quando isso aconteceu. Na realidade, eu não estava muito certo sobre o que deveria fazer naquela ocasião. Ao final, Halawa foi morto em outra operação, da qual não tomei parte. Então, posso dizer que, durante toda minha colaboração com o Shin Bet, sempre me preocupei em apenas participar de operações que não atentassem contra a vida humana. Não sou responsável pela morte de nenhum palestino ou israelense.

Quando foi a última vez que você falou com seu pai? O que ele disse para você?

Conversei com ele por telefone alguns dias antes do lançamento do meu livro. Ele foi muito compreensivo no início. Porém, após a pressão da sociedade e de outros religiosos, ele não teve outra opção a não ser me recusar. Desde então, não fala comigo.

Seu pai convocou manifestações de palestinos, as quais resultaram em mortes de israelenses e árabes. Ele é um terrorista?

Meu pai não é terrorista por natureza. Aliás, nenhum palestino é. Mas eles têm as suas razões para se comportar assim, para tentarem se vingar. Também é preciso levar em conta que o Hamas também é muito complicado. Existe o braço político, do qual meu pai faz parte. E existe o militar, que tem umas dez pessoas operando independentemente e que raramente se encontram. São esses últimos os responsáveis pelos ataques contra pessoas. Meu pai não sabia o que essas pessoas planejavam, mas deu cobertura a eles. Se ele continuar fazendo isso, aí acho que ele poderia, sim, ser considerado um terrorista.

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad declarou que suas centrífugas já são capazes de enriquecer urânio a 20%. Se chegar a 90%, esse material já poderia rechear uma bomba atômica. O que o Irã faria com um artefato nuclear?

O deus do Corão não hesitaria em bombardear qualquer país que não acreditasse nele. Pode usar qualquer arma para lutar contra infiéis. Seus devotos estão prontos para lutar pela religião e alcançar a glória, com a bomba ou o que mais tiverem è mão.

De que maneira o Irã ajuda o Hamas?

O Irã treina soldados do Hamas e os prepara para o combate em seu território. Muitos viajaram para lá em anos recentes. E o Irã também dá apoio financeiro e logístico. Como os membros do Hamas não podem ter contas bancárias, pois isso é contra as decisões da comunidade internacional, seus membros fazem contrabando de dinheiro. Essa operação complicada ocorre de duas maneiras. A primeira é usando as centenas de túneis que ligam a Faixa de Gaza ao Egito. A segunda é pela fronteira terrestre nesse mesmo local, aproveitando as viagens de membros do grupo para o exterior. Em 2006, o primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniya, foi pego quando tentava entrar na Faixa de Gaza com 35 milhões de dólares. Ele vinha do Irã e disse que o valor era para pagar salários, remédios e armamentos. É comum que esses homens do Hamas sejam detidos com dinheiro. Em 2009, o ministro de relações exteriores do Hamas, Mahmoud Zahar, foi flagrado com vinte milhões de dólares na mesma situação. Segundo o Fatah, parte das notas tinha como destino o braço militar do Hamas.

Sem esse apoio do Irã, o Hamas ficaria enfraquecido?

O Irã é um dos grandes patrocinadores dos terroristas, mas não o único. Há muitos doadores no Catar, na Arábia Saudita, na Síria e no Egito. São, em geral, pessoas e empresas que entregam parte de suas economias em mesquitas, com o objetivo claro de fomentar a resistência do Hamas. Bloquear a ajuda iraniana pode ajudar, mas não necessariamente enfraquecerá o Hamas. Como o presidente da Organização para a Libertação da Palestina, Yasser Arafat assinou com o primeiro primeiro-ministro israelense, Yitzhak Rabin, o Acordo de Paz de Oslo, o que lhe valeu o prêmio Nobel da Paz em 1994.

Qual sua opinião sobre ele?

Arafat era um político e, como tal, fez coisas boas e ruins para o seu povo. Era um centralizador que colocou o seu nome em todas as contas bancárias. Também tinha um posicionamento dúbio. Arafat estava no comando da Organização da Libertação da Palestina, quando esse entidade ordenou a Segunda Intifada, em 2000. A revolta de palestinos contra israelenses gerou milhares de mortos. A guarda pessoal de Arafat promoveu os mais virulentos ataques a Israel, sob o nome de Brigadas dos Mártires de Al Aqsa. O grupo foi criado por Arafat com o dinheiro que recebia de doações de outros países, incluindo dos Estados Unidos. Mesmo assim, para muita gente no mundo, Arafat sempre foi um grande promotor da paz.

Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia?

Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.

Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo.

Ok... Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.

Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão? Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo. [Revista Veja, Semana de 17 de maio de 2010 - Fonte: Blog Realidade em Foco

Nota do Blog Realidade em Foco: Muito interessante esta entrevista, porque demonstra que, embora o islamismo diga que o Deus de adoração é o mesmo dos cristãos e judeus, parece haver interpretações bastante diferentes para a maneira como esse Deus se relaciona com as pessoas na ótica das três maiores religiões monoteístas do planeta. O entrevistado é chamado de traidor, mas o que me chama a atenção é a intolerância religiosa que ainda permeia muitas ações neste mundo e que não permitem os famosos "processos de paz" que tanta líderes mundiais dizem buscar em seus gabinetes. A paz, conforme a Bíblia, só existe em Jesus Cristo conforme evangelhos como o de João.

domingo, 16 de maio de 2010

PAIS DEVEM SER GUIA E COMPANHEIRO DAS CRIANÇAS

Deu na VEJA.com:

"Durante a fase de aprendizado, cada pequena descoberta da criança tem para ela o significado de uma gigantesca revelação. Assim, cada vez que ela assiste à TV, navega pela internet ou se aventura em um game, desbrava novos continentes. O problema é que, muitas vezes, essa viagem é feita sem a companhia de um "guia turístico", alguém que explica à jovem cabecinha o significado daquilo que ela está vendo. Esse papel, especialmente entre a miríade de meios eletrônicos, cabe aos pais, defende Ana Margareth Bassols, chefe do serviço de psiquiatria da infância e adolescência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Ela explica por que a companhia e orientação dos pais é tão importante: "Quanto menor a criança, maior a dificuldade de discernir o que é fantasia do que é realidade no interior do mundo eletrônico", explica. A orientação é válida tanto para o uso por parte de crianças e adolescentes da TV quanto da web, dos games e do celular. "Os pais precisam dosar o conteúdo e principalmente fazer companhia para as crianças", complementa a estudiosa. Confira a seguir a entrevista que ela concedeu a VEJA.com acerca do tema:

Até que ponto os meios eletrônicos podem influenciar a saúde de uma criança ou adolescente?

Quanto menor a criança, maior a dificuldade de discernir o que é fantasia do que é realidade. Se não houver uma supervisão dos pais ou responsáveis, ela pode acreditar que aquilo também acontece na vida real. Um dos aspectos positivos da TV, da internet, ou do videogame, além do entretenimento, é fornecer informações. Mas é necessária a presença de um adulto que possa esclarecer se aquilo é ficção ou fato real, se é adequado ou não para a criança assistir. Só assim ela poderá se beneficiar dos aspectos positivos dos dispositivos eletrônicos.

Os pais têm noção da importância da supervisão?

Alguns sim, mas outros usam a TV como babá eletrônica. Há um desconhecimento da capacidade de observação das crianças. É como se você pudesse falar sobre qualquer assunto na frente de uma criança – já que não haveria o risco de ela ouvir e entender o que está sendo exposto. Mas não é o que ocorre, pois as crianças são como radares: elas estão observando, aprendendo e repetindo. As crianças precisam ser protegidas desse excesso de estímulos, nem sempre adequados ao seu nível de desenvolvimento.

Crianças que jogam games violentos ou assistem a filmes com cenas de violência podem se tornar mais agressivas?

Se ela vê muitas cenas de violência, além do risco de repetir tal comportamento, corre-se o risco da banalização do ato violento. Ela não tem noção crítica de que aquilo não deve ocorrer em seu cotidiano. O adulto tem que dar o tom para a criança. Deixar um pequeno à mercê do que passa na TV, por exemplo, significa não dar limites à criança, que pode sentir-se liberada para agir da maneira que quiser. E os limites impostos nesse caso são levados para outras esferas da vida.

A exposição exagerada ao entretenimento pode mascarar algum problema mais sério?

O excesso de horas em contato com um dispositivo eletrônico pode ser um sintoma de depressão. Uma criança que não consegue ter um bom relacionamento com os amigos pode encontrar um refúgio no videogame. Um adolescente com problemas de comunicação pode se fechar ainda mais e falar com as pessoas exclusivamente pela internet, não investindo em relacionamentos reais. São múltiplas influências que, se não forem notadas pelos pais, podem desencadear um quadro depressivo. Por outro lado, uma criança com déficit de atenção pode ficar no "mundo da lua" durante a aula e, por outro lado, conseguir um altíssimo nível de concentração diante de um game.

O que fazer para evitar os efeitos negativos da superexposição?

Não podemos culpar só a programação televisiva, os jogos ou a internet. A pós-modernidade tem influenciado os comportamentos e precisamos lidar com isso. Atualmente, as crianças utilizam computadores, assistem à TV e usam o celular ao mesmo tempo. A sociedade parece estar sem limites e alguém precisa se responsabilizar por eles. Os pais precisam dosar o conteúdo e principalmente fazer companhia para as crianças. [Por Natalia Cuminale]

Nota: Além de falar sobre os mais variados assuntos Ellen White falou sobre educação. Entre as orientações que ela escreveu, destaco abaixo algumas orientações sobre a responsabilidade dos pais para com os filhos:

“Iniciem os pais uma cruzada contra a intemperança em seu próprio lar, nos princípios que ensinam os filhos a seguir desde a infância, e poderão esperar êxito” Orientação da Criança, 334.

“Essa obra depende, em grande parte, dos pais. Nos esforços para deter os avanços da intemperança e de outros males que corroem como câncer o organismo social, se fosse concedida mais atenção à tarefa de ensinar aos pais a maneira de formar os hábitos e o caráter dos filhos, o resultado seria cem vezes mais benéfico. O hábito, força tão poderosa para o mal, pode ser transformado pelos pais em força para o bem. Têm de cuidar do rio desde a nascente, cumprindo-lhes dar ao mesmo uma boa direção” Orientação da Criança, 352.

“É possível aos pais lançar as bases de uma vida sã e feliz para seus filhos. Podem fazer com que, ao deixarem o lar, eles possuam a força moral necessária para resistir à tentação, e valor e força para resolverem com êxito os problemas da vida. Podem inspirar-lhes o propósito, e desenvolver neles a faculdade de tornar sua vida uma honra para Deus e uma bênção para o mundo. Podem abrir retas veredas para seus pés, através de sol e sombra, até às gloriosas alturas celestes” Orientação da Criança, 352.

“O que são os pais, em grande parte, hão de ser os filhos. As condições físicas dos pais, suas disposições e apetites, suas tendências morais e mentais são, em maior ou menor grau, reproduzidas em seus filhos” Orientação da Criança, 371.

“O Senhor é servido pelo fiel obreiro doméstico tanto quanto, ou ainda mais, do que por aquele que prega a Palavra. Pais e mães deveriam compreender que são os educadores de seus filhos. Estes representam a herança do Senhor; e deveriam ser treinados e disciplinados de modo a formar caráter que o Senhor possa aprovar. Quando esse trabalho é feito cuidadosamente, com fidelidade e oração, anjos de Deus guardam a família, e a vida mais simples se torna sagrada” A Verdade Sobre Os Anjos, 16.

“Se os filhos tivessem mais familiaridade com os pais, se neles confiassem e lhes desabafassem as alegrias e tristezas, poupar-se-iam muita mágoa futura. Quando se acham perplexos, sem saber qual o procedimento correto, exponham aos pais a questão, tal qual a consideram sob o seu ponto de vista, e peçam-lhes conselho. Quem seria tão capaz como os pais tementes a Deus, de lhes apontar os perigos? Quem tão bem como eles compreenderá seu temperamento particular? Os filhos que forem cristãos avaliarão acima de toda bênção terrena o amor e a aprovação dos pais tementes a Deus. Os pais podem simpatizar com os filhos, e orar por eles e com eles, para que Deus os proteja e guie” Fundamentos da Educação Cristã, 104-106. [EFávero]

EU OU DEUS?

“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra”. Salmos 46:10

O aviso estava no mural do saguão principal: “Teste para o time de vôlei da escola, hoje às 17hs”. Eu estava no segundo ano do ensino médio, durante toda minha carreira escolar eu havia sonhado e tentado representar minha escola em alguma modalidade esportiva. Embora tenha que confessar que nunca me destaquei em esporte algum, minha persistência, ou melhor, minha insistência, sempre foi muito boa.

O teste começou, o professor de educação física deu as instruções e todos os candidatos partiram para a ação. Pouco a pouco o professor começou a eliminar os reprovados enquanto o teste continuava a todo vapor. O mais impressionante é que eu permanecia fazendo o teste. De repente, o professor vai até o centro da quadra, coloca todo seu fôlego no apito vermelho pendurado em seu pescoço, levanta a mão e diz as seguintes palavras: “Parem tudo e cheguem perto de mim!”

O professor continuou: “eu precisava selecionar doze, muitos vieram ao ginásio hoje, mas o time está formado, todos vocês se apresentem amanhã no mesmo horário, vamos começar os treinamentos para o campeonato estadual”.

Eu fui para casa radiante, não podia acreditar que finalmente eu participaria de um campeonato esportivo representando minha escola. Mas logo veio o pensamento de que treinos e jogos acontecem no sábado. Imediatamente comecei a clamar a Deus para que Ele me desse coragem de conversar com o professor a respeito de minha fé.

No dia seguinte lá estava eu, fui um dos primeiros a chegar. Ao final do treino esperei todos os alunos irem embora, tomei coragem e fui conversar com o professor. Contei-lhe que era adventista do sétimo dia e consequentemente guardador do sábado. Assim que terminei de falar, o professor simplesmente disse: “Se quiser continuar no time, vai ter que conversar com o seu pastor para que ele permita que você jogue aos sábados”.

Você já deve ter se deparado com esta frase: “Fale com o seu pastor para liberá-lo do sábado”. Homens e mulheres têm perdido a noção de que o problema não é com o pastor ou com homem algum e sim com Deus. Problemas sociais, famílias destruídas, aumento da criminalidade e estresse desenfreado são emblemas do nosso planeta. E quando se questiona a solução para tudo isso, as respostas são buscadas no homem, o próprio gerador destas catástrofes. A observância do sábado está intimamente ligada a tudo isso, porque trata-se da posição que dou a Deus em minha vida.

O sábado foi criado para o homem, no entanto, estabelecido por Deus. Quem determinou a santidade do sábado foi o próprio Criador e aqui cabe uma pergunta reflexiva, pode o homem discutir com Deus? A grande ironia é que em alguns momentos, sem perceber, acabo discutindo ou tentando negociar com Deus. Envolvo-me em situações comuns da vida que parecem inofensivas, mas que ao fim resultam em sérios problemas espirituais. Situações como comprar os ingredientes para a sobremesa do almoço de sábado minutos depois em que o sol se pôs, com a desculpa de que não deu tempo para comprar durante a semana. Situações como chamar as crianças para tomar banho depois de um dia de muita recreação na hora em que o sol está se pondo, sendo que elas já deveriam estar prontas a esse horário para adorar a Deus.

Observar o sábado e me preparar para este dia santo é uma tarefa que diz muito acerca de quem é Deus em minha vida. Mostra também a importância que dou à sua lei, se a valorizo ou se a menosprezo. Meu professor de vôlei não sabia o que estava dizendo, mas será que eu, conhecedor da vontade de Deus, sei o que estou fazendo com a Sua ordem?

Pr. Maiquel da Silva Nunes
Associação Sul-Mato-Grossense - UCOB

sábado, 15 de maio de 2010

SOMENTE PARA QUEM ESTIVER PREPARADO

“Portanto, assim te farei, ó Israel! E porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” Am. 4:12.

Ninguém gosta de ser surpreendido. Ao contrário, sempre queremos estar prepardos, seja qual for a situação a ser enfrentada na vida.

Confúcio, o sábio chinês disse: “Em tudo, o êxito depende do preparo prévio, e sem tal preparo é certo haver fracasso.” O escritor espanhol Cervantes afirmou: “Advirto, estar preparado é meia vitória.” Todos conhecemos os escoteiros que defendem: “Sempre alerta”.

A sociedade moderna defende a importância de estar preparado. Portanto, não é no mínimo estranho que as pessoas gastem tão pouco tempo em se prepararem para o maior e o mais importante acontecimento da história da humanidade – o dia em que todos, vamos comparecer à presença de Deus?

Dia em que aqueles que esperam ter um lar no Céu, poderão ser decepcionados, pois se encontrarão simplesmente despreparados? Reconhecerão que falharam quando encontrarem os portais celestes fechados para eles?

Qualquer um quando vai viajar, sendo a viagem curta ou longa, procura se preparar de todas as maneiras para as situações mais inesperadas. Quem não passou pela situação difícil e desagradável de tentar uma acomodação de última hora num hotel, e acabou ficando desabrigado? Ou o inverso; fazer uma reserva, e ser bem recebido e atendido?

Uma das mais claras promessas feitas por Jesus foi: “Vou preparar-vos lugar”! Mas, esse será um lugar reservado para os que não se prepararam? Os enganadores? Os impuros? Os desobedientes? A resposta certamente é um enfático não!

Ao contrário, esse certamente será um lugar reservado somente para aqueles que se prepararam; somente para aqueles que aceitaram os avisos; somente para aqueles que se encontrarem vestidos com as vestes brancas da justiça de Cristo.

“Prepara-te ... para te encontrares com o teu Deus”, advertiu o profeta Amós. Não é essa uma mensagem mais importante e oportuna em nossos dias do que foi para o povo à época de Amós?

Certamente em nossos dias estamos sendo advertidos, mais do que eles o foram. A questão hoje é: Você e eu temos aceitado as advertências e orientação de Jesus através de Sua Palavra? Ou estamos achando ser possível deixar nosso preparo para amanhã?

O profeta fala de forma urgente, hoje, agora: “Prepara-te para encontrares com o teu Deus”! Que não percamos mais tempo.

Feliz semana!

Pr. Thomas Kloppe
Pastor distrital em Laguna – SC.

JORNAL TV ASN - ESPECIAL IMPACTO ESPERANÇA



Equipe ASN

As bênçãos do Sábado

“Feliz aquele que age assim, o homem que nisso permanece firme, observando o sábado para não profaná-lo, e vigiando sua mão para não cometer nenhum mal.” Isaías 56: 2

O descanso no sábado renova nosso relacionamento com Deus e com nossa família. Ele também restaura nosso corpo e mente. Deus promete: “Feliz aquele que age assim, o homem que nisso permanece firme, observando o sábado para não profaná-lo, e vigiando sua mão para não cometer nenhum mal.” (Isaías 56: 2)

Deus oferece uma benção especial àqueles que dedicam tempo para adorá-lo. Estudos científicos recentes sobre religião e saúde confirmam a autenticidade da promessa de Deus. Por exemplo, a relação entre atividades religiosas e pressão sanguínea foi examinada num estudo com duração de seis anos, envolvendo quatro mil idosos. Entre os que freqüentavam serviços religiosos e oravam ou estudavam a Bíblia uma vez por dia ou mais, a probabilidade de ocorrência de hipertensão diastólica foi 40% inferior do que entre aqueles que freqüentavam serviços religiosos e oravam com menor freqüência.

Em outras palavras, a comunhão tem um efeito positivo sobre a saúde. Outros estudos revelam que experiências positivas de comunhão reduzem a pressão sanguínea, minoram a dor causada pela artrite e diminuem o risco de doenças cardíacas. O sábado não é um requerimento legalista. Não é um fardo que nos empurra para baixo. É o presente de um Criador amoroso. Quando adoramos o Criador em Seu dia, nos sentimos reavivados, revigorados e revitalizados.

O sábado é um dia de profusão de bênçãos. É por isso que os profetas do Antigo Testamento insistiam em chamar de volta as pessoas para Deus, o Criador, o Doador da lei, o Libertador. Veja o que o profeta Jeremias escreveu: “Por amor à vida de vocês, tenham o cuidado de não levar cargas nem de fazê-las passar pelas portas de Jerusalém no dia de sábado, ... nem façam nenhum trabalho no sábado, mas guardem o dia de sábado como dia consagrado, como ordenei aos seus antepassados” (Jeremias 17: 21, 22).

O profeta Jeremias fala sobre um perigo que todos nós enfrentamos. Ele discute um problema de sua época, mas o que escreve é relevante também para nós hoje. Não era apenas algo importante para as pessoas que viviam naquele tempo. Trata-se de um problema do século 21. O trabalho incessante pode esmagar nossa espiritualidade. A procura por dinheiro pode consumir o nosso tempo. A busca pelas coisas materiais pode não deixar espaço para as coisas eternas. Isso aconteceu nos dias de Jeremias em Jerusalém e está acontecendo em nosso tempo em nossas casas, locais de trabalho e cidades. E Deus está dizendo: Deixe o sábado levá-lo de volta ao que verdadeiramente importa. Não permita que a procura por estabilidade material subjugue a busca por aquilo que é mais importante.

Há riqueza na observância do sábado e isso leva o povo de Deus a prosperar nas esferas física, mental, social e espiritual. O sábado é uma fronteira, um muro de proteção, um lugar de segurança. É parte do círculo de cuidado de Deus à nossa volta. É um modo especial de vivenciarmos o cuidado amoroso e protetor de Deus por nós a cada semana. [UCOB]

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Sermão do Pr Luis Gonçalves para o Impacto Esperança

Abaixo o sermão do Pr. Luís Gonçalves apresentado no dia 15 de Maio para o Impacto Esperança.



terça-feira, 11 de maio de 2010

DICAS PARA O IMPACTO ESPERANÇA

Está chegando! Dia 15 de maio será o grande dia de irmos as ruas para distribuir 30 milhões de Revistas "Um Dia de Esperança" em toda América do Sul. Você irá ? A seguir algumas dicas para ajudá-lo neste programa:

1) Identifique as ruas próximas à igreja, destaque-as por um mapa, destine cada rua ou ruas para as duplas missionárias e coloque esse mapa em suas mãos;

2) O programa na igreja nesse dia deve ser curto e conciso;

3) Pelo canal executivo teremos um sermão motivacional de 20 minutos de duração pelo Pr. Luis Gonçalves. Esse sermão será passado e repassado nos seguintes horários: 08h30 às 08h50, 09h às 09h20, 09h30 às 09h50, 10h às 10h20 e 10h30 às 10h50;

4) Esse sermão especial para o dia 15/05 já está disponível também na internet para aqueles que quizerem baixá-lo. A ideia é que o sermão seja apresentado à igreja antes dos membros saírem para a entrega das revistas;

5) Planeje um culto de testemunhos e gratidão no programa jovem (JA), onde os irmãos possam contar as experiências do trabalho realizado. Isso abre a porta para outros projetos missionários locais;

6) Criatividade. Saia da rotina e crie coisas novas, visite a novos lugares, use métodos novos. Jovens, mulheres e crianças gostam de inovar. Não deixe de desafiá-los;

7) Projeto. Não deixe as coisas acontecerem ao acaso ou o pessoal simplesmente receber umas revistinhas para entregar onde e quando quiser. Tenha um projeto com ruas, lugares, horários. Isso impacta mais;

8) Música. Use a música-tema do projeto amplamente. Ela motiva, envolve e compromete;

9) Jejum. Nossa igreja foi desafiada a jejuar no sábado passado, mas se você ou sua igreja não fizeram isso ainda é tempo. Essa é uma batalha espiritual;

10) Grandes igrejas. É importante dar atenção às grandes igrejas. Elas têm grande potencial e são fundamentais para a campanha.

11) Considere os textos a seguir. Eles fazem-nos pensar sobre a importância desta obra:

“Onde quer que estejais, deixai que vossa luz brilhe. Dai revistas e folhetos àqueles com quem vos associardes, quando estiverdes andando de carro, visitando, conversando com vossos vizinhos; e aproveitai toda oportunidade para falar uma palavra em tempo oportuno. O espírito santo tornará frutífera a semente em alguns corações” Conselhos sobre saúde, 435.

“Muitíssimo mais poderia fazer o pregador vivo mediante a distribuição de revistas e folhetos do que somente com a pregação da palavra sem as publicações. ... Muitas mentes não podem ser atingidas de outra maneira. Isso constitui verdadeira obra missionária em que, com os melhores resultados, podem ser empregados trabalho e meios” Evangelismo, 160.

“Há trabalho missionário a ser feito na distribuição de folhetos e revistas, e na obra de colportagem com nossas diferentes publicações. Que nenhum de vós pense que não se pode dedicar a este trabalho por ser cansativo e requerer tempo e dedicação. Se ele requer tempo, concedei-lho alegremente; e a bênção de Deus repousará sobre vós” Colportor Evangelista, 21.

“Viam-se centenas e milhares visitando famílias e abrindo perante elas a palavra de Deus. Os corações eram convencidos pelo poder do espírito santo, e manifestava-se um espírito de genuína conversão. Portas se abriam por toda parte para a proclamação da verdade. O mundo parecia iluminado pela influência celestial. Grandes bênçãos eram recebidas pelo fiel e humilde povo de deus. Ouvi vozes de ações de graças e louvor, e parecia haver uma reforma como a que testemunhamos em 1844” Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 345.

Confie no Senhor e faça sua parte. Deus não patrocina fracassos.

Pr. Evandro Fávero
[Adaptado de "Do Escritório da Presidência"]

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